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terça-feira, 1 de novembro de 2022

Review - Jojo's Bizarre Adventure: All Star Battle R

O lançamento inicial de Jojo's Bizarre Adventure: All Star Battle foi um tanto infeliz, visto que estava saindo em 2013, no final da vida do PS3. O jogo era parte da comemoração de 25 anos de Jojo, sendo lançado perto do anime que adaptava o primeiro e segundo arcos do mangá, o ponto de maior descobrimento da franquia no ocidente, tanto que foi assim que conheci a série. ASB também veio com um modo Campanha online que necessitava de "energia" para conseguir jogar, o que poderia ser mitigado com microtransações e já sabe... Enfim, não foi um título que joguei, então só estou falando por cima.

Felizmente, a Bandai Namco resolveu relançar o jogo, mudando alguns aspectos, além de adicionar algumas coisas novas, algumas sendo conteúdo reusado de Eyes of Heaven, outro jogo de Jojo pela CyberConnect2. Infelizmente, é um relançamento meio safado e salgado, já que está por 50 dólares, 200 reais na Steam, ou 250 na PSN, além de ter um Season Pass com 6 personagens.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 44


Inscryption
Infelizmente este jogo tentou ser umas 4 coisas ao mesmo tempo e acabou não sendo muito bem sucedido em nenhuma delas, na minha opinião. Além das três etapas que o game apresenta ao longo da campanha, ainda tem uma espécie de história do mundo real em live action no esquema found footage que eu, particularmente, achei bastante desnecessário. Triste, pois a jogabilidade em si das partidas de estratégia com cartas é até bem bacana. Esse jogo poderia ter sido melhor se tivesse mais foco.

Death's Door
Death's Door, por outro lado, tenta ser uma coisa só e tem um sucesso muito grande nisso. Com uma historinha simples, mas bacana e uma jogabilidade de combate excelente, este com certeza entra no meu top 5 jogos do ano. A única reclamação que eu tive no começo era a de que as mortes eram punidas de forma ruim, na minha opinião, apenas voltando várias telas sem nenhum motivo aparente, mas este demérito é bastante diminuído por um level design bastante bom. Joguem Death's Door!

Fim
Por hoje é só. Acabei pulando uma semana e nem percebi, então fica aqui o relato das duas últimas. Agora estou de férias e vou ver se consigo jogar tudo que eu quero ainda antes do fim do ano: Halo Infinite, Shovel Knight Pocket Dungeon e The Gunk! Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 42


Loop Hero
Separei alguns jogos da lista de indicados pra The Game Awards pra correr atrás ainda esse ano e o primeiro é Loop Hero. Ele tem uma mistura de fantasia com uso de cartas que me agrada bastante e progredi até certo ponto com bastante gosto, porém acho que depois de um tempo a progressão começa a ser bastante lenta e o loop de jogabilidade passa a ser repetitivo em excesso. Não que não fosse repetitivo desde o início, mas, mesmo sendo um roguelike, o game te apresenta coisas novas o suficiente no começo e esse fluxo de novidades que deixam o jogo mais interessante e o personagem mais forte diminui bastante após algumas horas de jogo. É um game bacana, mas pra mim poderia ser um pouco mais balanceado neste quesito.

Psychonauts 2
Confesso que não gostei do primeiro game desta franquia e o que havia visto inicialmente do segundo não tinha me chamado muita atenção, mas resolvi jogar por conta do clamor que recebeu. De início achei que minhas pré-conclusões estavam certas e quase larguei este game, mas fico contente que não fiz isso. O jogo é bastante bom e, acho, se supera na direção, conseguindo implementar mecânicas e situações bastante únicas em cada menta que o personagem principal visita, fazendo com que o game nunca fique estagnado. O negócio é que, pra mim, ainda é um mundo bastante sem carisma. Por mais que a história seja OK, não consigo me conectar com os personagens, deixando Psychonauts 2 um pouco abaixo da lista de favoritos deste ano. Ainda assim eu recomendo pra quem quer que olhe e se interesse minimamente. 

Bolão da TGA
O bolão ainda está ativo! Vote em quem você acha que vai vencer neste link aqui.

Fim
Por hoje é só. Sigo minha jornada pelos games indicados na TGA que eu pulei com o Guardiões da Galáxia. Falo dele na semana que vem. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 39


Tribes of Midgard
Anunciado na E3 desse ano e lançado pouco tempo depois, esse é um joguinho que mistura survival com aqueles mods de Warcraft 3 que heróis tinham que defender uma construção central de horadas de inimigos. Tribes of Midgard tem alguns pontos positivos, mas no fim acabei um pouco decepcionado (joguei só partida solo. O jogo comporta multiplayer de até 8 jogadores) pois as partidas são bastante longas e o desafio não escala devidamente. É um game com bastante conteúdo e promessa de suporte contínuo. Vamos ver para onde vai daqui a algum tempo.

Pillars of Eternity
Esse CRPG de 2015 me atraiu a atenção por motivo nenhum um tempo atrás e, quando li na semana passada que Avowed vai se passar no mesmo universo, resolvi então testar. É um jogo um pouco estranho de se jogar no console, devo dizer, mas até achei interessante como foram implementados os vários elementos de um RPG de mesa ali. Infelizmente ele me perdeu quando percebi que estava achando parecido com Dragon Age, um game que tentei gostar mas não consegui. No fim eu não estava com vontade de dedicar o tempo devido que um jogo desse requer, infelizmente.

Back 4 Blood
"Sucessor espiritual" de Left 4 Dead, Back 4 Blood entrega praticamente a mesma fórmula, que ainda funciona muito bem quando jogado entre 4 amigos. A campanha é longa e tem uma variedade grande de armas e utensílios para se utilizar, além de um total de 8 personagens para escolher. Defender um bar de ondas de zumbis ao som de Black Betty só não foi o auge do meu domingo porque eu comi panquecas feitas pelo meu amor na janta. Recomendo ambos (Back 4 Blood e Panquecas).

Celeste
Celeste foi um dos meus grandes destaques pessoais de 2018. Um joguinho de plataforma bastante desafiador e que a dificuldade inclusive participa da narrativa, de certa forma. Um dos poucos jogos que fui realmente atrás de fazer todos os desafios, que são, de fato, bastante desafiadores. Além da DLC. Também vale destacar a fantástica trilha sonora. Tudo nesse jogo me enche de alegria. Enfim, só revisitei ele um pouco porque está saindo do Game Pass agora no dia 31 de outubro. Se você está lendo isso em tempo, recomendo fortemente que jogue Celeste.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 26


Journey
Este já é praticamente um clássico. Se me lembro bem, foi o primeiro ou um dos primeiros jogos a saírem direto e apenas para a PSN e finalmente peguei ele para jogar. Apesar de saber muito pouco sobre o game, eu estava ciente do grande diferencial dele, que é o fato de os companheiros que se encontra pelo caminho serem pessoas e não NPCs. Se isso tirou ou não a graça do jogo eu não sei dizer. Ainda gostei bastante dele, mas talvez o fato de Journey ser botado em um pedestal tenha desfavorecido a minha experiência. Não que eu esteja dizendo que ele não mereça, mas o histórico cria expectativas que, as vezes, são difíceis de serem superadas.

The Solitaire Conspiracy
Sim, Solitaire de Paciência mesmo, mas com um twist. Em meio a uma historinha de espionagem, o jogador deve controlar equipes em missões que são representadas pela mecânica do clássico jogo de cartas. Ao longo da trama, mais equipes são disponibilizadas e elas funcionam como os naipes, sendo que cada equipe tem uma habilidade especial que pode ajudar ou atrapalhar cada jogada da partida. Bem simples e rápido e uma modificação bem interessante de um jogo que quase todo mundo que teve algum Windows antes do vista já deve ter jogado alguma vez na vida.

Despot's Game
Uma mistura de auto battlers com roguelike. Compre unidades, gaste para evoluí-las para as classes de escolha e mantenha energia alta para avançar ao longo do calabouço onde foram todos jogados. O que eu joguei deste game foi uma demo que está disponível na steam e devo dizer que o aspecto estratégico dos auto battlers combinou com a aleatoriedade dos roguelikes, para o meu gosto. A quem interessar possa, escrevi uma preview mais detalhada sobre ele.

Dota Underlords
Outro dia fui matar tempo e abri novamente o Dota Underlords, o auto battler da Valve. Este é um joguinho que eu dediquei uma boa quantidade de tempo já, mas na grande maioria das vezes em partidas com bot. Descobri essa semana que minha pontuação no rankeado de um dos modos era zero e tentei ver quanto eu conseguia subir. O problema do Underlords é, e talvez por isso o jogo esteja em processo de falecimento, que a vitória é extremamente dependente da sorte de aparecer os bonecos certos na loja para serem comprados. Eu até subi alguma pontuação, mas não consegui ir tão longe não e desconfio também que o match making não me botava com outros jogadores de rank 0, mas enfim, foi uma experiência curiosa. Apesar dos pesares, recomendo o Underlords para quem se interessa pelo gênero.

The Legend of Zelda: Skyward Sword HD
O lançamento desta semana foi o Skyward Sword HD, jogo que não consegui jogar na época do Wii pois eu não tinha o Wii Motion +. Joguei pouco até agora, estou me encaminhando para a segunda dungeon apenas, mas acho que já consigo fazer alguns comentários. A ambientação, direção de arte, música e história são aspectos bastante acima da média, o que é comum da série, mas confesso que a maior reclamação geral deste game também é a minha: o combate é pouco preciso, mesmo usando apenas o pro controller, o que deixa a experiência as vezes um pouco frustrante. Com certeza vou continuar jogando, estou curioso com o que tem por vir, uma pena mesmo este jogo estar tão ligado à época dos controles de movimento.

Tom Clancy's XDefiant
Fresquinho do forno, a Ubisoft anunciou oficialmente hoje um novo jogo da série (?) Tom Clancy, o XDefiant, que mistura FPS com poderes, no estilo de hero shooter, em um ambiente que parece feito por velhos que querem parecer jovens. Infelizmente achei bastante genérico a primeira vista, mas o game ainda está longe do lançamento. Abriram inscrições para um beta aberto que começa logo, tomara que faça bem ao game.

Steam Deck
Todos estavam esperando o Switch Pro, mas receberam só o modelo OLED. A Valve veio no embalo e anunciou o Steam Deck, que, de semelhante com o Switch, só tem a aparência mesmo, pois este é um computador portátil. Rodando o Steam OS, o novo produto da Valve oferece uma alternativa portátil para a galera da PC Master Race.

Resumindo rapidamente o que eu achei do produto: é grande e pesado. Comparando com o Nintendo Switch, ele tem 6,5 cm a mais de largura e pesa por volta de 300g a mais. Parece pouco, mas para a escala que são, é algo significativo. Mas não são só reclamações, acho realmente interessante a ideia e fico curioso com a funcionalidade dos trackpads que foram incluídos. As impressões iniciais de quem pode testar foram até positivas.

Serão ofertados três modelos, que basicamente só têm a memória de diferente, com preço inicial de 400 dólares na versão de 64 GB (que, sinceramente, acho pouquíssimo considerando que jogos de PC geralmente são pesados) e máximo de 650 dólares na versão de 512 GB com algumas coisinhas adicionais. Todas as versões podem ter a memória expandida via cartão SD. O consumidor pode se cadastrar para comprar o Steam Deck neste link.

A única coisa que me deixa encucado nesta história toda é que esta máquina, por ser portátil e até, pelo que vi, com preço acessível pela composição de hardware que tem, ainda não vai rodar coisas novas na configuração ultra, como geralmente gostam os jogadores de PC, que são o público alvo do Steam Deck. Acho que vai ter uma saída boa inicialmente, mas se nada novo aparecer para expandir a oferta desta categoria de computadores, algo que a própria Valve falou que será possível e provável tenho medo que logo as vendas comecem a reduzir.

Fim
Por hoje é só. Este deve ter sido o diário de joguinhos com mais tópicos que eu já fiz. A jogatina rendeu nas férias e apareceram alguns assuntos interessantes de comentar também. Não sei quanto vai me durar este fluxo de entretenimento, mas vamos levando enquanto dá. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.


sexta-feira, 16 de julho de 2021

Preview - Despot's Game

   Existiam muitos mods no Warcraft III, sendo o mais famoso deles o DotA, que acabou por sair do braço de seu "jogo mãe" com o Dota 2. Existem também vários mods dentro do próprio Dota 2 e, em 2019, um deles ganhou destaque o suficiente para seguir um caminho independente também, era o Dota Auto Chess e ali foi a gênese de um novo gênero de jogo, os auto battlers. Assim como o Dota, que gerou vários outros mobas, o Auto Chess também criou uma tendência que Despot's Game abraça e põe dentro de uma estrutura roguelike, levando o gênero de batalha automática do multi-player para o single-player.


segunda-feira, 28 de junho de 2021

Preview - They Always Run

    No meio da chatice que é, muitas vezes, assistir o PC Gaming Show da E3, sempre encontro alguns jogos que me chamam atenção perdidos no meio da apresentação. O desse ano foi They Always Run e fiquei feliz de ver uma demo dele na Steam para testar este game de ação em que os alvos do caçador, você adivinhou, eles sempre correm.


terça-feira, 22 de junho de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 22


Demos da steam
Como parte da Steam Next Fest, baixei alguns demos para testar. Infelizmente estou sem muito tempo para jogar uma grande quantidade, mas selecionei ao menos três para focar e fazer uma preview. São eles:
    Sable: Sable é um jogo muito bonito que parece ser mais uma experiência contemplativa a princípio. Com nenhuma ação e apenas alguns indícios de puzzle, o jogador segue a vida da personagem principal que está prestes a embarcar em uma aventura além dos limites de sua aldeia. [Preview]
    UnMetal: Do mesmo criador de Unepic, agora vem uma sátira ao gênero stealth, mais especificamente os primeiros Metal Gear. UnMetal tem uma narrativa bastante engraçada (para mim ao menos) que tira sarro também dos filmes de ação dos anos 80. [Preview]
    They Always Run: Mais no estilo de ação 2D, They Always Run acompanha um caçador em busca de seus alvos humanos que, bom, sempre correm dele. Uma mecânica interessante aqui é que o personagem principal tem um terceiro braço e isto implica em algumas implementações diferentes no combate. Jogo também com visual bastante bonito. [Preview]

Ryse: Son of Rome
Além desses demos da Steam eu também comecei pelo Xbox Game Pass o Ryse: Son of Rome, jogo que acompanhou o lançamento do Xbox One. Até entendo algumas críticas a ele no sentido de ser repetitivo, o que eu concordo, porém fiquei prendido no ritmo acelerado que o jogador é colocado, até com poucas pausas entre capítulos para manter o pé no acelerador. Como jogo de ação não vejo nele nada de diferenciado, inclusive abusa dos quick time events, porém, na minha opinião é um game bem redondinho e que vai valer meu investimento.

Fim
Por hoje é só. Minha semana anda bem corrida e quase esqueci de fazer o diário de joguinhos, mas é sempre um prazer vir aqui conversar comigo mesmo e com o Ken-Oh. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quinta-feira, 25 de março de 2021

[Opinião] O que deu de errado no Stadia?

    Tudo. Quase poderíamos resumir assim toda a atividade do Stadia. Desde o seu anúncio nada parecia funcionar em favor da plataforma de games do Google, culminando no fechamento do que eventualmente deveria vir a ser o carro chefe da plataforma, o seu estúdio interno de desenvolvimento de games. Não que o serviço tenha sido descontinuado, mas parece estar respirando por aparelhos.



terça-feira, 21 de julho de 2020

Rocket League será free to play

   Quase que em uma volta às origens, o futebol de carros da Psyonix deve parte do seu sucesso ao acordo de lançamento gratuito com a PS Plus lá em 2015, que foi de grande importância para a divulgação do game. A partir desse ano, em data não especificada, Rocket League vai se tornar free to play.

   No anúncio oficial, a desenvolvedora assegurou que todo o progresso conquistado até agora será mantido e que quem já comprou o game terá acesso a todo o conteúdo que será introduzido no futuro sem nenhum gasto adicional. Mas um ponto interessante que fala neste mesmo anúncio é que a distribuição de Rocket League no PC deve passar inteiramente para a Epic Games Store, lançando na loja no mesmo dia em que se tornará gratuito.

   De acordo com o Steam Charts, Rocket League ainda mantém uma média bastante grande de jogadores mensalmente, além de ter visto o número crescer ainda mais neste ano, provavelmente por conta da pandemia que enfrentamos, batendo o record com 119 mil jogadores simultâneos em março.

   A Psyonix afirma ainda que o game terá suporte total para cross-play, incluindo Steam e Epic Store e que a utilização da conta da Epic permitirá uma progressão cruzada também, mantendo seu rank e inventário em qualquer plataforma desejada. Ainda serão compartilhadas mais informações até o lançamento oficial, se você quiser ficar de olho, basta seguir a página oficial no Twitter.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Review - Keen


   Desde a primeira vez que vi Keen eu só consigo associar este jogo ao ginásio de gelo da segunda geração de Pokémon. Isto porque ele usa a mecânica simples de andar, a cada input de direção, em linha reta até encontrar uma barreira. Essa é a base de Keen, que cria puzzles a partir disso com a adição de um combate tático muito bem calibrado.
*A chave do jogo foi cedida ao Locadora pela desenvolvedora Cat Nigiri.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Review - Helltaker


Nas minhas frequentes horas passadas vendo minha timeline no Twitter, me deparo com diversas fan-arts de garotas demoníacas e screenshots engraçadinhas de um jogo que surgiu do nada. Rapidamente descubro que se trata de Helltaker, um jogo de puzzle com waifus recém lançado na Steam, e de graça, logo já baixei e fui jogar pra ver qual é.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Review - Valfaris [Switch]


   Eu conheci Valfaris de um jeito um pouco improvável, de certa forma, assistindo a PC Gaming Show da E3 do ano passado. Sim, no meio da conferência que todo mundo ignora, esse joguinho me chamou a atenção por parecer ser um "Metroid Heavy Metal" e finalmente tive a oportunidade de jogá-lo. Descobri que ele não tem muito a ver com Metroid, mas esbanja Heavy Metal.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 16


Super Mario Maker 2
Falando rapidamente, pois vou tentar escrever uma review mais detalhada semana que vem, Super Mario Maker 2 é exatamente aquilo que alguém poderia imaginar: fases infinitas com a jogabilidade que todo mundo conhece. Fechei todas as fases que vem "de fábrica" já e só elas já explanam bem o potencial que esse jogo tem. É um game excelente.

Adore
Umas semanas atrás eu publiquei uma entrevista com a galera do Gravity Heroes. Além deles, eu também entrei em contato com outros desenvolvedores indies brasileiros que conheci na BGS. O Thiago Carneiro, da Cadabra Games, respondeu algumas questões sobre Adore, jogo que venceu o prêmio de melhor jogo brasileiro no BIG Festival, que aconteceu no mês passado.

Adore é um jogo "tipo Diablo" a primeira vista, mas bastante diferente e único. Você pode ler mais sobre o jogo na Revista Locadora #3

Por inexperiência minha, acabei fazendo poucas perguntas e de maneira simples, então não vou colar as perguntas e respostas, mas segue um pouco do que foi abordado:
- Desde a versão da BGS, que eu joguei, ainda foram adicionados um sistema de combos e afinidades. Me interessou principalmente essa questão de afinidades, já que você consegue domar até quatro criaturas e ter uma diferença de poder entre as combinações dá uma profundidade maior ao game.
- Outros personagens jogáveis serão acrescentados no jogo.
- Atualmente existem oito criaturas prontas em Adore, com mais duas quase prontas, porém a equipe da Cadabra Games ainda não decidiu quantas terão na versão final.
- O planejamento é de lançar o game em early access na steam ainda esse ano, mas ainda não existe uma data definida para o lançamento da versão final.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 15


Dota Underolrds
Assim como Dota nasceu como um mod de Warcraft 3, Dota Underlords nasceu de um mod  de Dota 2. Dota AutoChess chegou a um ponto que estava quase fazendo mais sucesso que o seu jogo base, levando a Valve a entrar em contato com o criador do AutoChess para tentar um acordo. As partes resolveram não trabalhar juntas, mas cada uma criaria um jogo separado como sua própria versão de autobattler. No fim, Dota Underlords é 80% igual ao que era o AutoChess, com praticamente as mesmas peças que fazem praticamente as mesmas cosias e com as mesmas sinergias, mas ter um jogo próprio deixa tudo mais bem polido.

Para explicar um pouco melhor o que é o jogo, você compra peças para botar em um tabuleiro. "Cópias" das suas peças atacam outros jogadores ao mesmo tempo que "cópias" das peças dos outros jogadores atacam o seu tabuleiro. Cada peça tem duas classes e, juntando mais peças de mesma classe, elas criam uma sinergia que dá algum bônus de ataque ou defesa, fazendo seu time mais forte. Cada turno você ganha experiência enquanto avança do level 1 ao 10, podendo botar uma peça no tabuleiro para cada level que você tem. Ganha quem sobreviver, ou seja, quase um battle royale. Dota Underlords está em open beta, de graça, na steam. Não custa nada dar uma olhada, acho que é um jogo bastante bom.

Promoção da Steam
Dicas rápidas de jogos com desconto na promoção de verão da Steam:

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.  

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Gravity Heroes

Gravity Heroes é um jogo que conheci na BGS do ano passado, desenvolvido por uma empresa brasileira e com uma jogabilidade muito bacana. Na Revista Locadora #3 você pode conferir o preview escrito pelo Guarda Belo sobre o jogo, que foi um dos destaques da feira. Eu estava interessado em acompanhar o progresso de alguns jogos que conferimos lá e a galera da Studica Solution, mais especificamente o Hugo Campos, fez a gentileza de responder algumas perguntas sobre o game.


segunda-feira, 3 de junho de 2019

Review - Gato Roboto

Gato Roboto é um metroidvania curto, porém muito bacana, totalmente em preto e branco onde você joga com o MELHOR ANIMAL (aproveitando que o Guarda Belo deixa pra mim fazer os posts pra dizer isso aqui)


quinta-feira, 30 de maio de 2019

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Promoções de Black Friday

   Chegou a época de gastar dinheiro e, se for para isso, melhor se os joguinhos estiverem em promoção. Separamos uma lista de indicações de cada plataforma para auxiliar você a escolher a melhor opção de compra nessa Black Friday. Sem mais delongas, seguem as listas.



Uma coisa rara está acontecendo, jogos 1st party da Nintendo estão em promoção no Switch (infelizmente, não na eshop americana, que é a mais comum a ser usada pelos brasileiros). Segue abaixo algumas dicas de games com desconto no Switch com valores aproximados e na melhor região para compra:

-Breath of the Wild - R$161,60 / África do Sul
-Xenoblade Chronicles 2 - R$135,75 / África do Sul
-Super Mario Odyssey - 135,75 / África do Sul
-Dragon Ball FighterZ - R$159,22 / Estados Unidos
-Donkey Kong Tropical Freeze - R$135,75 / África do Sul - R$159,22 / Estados Unidos
-Mario+Rabbids: Kingdom Battle - R$90,97 / Estados Unidos
-Shovel Knight: Treasure Trove - R$70,73 / África do Sul - R$75,80 / Estados Unidos
-South Park: The Stick of Truth - R$56,84 / Estados Unidos
-Celeste - R$60,63 / Estados Unidos
-The Messenger - R$53,05 / Estados Unidos
-Dead Cells - R$75,80 / Estados Unidos
-Rocket League - R$45,46 / Estados Unidos
-Axiom Verge - R$37,88 / Estados Unidos
-Child of Light - R$37,88 / Estados Unidos
-Steamworld Dig 2 - R$37,88 / Estados Unidos
-Steamworld Heist - R$37,88 / Estados Unidos
-Bastion - R$20,75 / Russia
-Enter the Gungeon - R$10,02 / Russia

*Preços retirados do site: https://eshop-prices.com/prices?currency=BRL


 
-God of War - R$78,92
-Marvel's Spiderman - R$131,93
-Persona 5 - R$76,76
-Monster Hunter: World - R$99,95
-Far Cry 5 - R$89,50
-Dragon Ball FigherZ -  R$112,45
-Wolfenstein II: The New Colossus - R$65,96
-NieR: Automata - R$114,95
-Destiny 2: Forsaken - R$97,42
-Assassin's Creed Odyssey - R$133,99
-The Last of Us - R$23,97
-Horizon Zero Dawn: Complete Edition - R$59,92
-Nioh - R$59,96



 
-Assassin's Creed Odyssey - R$149,25
-Forza Horizon 4 - R$126,71
-Shadow of the Tomb Raider - R$150,00
-Destiny 2: Forsaken - R$107,90
-PUBG - R$90,30
-Dead Cells - R$44,10
-State of Decay 2 - R$82,84
-Overwatch - R$92,00
-Sea of Thieves - R$97,47
-Cuphead - R$59,96
-The Evil Within 2 - R$ 66,00
-Tekken 7 - R$ 120,00
-Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands - R$ 71,60
-Gears of War 4 - R$ 36,86
-Mortal Kombat XL - R$ 48,00
 
 

-Assassin's Creed Odyssey - R$ 107,19
-Valve Complete Pack - R$ 33,05
-Borderlands: The Handsome Collection - R$ 24,01
-Microsoft RTS Collection - R$ 63,98
-Nioh: Complete Edition - R$ 46,99
-HITMAN™ - Game of The Year Edition - R$ 28,91
-Enter The Gungeon Collector's Edition - R$ 13,99
-Bastion - R$7,24
-Child of Light - R$10,19
-FTL: Faster Than Light - R$4,24
-Guacamelee! Super Turbo Championship Edition - R$14,49
-Ori and the Blind Forest: Definitive Edition - R$18,75
-Portal - R$4,13
-Portal 2 - R$4,13
-South Park: The Stick of Truth - R$14,99
-Super Meat Boy - R$4,99
-Tomb Raider (2013) - R$5,24
-Torchlight - R$4,99
-Torchlight 2 - R$6,99
-Devil May Cry HD Collection - R$ 46,19
-Pacotão da série Resident Evil - R$ 52,05
-Coleção Hotline Miami - R$ 3,18
-They Bleed Pixels + OST - R$ 4,39
-King of Fighters Triple Pack - R$ 31,99
-Ultra Street Fighter IV - R$ 14,99
-Antichamber - R$ 10,49
-Sonic CD - R$ 2,62
-Rainbow Six Siege - R$ 34,99

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

They Are Billions


Este é, provavelmente, o jogo mais difícil que joguei em minha vida e, com certeza, o mais difícil desse ano, até agora.

Em “They Are Billions”, disponível para PC, através da Steam e ainda em Early Access, você encarna uma espécie de senhor feudal numa região devastada por zumbis e seu objetivo é manter a sua vila em pé por uma determinada quantidade de dias, sobrevivendo a invasões zumbis, desenvolvendo novas tecnologias, explorando recursos e criando defesas.


É um jogo de estratégia clássico, ambientado num cenário steampunk e com uma dificuldade absurda. Logo no início do jogo você pode fazer uma série de mudanças que irão diminuir ou aumentar a dificuldade, como o número de dias a serem resistidos e a gravidade da crise zumbi e eu já vou avisando, só venci o jogo com as configurações mais fáceis.

Ali em cima eu disse que você encarna uma espécie de senhor feudal, porque você não é o prefeito da cidade, muito pelo contrário, conforme sua população vai crescendo, eleições ocorrem para a eleição de um prefeito, você é só uma pessoa muito rica que consegue manter uma vila inteira sob o seu comando. Os prefeitos nada mais dão do que alguns bônus para a sua jogatina, como prédios que podem ser construídos sem gastar recursos e novas unidades de defesa da sua vila.

O jogo contém uma grande variedade de recursos e tecnologias a serem desenvolvidas, que devem ser exploradas de forma rápida, pois as invasões zumbis são imperdoáveis, mas talvez pelo fato de ainda estar em Early Access, falte algumas coisas no jogo que facilitam a sua vitória, que depende de sorte aliada a estratégia. Se você não cair num terreno bom, você não vai conseguir conquistar a vitória.

Além disso, ele oferece a função de parar o tempo, algo que você irá usar muito em sua jogatina, já que o game exige diversas ações sendo executadas ao mesmo tempo, o que aumenta a dificuldade, te forçando a pensar em diversas estratégias para avançar no game.

Nos aspectos técnicos o jogo também surpreende. Tinha tudo para ser um game com gráficos fracos, mas eles são muito bons, na verdade, com personagens e prédios bem detalhados e o próprio site diz que os gráficos tem suporte a 4K (mas quem de nós tem acesso a um monitor 4K?). O áudio também foi bem cuidado, nota-se um efeito bem interessante, cujos sons de prédios e personagens só é audível quando você foca neles ou os seleciona. Os personagens também falam.

Enfim, “They Are Billions” é um ótimo jogo de estratégia e que, apesar de seus defeitos, ainda tem a chance de melhorar e se tornar um dos mais divertidos jogos de estratégia de todos.