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quinta-feira, 6 de julho de 2023

Diário de jogunhos Rises



Mais uma semana e mais um diário de joguinhos.


Diablo IV: Gosto muito da franquia apesar de nunca ter me aprofundado na sua lore, inclusive gosto muito do criticado Diablo 3, e estava com receio de Diablo IV ser um desastre devido aos enormes problemas que a Blizzard estava passando(causados por ela mesma, vale destacar) e também pelo desastroso lançamento do remaster de Diablo 2, o Immortal apesar de ser um jogo bacana também teve decisões muito equivocadas como o exagero de micro transações, e com imensa felicidade destaco que Diablo IV é possivelmente um dos candidatos a jogo do ano.

Primeiro que o jogo tem uma direção de arte incrível, os cenários são maravilhosos por serem macabros aproximando Diablo ainda mais de um jogo de terror e acertaram em cheio na jogabilidade, eu estou jogando com um Necromancer e é algo absolutamente prazeroso fazer as invocações e massacrar seus inimigos, é muito bem equilibrado na verdade. A história é uma dark fantasy bem instigante e também com um grau de pessimismo inerente ao mundo decadente que os personagens habitam.

Encontrei alguns bugs durante minha gameplay mas nada muito sério e não tive problemas graves com servidores. Diablo IV é um grande jogo e surpreendente pelo lançamento ser tão bem sucedido.


Cyberpunk 2077: Joguei esse jogo no lançamento no PS5(a versão não era nativa) e estava injogável então eu pedi o reembolso e só jogaria quando arrumassem o jogo, mas eu acabei ganhando o jogo de novo pouco tempo depois para PC e zerei ele mesmo com todos os problemas que tinha no PC também e agora estou jogando de novo pra me aquecer pro lançamento da expansão Phantom Liberty e ver como está o jogo 2 anos e meio após o lançamento. Lembrando que joguei com tudo no máximo.

Primeiramente o jogo ainda está bugado, durante três vezes tive que reiniciar pois o jogo bugou de uma maneira que me impedia de avançar numa missão ou caminhar pela cidade mas certamente está bem menos problemático e não encontrei nenhum glitch durante mais de 50 horas de jogo(ainda não zerei) o que é algo impressionante.

O jogo recebeu updates gráficos também, agora ele conta com Ray Tracing e o modo "Ray Tracing Overdrive" é um espetáculo visual. Um dos melhores usos da tecnologia que já vi certamente. A cidade está muito mais densa e atmosférica, andar por Night City de noite e ver as fumaças do bueiros se desfazerem no ar é muito imersivo.

A gameplay é satisfatória, a gunplay é divertida e te oferece diversas armas que podem ser modificadas e ainda armas brancas e combate corpo a corpo(esse é limitado), o sistema de hacks é bem simples mas satisfatório, acho que o jogo equilibra muito bem suas opções entre ser stealth ou um personagem de força, eu fui equilibrado entre os dois mas investi bastante na força pois queria fazer as missões de luta e capturar os cyberpsicopatas, essas missões dos psicopatas são ótimas e bem diversas, uma delas flerta forte com o horror paranormal e é uma das melhores coisas que joguei nos últimos meses e dirigir é irregular, enquanto pilotar motos é bem divertido, carros é um problema pois as ruas são um pouco estreitas e com pouco espaço por causa dos outros carros, as motos tem mais mobilidade. Nas Badlands no entanto tem mais espaço.

O ponto alto no entanto é a história, habituado num mundo onde as corporações tomaram conta do Estado, Night City é uma cidade onde seus cidadãos tiveram seus direitos reduzidos ao mínimo e o roteiro circula isso com autoridade. Outro destaque são os personagens, o protagonista V é uma pessoa obstinada a seus objetivos seja eles se tornar uma lenda em Night City ou lutar por sua própria sobrevivência e durante a trama o vemos ao mesmo tempo em franca ascensão em Night City mas ao mesmo tempo em declínio de sua saúde(uma pena isso não interferir na gameplay) e até personagens que tem pouco tempo de tela conseguem ser marcantes de alguma forma e o jogo consegue ser tocante quando encontramos o destino desses. Por último, claro, temos Johnny Silverhand, interpretado por Keanu Reeves, sem dúvida a melhor participação de um ator famoso em videogames em toda história, Silverhand é uma pessoa impulsiva, narcisista e um tremendo manipulador, seus comentários são sempre ácidos e ver sua interação com V é sempre legal e arranca boas risadas, o desenvolvimento da relação entre os dois poderia ser mais cuidadosa mas brilha da mesma forma. E a trama é hipnotizante por ser envolta de personagens carismáticos e um mundo muito bem construído.

O ponto falho em Cyberpunk 2077 é que falta profundidade em sua gameplay e interações com o mundo, muitas coisas só estão ali pra dizer que estão, os apartamentos que você compra por exemplo tem nenhuma utilidade prática, as decisões que você toma na história também são um pouco rasas ao alterar o curso da história.

Cyberpunk 2077 é um ótimo jogo mas que durante toda sua jornada nos da a sensação de ser algo incompleto, espero que a expansão Phantom Liberty seja essa peça que falta e não deixa de ser triste vermos que um jogo com grande potencial tenha sido desvirtuado por uma empresa que se vendia como uma reserva moral da Indústria mas se mostrou tão desonesta como a maioria mas essa discussão é pra outro tópico.


Star Wars Jedi: Survivor Star Wars Jedi: Fallen Order foi um jogo OK, pegava inspirações de muitas coisas e colocava isso no universo de Star Wars, enquanto a jogabilidade era irregular, a exploração era satisfatória e visualmente bonito, o sistema de combate era limitado mas o jogo acertava em cheio em sua ambientação em Star Wars, contava uma história interessante e nos apresentava a um Jedi bem carismático, o protagonista Cal Kestis.

E felizmente, Jedi: Survivor é muito superior a seu antecessor, ele basicamente, aprimora tudo que deu certo no jogo anterior e corrige suas falhas. O sistema de combate é bem mais robusto dessa vez, tem mais variações e o que eu gostava no anterior(as finalizações e movimentação) aqui deve ter o triplo de novas animações e muito mais combos(o ponto fraco de JFO).

A customização de Fallen Order era bem irregular, enquanto tinha algumas variações pro droide BD-1 e pra Nave Mantis, a customização de Cal era precária, você tinha basicamente variações de uns Ponchos horríveis e variações de cores do uniforme básico. Em Survivor, você ganha muito mais opções e até tem como mexer na aparência de Cal e o que era legal no anterior, a customização dos sabres de luz, aqui fica incrível, você pode mexer em praticamente em todas as peças que compõem um sabre de luz. O sistema de progressão é um ponto bem forte nesse jogo e ver toda sua evolução se refletindo aos personagens e ambientes ao seu redor é algo que me surpreendeu.

 Os planetas são maiores pra exploração, você pode até usar animais pra se locomover(lembra muito os Chocobos de Final Fantasy) e graficamente o jogo tá substancialmente mais bonito, com melhores texturas e mais detalhados em cenários maiores e também mais variados entre si.

A história é mais dark e mais ambiciosa também, é bom ver a progressão do Cal dentro desse Universo e suas relações com outros personagens que ganham mais destaque aqui e ganha contornos bem emocionantes por você se ver apegado aos personagens e eles correrem risco real dentro da trama.

Jedi Survivor é certamente o melhor jogo de Star Wars em muito tempo(provavelmente em décadas) e uma pena ele ter sido lançado com tantos problemas, a resolução baixa no PS5 deixou ele muito feio na minha televisão e tive que jogar no PC que tinha muitos problemas mas aparentemente corrigiram já que estou jogando com uma performance estável e com as configurações no máximo.



E como chegamos no meio do ano eu vou dar uma breve recapitulada em alguns bons jogos que zerei nesse período. Não vou postar todos pois pretendo voltar com esse formato nos próximos posts

Dredge- Um jogo de exploração naval feito por uma equipe pequena da Nova Zelândia. Jogo lindo e também tenso.

Bramble: The Mountain King- Saiu recentemente no Gamepass e é uma aventura sinistra sob um olhar infantil, é irritante em alguns momentos mas vale por ser uma ótima jornada e ter uma direção de arte belíssima e macabra ao mesmo tempo.

Shadow of Tomb Raider: Eu gosto dos dois primeiros jogos em especial o segundo e esse terceiro foca mais na exploração, o que é legal, e a floresta é muito bem feita e imersiva, mas acho que o combate aqui ficou arcade demais, parecendo jogos de Playstation 2, o stealth funciona bem melhor e a história é intrigante mas falta personagens bem desenvolvidos além da protagonista mas é um jogo bom.



quinta-feira, 8 de junho de 2023

Reboot do Diário de joguinhos


O LocadoraTV tinha uma série excelente onde o Business Cat listava alguns jogos que ele estava jogando, então resolvi trazer isso de volta com alguns lançamentos ou jogos mais antigos.


Amnesia: The Bunker: Certamente o primeiro Amnesia(2010) foi o jogo de terror mais influente da década passada, basta ver quantos jogos no mesmo estilo foram feitos depois dele, as sequências foram decentes e traziam mais aprimoramento técnicos e a mesma competência em criar atmosferas tensas mas a fórmula foi esgotando com o tempo, então The Bunker mudou alguns aspectos, agora com elementos de Immersive Sim e um sistema de combate com armas de fogo. As balas são bem escassas(muito mesmo, ao ponto de você se sentir culpado quando atira) e a ambientação é bem escura e claustrofóbica apesar de se passar em um ambiente aberto para exploração(se passa em um Bunker, afinal) e a história é intrigante. Sem dúvida foi um bom esforço pra reformular a franquia sem deixar de ser fiel a suas raízes. E está disponível no Gamepass. Vale a pena. 8/10


Gears of War 4: Gosto muito da trilogia Gears of War, os jogos eram bem divertidos, tinham ótimos personagens e eram muito bem escritos, serrar inimigos é uma das coisas mais prazerosas que existia no mundo dos videogames então não sei exatamente o motivo de eu ter ignorado o quarto jogo(o Judgement foi fraco e desnecessário) e vi que cometi um erro. O jogo é ótimo. Parte de uma premissa interessante: Após o fim dos Locusts, Lambent e Imulsion, o planeta de Sera começou a sofrer com enormes tempestades devidos a mudanças climáticas que isso causou e poucos humanos vivem agora e todos estão vivendo em um cenário praticamente pós-apocalítico e a COG foi reformada e agora é um governo tirânico. Uma pena que isso não é aprofundado durante a trama mas a boa notícia é que os novos personagens são muito bons, JD esbanja carisma e seus companheiros são um bom suporte(Kat vai ganhando destaque durante a trama) e o Marcus Phoenix dispensa comentários mas confesso que gostaria de ver mais interação entre os personagens, o jogo durante sua parte final fica um pouco cansativo mas o capítulo 5 do game é realmente memorável e quebra a monotonia que estava se instalando de maneira espetacular. Tecnicamente o jogo é bem competente também e serrar os inimigos e tomar banho de sangue continua glorioso. Um sólido nota 8/10. E comecei a jogar o 5 e escrevo sobre na semana que vem.


I Did not Buy This Ticket: Eu confesso que não sou chegado a visual novels mas sempre fico ligado no cenário de jogos de horror(meu gênero favorito tanto nos jogos quanto no cinema) e achei essa VN de um estúdio chamado Time Galleon Games que é encabeçado pelo brasileiro Tiago Rech. Basicamente o jogo é sobre uma Carpideira(pessoas contratadas para ficarem de luto em funerais alheios) enquanto ela viaja de funeral a funeral. A arte é bem boa e com designs macabros e o texto é soberbamente bem escrito. O jogo é curto e apresenta 5 finais diferentes. Custa módicos 20 reais na Steam e é uma grande dica pra quem curte uma boa história. 9/10


The Lord of The Rings: Gollum: Primeiro tenho que me explicar o motivo de eu ter jogado(e terminado) esse jogo. Eu tenho uma mórbida atração por produções desastrosas, não me perguntem o motivo pois nem mesmo eu sei e de quebra sou fã de Senhor dos Anéis. Bem, pra começar, esse jogo do Gollum é algo que ninguém pediu mas ele chegou mesmo assim. E o jogo é um desastre, tem problemas graves de performance, os gráficos são do meio de geração do PS3 e a história é risível com momentos constrangedores. A gameplay é muito irritantes pois é um jogo de plataforma bem ruim com comandos péssimos que se confundem sempre(e acabam resultando em Game Over com frequência) Gollum vai além das inúmeras falhas técnicas pois é um jogo conceitualmente terrível. 2/10


Bom, é isso. Essa coluna vai aparecer aqui as vezes e a próxima vez será na semana que vem com alguns outros jogos que joguei ou estou jogando no momento.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 46



Os favoritos do ano
No espírito do fim de ano, resolvi fazer um top 10 aqui de preferidos de 2021. Infelizmente o espírito do fim de ano também emana uma preguiça bem grande, então não vou escrever mais sobre cada um deles. Deixe seu top 10 aí nos comentários abaixo para compararmos!

3- Bowser's Fury


Decepções do ano:

Complementos:
- BackTracking #5 que falamos dos lançamentos da primeira parte do ano.
- BackTracking #9 que vem aí para falar dos jogos favoritos da segunda parte do ano e também sobre indicados ao Troféu Locadora. (link ainda inativo no momento deste post, obviamente)
- Troféu Locadora 2021 que também vem aí logo no início de janeiro! (link ainda inativo no momento deste post, obviamente)

The Gunk
Este é um jogo que eu já vinha aguardando faz um tempo e fico triste em dizer que o jogo não é pra mim, apesar de estar longe de ser um jogo ruim. Ele foca muito em exploração e environmental puzzles, o que é ok, mas acabou faltando algum atrativo a mais para me manter fisgado. Fora isso também dá de dizer que é um jogo bastante bonito! Recomendo bastante para quem curte jogos tranquilos™. 

Fim
Por hoje e por este ano é só. É capaz de eu tirar algumas semanas de folga do diário de joguinhos, mas espero ter a força de vontade para voltar para esta atividade que gosto bastante, mesmo tendo um público mínimo (ou nenhum). Se não for incômodo pedir, comenta aí em baixo se você leu até aqui, só mandando um oi, pra eu contar nos dedos quantas pessoas leem este meu singelo diário. Eu agradeceria bastante! Deixe aí em baixo também comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer no ano que vem.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 45


Halo Infinite
Este ano foi, efetivamente, meu primeiro contato mais profundo com a franquia Halo. Após não ter terminado o primeiro game da franquia ali pro meio do ano, comecei Infinite com empolgação moderada, mas fico feliz em dizer que o jogo me pegou. Sou bastante ruim em FPS, então joguei no easy só pra acompanhar a história, que tem uma trama suficientemente envolvente para me segurar ali. Apesar de muito ser comentado sobre mundo aberto no game, achei algo bem pontual e que não me obrigou a explorar diversos pontos de interesse para prosseguir no jogo, algo que muitas vezes me frustra. Enfim, mesmo não estando entre meus favoritos do ano, curti bastante a experiência

Fim
Por hoje é só. O próximo diário de joguinhos terá o intuito de divulgar meus favoritos de 2021 Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 44


Inscryption
Infelizmente este jogo tentou ser umas 4 coisas ao mesmo tempo e acabou não sendo muito bem sucedido em nenhuma delas, na minha opinião. Além das três etapas que o game apresenta ao longo da campanha, ainda tem uma espécie de história do mundo real em live action no esquema found footage que eu, particularmente, achei bastante desnecessário. Triste, pois a jogabilidade em si das partidas de estratégia com cartas é até bem bacana. Esse jogo poderia ter sido melhor se tivesse mais foco.

Death's Door
Death's Door, por outro lado, tenta ser uma coisa só e tem um sucesso muito grande nisso. Com uma historinha simples, mas bacana e uma jogabilidade de combate excelente, este com certeza entra no meu top 5 jogos do ano. A única reclamação que eu tive no começo era a de que as mortes eram punidas de forma ruim, na minha opinião, apenas voltando várias telas sem nenhum motivo aparente, mas este demérito é bastante diminuído por um level design bastante bom. Joguem Death's Door!

Fim
Por hoje é só. Acabei pulando uma semana e nem percebi, então fica aqui o relato das duas últimas. Agora estou de férias e vou ver se consigo jogar tudo que eu quero ainda antes do fim do ano: Halo Infinite, Shovel Knight Pocket Dungeon e The Gunk! Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 43


Marvel's Guardians of the Galaxy
Fazia tempo que um jogo não marcava tantos acertos na minha lista de preferências. História excelente com narrativa dinâmica, sem side quests, combate divertido e variado o suficiente e trilha sonora fantástica são alguns dos elementos que fizeram este game ser o meu favorito do ano (até o momento). Apesar de similaridades com o filme do MCU, o game é diferente o suficiente para que a construção dos personagens e do time seja interessante, aproveitando também que a mídia vídeo game dá mais tempo para a história e vai muito além do que poderia ter sido abordado em um filme de 2h. Tudo isso é bem amarrado com o carisma dos personagens e cenas com emoção muito bem direcionadas que fazem o jogador realmente se conectar com o game. Infelizmente encontrei uma quantidade não insignificante de problemas técnicos, mas isso fica longe de desmerecer qualquer mérito do jogo. Se quiser saber mais o Findman fez uma review do jogo aqui.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 42


Loop Hero
Separei alguns jogos da lista de indicados pra The Game Awards pra correr atrás ainda esse ano e o primeiro é Loop Hero. Ele tem uma mistura de fantasia com uso de cartas que me agrada bastante e progredi até certo ponto com bastante gosto, porém acho que depois de um tempo a progressão começa a ser bastante lenta e o loop de jogabilidade passa a ser repetitivo em excesso. Não que não fosse repetitivo desde o início, mas, mesmo sendo um roguelike, o game te apresenta coisas novas o suficiente no começo e esse fluxo de novidades que deixam o jogo mais interessante e o personagem mais forte diminui bastante após algumas horas de jogo. É um game bacana, mas pra mim poderia ser um pouco mais balanceado neste quesito.

Psychonauts 2
Confesso que não gostei do primeiro game desta franquia e o que havia visto inicialmente do segundo não tinha me chamado muita atenção, mas resolvi jogar por conta do clamor que recebeu. De início achei que minhas pré-conclusões estavam certas e quase larguei este game, mas fico contente que não fiz isso. O jogo é bastante bom e, acho, se supera na direção, conseguindo implementar mecânicas e situações bastante únicas em cada menta que o personagem principal visita, fazendo com que o game nunca fique estagnado. O negócio é que, pra mim, ainda é um mundo bastante sem carisma. Por mais que a história seja OK, não consigo me conectar com os personagens, deixando Psychonauts 2 um pouco abaixo da lista de favoritos deste ano. Ainda assim eu recomendo pra quem quer que olhe e se interesse minimamente. 

Bolão da TGA
O bolão ainda está ativo! Vote em quem você acha que vai vencer neste link aqui.

Fim
Por hoje é só. Sigo minha jornada pelos games indicados na TGA que eu pulei com o Guardiões da Galáxia. Falo dele na semana que vem. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 41


Forza Horizon 5
Semana passada não escrevi o diário por dois motivos: Forza Horizon 5 saiu no dia que eu geralmente escrevo e eu fiquei jogando Forza Horizon 5 quase o dia todo. Este é um baita joguinho de corrida que oferece uma infinidade de objetivos pra fazer em um mapa enorme.  Pra quem gosta de corrida é um prato cheio, pois a jogabilidade é fenomenal. Infelizmente a parte de desafios semanais ainda parece estar um pouco quebrada, mas acredito que vá ser um jogo que eu vou deixar instalado por bastante tempo.

Halo Infinite Multiplayer
Lançado meio de surpresa no evento de aniversário de 20 anos do Xbox, a parte do multiplayer do novo Halo, que é de graça para todo mundo, traz basicamente o que tinha sido mostrado no teste aberto de rede que teve no mês passado. É um multiplayer divertido, principalmente o Big Team Battle, mas FPS multiplayer não é muito a minha praia. Devo jogar um pouco enquanto aguardo a campanha, que estou um pouco mais empolgado.

The Game Awards
Saíram hoje os indicados da premiação do Geoff Keighley. Os nomeados a melhor jogo foram: Deathloop, It Takes Two, Metroid Dread, Psychonauts 2, Ratchet & Clank: Rift Apart e Resident Evil 7. Deathloop, o jogo da Microsoft Game Studios que é, até o momento, exclusivo do PS5, foi o mais indicado dentre as categorias principais, simbolizando um certo equilíbrio entre as grandes empresas da indústria neste ano. Infelizmente THE FORGOTTEN CITY FOI COMPLETAMENTE ROUBADO, mas vida que segue. 

Aproveite que você está aqui e vota lá no nosso bolão!

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 40


Horizon Chase Turbo - Senna Forever
DLC do melhor joguinho de corrida dos últimos tempos, os carros de fórmula 1 chegam a Horizon Chase. Apesar de que o estilo de corrida continua o mesmo, achei apenas que o senso de progressão é muito mais raso nesta DLC. É muito bacana acompanhar a trajetória do Senna, com o jogo alinhando a sequencia de corridas de cada ano e tudo mais, mas mesmo assim elas parecem senti que faltava uma coisinha pra elevar o nível do jogo. Não sei o que é, admito. Talvez apenas uma vontade maior. O Guarda Belo fez um vídeo sobre essa DLC lá no canal novo dele, confere lá.

Age of Empires IV
Jogando um pouco de Age of Empires IV eu não senti nada de diferente em relação aos anteriores. Isso é bom pra quem gosta da franquia, deixa a série mais estável, mas também eu não me lembro tanto dos jogos pra citar as minúcias que esta nova versão traz. Vi que tem um modo de campanha, que te leva a batalhas e situações específicas da história do mundo, inclusive com vídeo documental narrando e introduzindo tal fato. Bem bacana para quem gosta. Vou jogar mais um pouco do game, provavelmente, mas Age of Empires sempre foi a franquia que eu gosto, mas de longe. Jogo um pouco, mas nunca me aprofundei.

The Fogotten City
Este se tornou um dos meus favoritos do ano, com certeza. O jogador chega nesta cidade esquecida para descobrir que existe algo chamado Regra de Ouro, que pune toda a população caso um cidadão cometa qualquer pecado. O seu objetivo é descobrir qual dos cidadãos está mais suscetível a quebrar a regra para então impedir que aconteça, já que você está preso em um loop temporal que reinicia cada vez que alguém peca. Esta mistura de dia da marmota com Majora's Mask é muito bem amarrada pelo mistério por trás de tudo, a maneira que a história é contada e o ritmo da narrativa. Essas duas últimas linhas resumem 80% das minhas preferências em jogos, então não tinha como eu não gostar de The Forgotten City.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 39


Tribes of Midgard
Anunciado na E3 desse ano e lançado pouco tempo depois, esse é um joguinho que mistura survival com aqueles mods de Warcraft 3 que heróis tinham que defender uma construção central de horadas de inimigos. Tribes of Midgard tem alguns pontos positivos, mas no fim acabei um pouco decepcionado (joguei só partida solo. O jogo comporta multiplayer de até 8 jogadores) pois as partidas são bastante longas e o desafio não escala devidamente. É um game com bastante conteúdo e promessa de suporte contínuo. Vamos ver para onde vai daqui a algum tempo.

Pillars of Eternity
Esse CRPG de 2015 me atraiu a atenção por motivo nenhum um tempo atrás e, quando li na semana passada que Avowed vai se passar no mesmo universo, resolvi então testar. É um jogo um pouco estranho de se jogar no console, devo dizer, mas até achei interessante como foram implementados os vários elementos de um RPG de mesa ali. Infelizmente ele me perdeu quando percebi que estava achando parecido com Dragon Age, um game que tentei gostar mas não consegui. No fim eu não estava com vontade de dedicar o tempo devido que um jogo desse requer, infelizmente.

Back 4 Blood
"Sucessor espiritual" de Left 4 Dead, Back 4 Blood entrega praticamente a mesma fórmula, que ainda funciona muito bem quando jogado entre 4 amigos. A campanha é longa e tem uma variedade grande de armas e utensílios para se utilizar, além de um total de 8 personagens para escolher. Defender um bar de ondas de zumbis ao som de Black Betty só não foi o auge do meu domingo porque eu comi panquecas feitas pelo meu amor na janta. Recomendo ambos (Back 4 Blood e Panquecas).

Celeste
Celeste foi um dos meus grandes destaques pessoais de 2018. Um joguinho de plataforma bastante desafiador e que a dificuldade inclusive participa da narrativa, de certa forma. Um dos poucos jogos que fui realmente atrás de fazer todos os desafios, que são, de fato, bastante desafiadores. Além da DLC. Também vale destacar a fantástica trilha sonora. Tudo nesse jogo me enche de alegria. Enfim, só revisitei ele um pouco porque está saindo do Game Pass agora no dia 31 de outubro. Se você está lendo isso em tempo, recomendo fortemente que jogue Celeste.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 19 de outubro de 2021

Diário de Joguinhos do Business Cat 38



The International
Semana passada não teve diário de joguinhos e o motivo foi o The International, campeonato de Dota 2, que me fez respirar apenas dota por uma semana. Mais uma vez a grandeza e importância do evento não decepcionaram e a qualidade do dota apresentado foi excepcional, com um time de azarões russos e ucranianos vencendo os favoritos chineses na final e levando 18,208,300 de dólares para casa. A semana do The International é sempre a minha favorita do ano, ao lado da semana da E3, então pra mim foi um prato cheio de alegria e empolgação durante 10 dias.

Metroid Dread
Também tenho jogado um pouco do novo Metroid (review do Desgraça aqui) e estou achando bastante bom. Gosto bastante da agilidade com que a Samus se movimenta e também do level design, que quase te permite "ir reto" em direção ao objetivo final. Claro que isso não é o mais aconselhável a se fazer em Metroid, mas fiquei positivamente surpreso com o que senti em relação a isso enquanto jogo. Outro ponto positivo são as batalhas com chefes, apresentando um bom equilíbrio entre dificuldade e aprendizado. Até o momento não encontrei nenhuma tão difícil, mas ouvi dizer que a última é bastante complicada. Vamos ver quando eu chegar lá

NSO Expansion Pack
Puta que pariu, hein? Eu estava empolgado para jogar Mario Kart 64 de novo, mas não vai rolar. O Expansion Pack do Nintendo Switch Online aumenta o preço do plano de R$100 para R$263, é muita grana. "AAAH, MAS TEM TAMBÉM A DLC DO ANIMAL CROSSING, DAÍ O PREÇO COMPENSA". Sim, verdade, mas eu não jogo Animal Crossing e nem tenho o jogo. E daí, como fico? Se essa tendência de disponibilizar as DLCs de jogos junto no expansion pack continuar, tudo bem, daí quando sair conteúdo extra de um jogo que eu tenho e gosto, eu atualizo o plano, mas duvido que eles vão botar acesso a duas DLCs sem aumentar o preço.

Sora no Smash
Acabei de testar o boneco e, devo dizer, achei ele um dos mais simples em questão de jogabilidade em relação aos adicionados depois do lançamento. Não que isso seja um demérito, até prefiro que seja assim, já que sou um jogador bem casual de Smash. Gostei principalmente do especial neutro, que alterna entre os elementos, e que o segundo pulo dele vai bem alto, mas não tenho muito mais a falar sobre o Sora porque nunca joguei Kingdom Hearts. Mas fico feliz por quem estava aguardando ele ansiosamente.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 37


Halo
Neste último fim de semana foi liberado para praticamente todo mundo testar alguns modos multiplayer de Halo Infinite. Minhas ressalvas se limitam principalmente ao modo Arena, mas o Big Team Battle é realmente bastante divertido com suas batalhas gigantes e cheio de gente no mapa. O que mais me impressionou foi que não tive lag nenhum mesmo jogando com jogadores de outras regiões. Confesso que me diverti mais do que eu achei que iria nas poucas partias que fiz.

Sea of Thieves
Joguei umas horinhas do único jogo de pirata que foi anunciado na E3 de 2016 e viu a luz do dia (RIP Skull and Bones). Sea of Thieves é um jogo muito divertido, mas só jogando com amigos. As vezes pode ser um pouco frustrante na busca de cada objetivo, mas ainda assim é bacana. Navegar é uma sensação bem boa e a água é especialmente bonita. Nada como encontrar navios fantasmas, tubarões gigantes e outros jogadores para te atacar ao mesmo tempo enquanto o deck está cheio de tesouros.

xCloud
A plataforma de jogar "pela nuvem" da Microsoft (ainda em beta) começou seu funcionamento no PC para o público geral no Brasil nesta semana. Pude testar um pouco e, como esperado, para alguns jogos funciona melhor que para outros. Um jogo de luta, que necessita de reações rápidas, sempre vai sofrer mais do que um RPG de batalhas por turno. É uma tecnologia bacana, mas que, acho, só funciona por estar embutida na plataforma do Game Pass. Um serviço exclusivamente voltado para jogar pela nuvem ainda acho difícil vingar Stadia, pois a frustração pequena sempre vai existir.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 36


Sable
Sable, pra mim, é possivelmente a maior decepção do ano, o que me deixa muito triste em dizer. Eu venho acompanhando o progresso do game desde a E3 de 2018, quando apareceu por uns 5 segundos em meio a uma montagem na conferência da Xbox. O estilo de arte chamou bastante atenção e, ao menos nessa parte, o jogo entrega. Os cenários estáticos são realmente lindos, mas os atrativos do game para mim pararam por aí.

Dois motivos me fizeram perder a motivação de jogar Sable. O primeiro é a performance, com quedas de frame constantes. A parte mais interessante do jogo é viajar até os pontos de interesse cruzando o lindo cenário com a sua moto, mas é justamente nesta parte que o jogo mais falha em manter a estabilidade. Felizmente um patch pode resolver isso futuramente.

O segundo ponto é o fato de Sable ser, basicamente, um aglomerado de side quests. O jogo prioriza sempre a exploração, e trabalha profundamente a construção do folclore de cada tribo por meio de textos e conversas. No meio disso tudo, o jogador recebe várias missões para fazer que, ao completar algumas específicas, recebe insígnias que depois podem ser trocadas por máscaras. O objetivo do jogo é colecionar estas máscaras e isso simboliza o rito de passagem da personagem que dá nome ao jogo. É um conceito interessante, mas que passa longe de funcionar para mim especificamente, alguém que raramente faz side quests em qualquer jogo.

Enfim, espero que, após as correções de performance, muitos de vocês consigam aproveitar o jogo tanto quanto eu gostaria de ter aproveitado.

Unmetal
Falei alguns diários atrás deste joguinho do criador de Unepic que parodia jogos de stealth, principalmente Metal Gear. Nós conseguimos uma chave para fazer review antes do lançamento e o Desgraça gostou bastante. Dei boas risadas com o texto dele e, só conversando sobre o jogo (e tendo jogado a preview), já sei que vou me agradar. Infelizmente o preço está um pouco salgado, mas devo comprar quando conseguir.

Aniversário do Locadora
Dia 13 de setembro é aniversário do LocadoraTV e, pelo segundo ano consecutivo, esquecemos da data. O blog ainda está vivo principalmente pelos textos, o que é uma surpresa pra mim, devo dizer, mas uma boa surpresa. Triste apenas pelo fato de que a mídia escrita que tenha mais de 280 caracteres seja tão menos consumida do que outras, mas continua sendo a minha foram preferida de comentar sobre o que gosto. Fiz também uma threadzinha no Twitter para falar um pouco mais sobre o que significa para mim este momento do Locadora.

Fim
Por hoje é só. Na primeira vez que lancei o diário de joguinhos ele durou 18 edições. Hoje é a 18ª desta "nova temporada" e continuo com gás para escrever. Obrigado pelo apoio, Ken-Oh, mesmo que você esteja lendo isso atrasado. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 35


Into the Breach
Eu joguei bastante FTL e prefiro o gênero de estratégia em turno do que em tempo real, então achei que iria me perder mais em Into the Breach do que está acontecendo, devo admitir. O jogo é bem bacana, o jogador tem que impedir uma invasão alienígena e proteger as cidades em cada missão até conseguir  salvar todas as quatro ilhas, mas acho que estou demorando para pegar o jeito. O ponto forte que comecei a descobrir a pouco tempo (não joguei TANTO assim do jogo ainda) é que muitas vezes vale mais reposicionar seus inimigos do que simplesmente matá-los, adicionando uma outra subcamada às partidas. Liberei apenas um segundo grupo de robôs e me pareceu bastante pior que o primeiro, mas vou jogar mais um tanto para ver se me fisga.

Axiom Verge 2
Axiom Verge é um jogo bem conceituado e, incrivelmente, completamente feito por um homem só. É bastante baseado em Metroid, mas cria seu próprio universo com regras e lore bem distintas. Confesso que me lembro pouco do primeiro game além de ter achado bastante bom e o segundo vem na mesma levada. A personagem principal consegue hackear os inimigos e agora usa um machado e um bumerangue ao invés de armas "de tiro". Outra coisa legal também é que ela está em outra dimensão em relação ao primeiro jogo, mas tem como acessar aquela área (acho) usando um pequeno robô que pode passar por buracos apertados e atravessar alguns portais. É um jogo com bastantes ideias diferentes misturadas de forma correta, na minha opinião.

Businexbox
Eu vejo poucas pessoas nas redes sociais do Brasil que falam exclusivamente de Xbox de uma maneira pacata, sem mencionar guerra de consoles ou ser um babaca, então decidi me aventurar neste mundo perigoso. Criei o Businexbox no Twitter e também estou fazendo umas páginas no Notion para registrar e compartilhar informações, como por exemplo o Listão do Game Pass, a Tabela de Lançamentos, e o Portal dos Estúdios. Me sigam lá que vou compartilhar bastantes coisas sobre o departamento de jogos da Microsoft.

Fim
Por hoje é só. Quero ver se termino Axiom Verge 2 até quinta feira, pois lança Sable e quero em dedicar um pouco mais a ele. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 34


Nada novo
Essa semana eu não joguei nada novo, mas vou elencar atualizações de algumas coisinhas que eu já falei aqui vezes passadas:
- Já joguei o suficiente de The Ascent. Jogo muito bonito e me satisfez durante esse tempo, mas não vou jogar até o fim, como imaginei que não faria. Apesar disso, recomendo sim para ao menos testar. É um bom jogo.
- Dota continua consumindo boa parte da minha vida.
- Deathloop lançou e, infelizmente, não vou conseguir jogar agora, já que nem pro game pass do PC veio por conta da exclusividade temporária da Sony. Era meu jogo mais aguardado para esta nova geração e parece que está entregando tudo que eu imaginei que entregaria.

Fim
Por hoje é só. Semana fraca para o meu diário, mas a partir de agora devo acabar tendo mais tempo para as inutilidades da vida. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 33


Documentário Axiom Verge
Neste final de semana prolongado eu assisti este curto vídeo que já estava salvo no "assistir mais tarde" do meu Youtube há algum tempo. Em 25 minutos, o documentário fala um pouco sobre o desenvolvimento de Axiom Verge e também sobre a triste história do criador Thomas Happ por trás disso tudo. É realmente emocionante e me fez imediatamente ir atrás de Axiom Verge 2 para comprar no Switch. Bom, na verdade foi só um motivo extra, pois eu gosto do primeiro jogo também. Recomendo assistir.

The Ascent
Está saindo muito jogo que eu quero jogar e The Ascent havia ficado um pouco para trás. Este é uma mistura de Diablo com twin stick shooter em um mundo cyberpunk e oferece uma experiência bastante boa nestes três segmentos. Tenho algumas críticas principalmente à HUD do game, que tem as letras MUITO pequenas, tornando impossível que eu leia os menus e descrições na minha TV de 32" enquanto estou sentado no meu sofá. Até resolvi ignorar a história por conta disso e ficar só com a jogabilidade, que é bastante boa, para me divertir durante algum tempo. É daqueles jogos que eu vou jogar um tempo e largar antes de zerar, mas me diverte enquanto isso. Destaque do game com certeza vai para o visual excepcional dos cenários.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 32


Gamescom
Semana de eventos de joguinhos, mas não teve tantas novidades assim. A única de mais destaque foi o RPG tático da Marvel, Midnight Suns, que, confesso, me interessou. Não parece nada novo, mas o trailer massavelho com música chavão me agradou, ainda mais em conjunto com a informação de ser um RPG tático. Resta saber se o time que era responsável por XCOM consegue acertar um pouco melhor nas precisões dos golpes dessa vez. Se me disserem que o jogo tem 98% de chances de ser excelente, ainda vai ter 90% de chances de não ser.

Ah, e Halo Infinite ganhou data finalmente. Falamos sobre alguns outros destaques no Backtracking #6 que saiu hoje

No More Heroes 3
Comecei o novo No More Heroes este fim de semana. Infelizmente não tenho conseguido jogar meus joguinhos na velocidade que eu gostaria, porque a história deste (ao menos no início) é digna de um roteiro do Michael Scott, ou seja, é fantástico. Sim, o mundo é meio vazio e andar com aquela moto pelas ruas é um pouco ruim, mas, pra mim, o ritmo do jogo tem funcionado, bem como minha memória afetiva dos dois primeiros havia me prevenido.

Fim
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terça-feira, 24 de agosto de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 31


Twelve Minutes
Eu não costumo gostar de adventures point and click, mas costumo gostar bastante de histórias de loop temporal, com isso vocês podem ver que a minha balança ficou um tanto quanto maluca ao jogar este novo exclusivo da Microsoft (nos consoles). No fim, o gosto por histórias de dia da marmota sobressaiu e eu consegui aproveitar bem Twelve Minutes, ficando bem envolvido com o plot e as viradas, mesmo compreendendo que talvez não sejam. Usei um detonado para evitar as frustrações que jogos desse tipo sempre me causam e com certeza foi a escolha certa para mim. Recomendo o joguinho!

Pokémon Legends: Arceus
Parece que aconteceu tanta coisa desde terça feira passada (não no mundo dos games, infelizmente) que eu já nem me lembro bem desse direito! Brincadeiras a parte, achei bacana a pegada misturada de spin off com linha principal que este título está parecendo ter, com até implementações para dar mais profundidade ao combate. Gostei bastante também do estilo de arte escolhido, proporcionando alguns cenários bastante bonitos. 

Estou curioso apenas quanto ao objetivo do jogo e como vai ser sua progressão. "Completar a primeira pokédex" é algo muito vago, visto que completar a pokédex é um objetivo de todos os jogos principais da franquia também. Como não apareceu nada de ginásios até agora, me resta crer que o game terá um pouco mais de foco em outros tipos de narrativa, o que me alegra e amedronta ao mesmo tempo. História quase nunca é um ponto forte em Pokémon. De toda forma, este é, com uma grande vantagem, o jogo anunciado que eu estou mais empolgado para jogar.

The Gunk
Depois de tanto tempo sem informação alguma, eis que aparece novamente The Gunk. Mesmo parecendo, a primeira vista, completamente diferente dos jogos Steamworld, vendo este novo trailer não pude deixar de sentir similaridades com a série Dig. Me parece que este jogo também vai ser bastante voltado para uma exploração guiada, porém, desta vez, não em um subsolo, mas em um planeta cheio de florestas com cenários deslumbrantes. Atualmente já estou duvidando um pouco que vão manter o lançamento para este ano, mas sigo na torcida.

Fim
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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 30


Skyward Sword
Joguei pouca coisa essa semana, mas finalmente consegui me desprender de Pokémon Unite para voltar para o Zelda e agora estou quase finalizando. Minha opinião não mudou muito desde as impressões iniciais, é um jogo bem bacana com arte, música e level design excelentes, mas o combate ainda é pouco intuitivo para mim e as vezes parece que os inimigos teletransportam o braço de guarda bem no momento que eu estou atacando. É um pouco frustrante. Tem uns outros probleminhas que as vezes acontecem, mas ainda acho que recomendaria ele apesar de qualquer um destes deméritos. Falamos um pouco desse jogo no último podcast.

Lista
Eu fiz uma lista de futuros (e passados) lançamentos de acordo com meu gosto pessoal pra me organizar e programar a jogatina. Organização é um hobby e eu vou continuar atualizando ela. Não é nada de mais, mas está aqui pra quem interessar.

Fim
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terça-feira, 10 de agosto de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 29


New Pokémon Snap
Semana passada o joguinho de "só tirar foto" recebeu uma atualização gratuita com três novas fases. Não é nada de extraordinário, mas ainda assim, bem vindo. O maior diferencial é em uma delas que apresenta as pílulas de polegarina ao mundo de Pokémon e te bota para tirar fotos de insetos (e outros monstros) desproporcionalmente gigantes. Fora isso, algumas pequenas mudanças de qualidade de vida também foram implementadas. É uma boa batelada de conteúdo adicional e recomendo a todos que gostaram do jogo base revisitarem Lental.

Finanças
Findou-se mais um trimestre e apareceram novos números da Nintendo e da Sony. De relevante para comentar acho que vale o total de vendas do Nintendo Switch, que ultrapassou o PS3 e Xbox 360, passando de 89 milhões de unidades. Ainda dentro da Nintendo, New Pokémon Snap foi o jogo mais vendido do trimestre, seguido pelo sempre presente Mario Kart 8 Deluxe. Ring Fit Adventure segue com vendas altas constantes também e se infiltrou no top 10 do console. A Sony infelizmente não libera números de jogos com tanta precisão, mas o que dá de notar é que a produção de PS5 ainda continua lenta, já que venderam menos unidades no total mesmo sendo impossível encontrar o console em loja alguma.

Fim
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