Sinceramente, eu ando com bastante preguiça pra escrever reviews. Apesar disso, não queria deixar de falar sobre Pokémon Legends: Arceus, um jogo que me entreteve um bom bocado e que também evoluiu de diversas formas a fórmula de uma franquia que eu adoro. Além dos muitos pontos positivos e de algumas ressalvas menores, no fim, uma ideia se manteve na minha cabeça: a grama alta agora é sua amiga.
Eu não costumo gostar de adventures point and click, mas costumo gostar bastante de histórias de loop temporal, com isso vocês podem ver que a minha balança ficou um tanto quanto maluca ao jogar este novo exclusivo da Microsoft (nos consoles). No fim, o gosto por histórias de dia da marmota sobressaiu e eu consegui aproveitar bem Twelve Minutes, ficando bem envolvido com o plot e as viradas, mesmo compreendendo que talvez não sejam. Usei um detonado para evitar as frustrações que jogos desse tipo sempre me causam e com certeza foi a escolha certa para mim. Recomendo o joguinho!
Pokémon Legends: Arceus
Parece que aconteceu tanta coisa desde terça feira passada (não no mundo dos games, infelizmente) que eu já nem me lembro bem desse direito! Brincadeiras a parte, achei bacana a pegada misturada de spin off com linha principal que este título está parecendo ter, com até implementações para dar mais profundidade ao combate. Gostei bastante também do estilo de arte escolhido, proporcionando alguns cenários bastante bonitos.
Estou curioso apenas quanto ao objetivo do jogo e como vai ser sua progressão. "Completar a primeira pokédex" é algo muito vago, visto que completar a pokédex é um objetivo de todos os jogos principais da franquia também. Como não apareceu nada de ginásios até agora, me resta crer que o game terá um pouco mais de foco em outros tipos de narrativa, o que me alegra e amedronta ao mesmo tempo. História quase nunca é um ponto forte em Pokémon. De toda forma, este é, com uma grande vantagem, o jogo anunciado que eu estou mais empolgado para jogar.
The Gunk
Depois de tanto tempo sem informação alguma, eis que aparece novamente The Gunk. Mesmo parecendo, a primeira vista, completamente diferente dos jogos Steamworld, vendo este novo trailer não pude deixar de sentir similaridades com a série Dig. Me parece que este jogo também vai ser bastante voltado para uma exploração guiada, porém, desta vez, não em um subsolo, mas em um planeta cheio de florestas com cenários deslumbrantes. Atualmente já estou duvidando um pouco que vão manter o lançamento para este ano, mas sigo na torcida.
Fim
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Semana passada o joguinho de "só tirar foto" recebeu uma atualização gratuita com três novas fases. Não é nada de extraordinário, mas ainda assim, bem vindo. O maior diferencial é em uma delas que apresenta as pílulas de polegarina ao mundo de Pokémon e te bota para tirar fotos de insetos (e outros monstros) desproporcionalmente gigantes. Fora isso, algumas pequenas mudanças de qualidade de vida também foram implementadas. É uma boa batelada de conteúdo adicional e recomendo a todos que gostaram do jogo base revisitarem Lental.
Finanças
Findou-se mais um trimestre e apareceram novos números da Nintendo e da Sony. De relevante para comentar acho que vale o total de vendas do Nintendo Switch, que ultrapassou o PS3 e Xbox 360, passando de 89 milhões de unidades. Ainda dentro da Nintendo, New Pokémon Snap foi o jogo mais vendido do trimestre, seguido pelo sempre presente Mario Kart 8 Deluxe. Ring Fit Adventure segue com vendas altas constantes também e se infiltrou no top 10 do console. A Sony infelizmente não libera números de jogos com tanta precisão, mas o que dá de notar é que a produção de PS5 ainda continua lenta, já que venderam menos unidades no total mesmo sendo impossível encontrar o console em loja alguma.
Fim
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O simulador de voo da Microsoft chegou nos consoles, ocasião que me permitiu testar o tão bem falado jogo. Tenho que dizer que ele é bonito demais! Realmente a parte gráfica e técnica para simular o planeta todo juntamente com o clima em tempo real é impressionante demais e foi pra ver isso que fui experimentar. Não gosto muito desse tipo de simuladores como jogo em si, então botei todos os controles no mais fácil possível para poder ver as paisagens, o que o Flight Simulator entrega o que promete de forma esplêndida. Achei apenas os menus um tanto quanto excessivos em não tão fluidos para navegação até iniciar o game, mas quem tiver espaço no HD e quiser baixar pra ver o mundo de cima, recomendo.
Pokémon Unite
Continuo bastante apegado ao Pokémon Unite, então acabei deixando todos os outros jogos que saíram recentemente e que eu queria jogar meio de lado. Eu achei que ia gostar do game, mas não tanto assim. Estou me divertindo bastante enquanto subo meu rank, aprendo novas estratégias e me adapto à meta. A única coisa que me incomoda um pouco é que precisa comprar os personagens, limitando a variação de jogo do jogador. Vou tentar pra semana que vem me abster um pouco dele em favor do Skyward Sword e da atualização do Pokémon Snap, mas não prometo nada!
Fim
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Pela primeira vez no diário de joguinhos vou indicar um livro. Esta coletânea de textos do Iwata foi edita e encadernada para venda em uma edição muito bacana e que traz visões pessoais da vida e trabalho do falecido presidente da Nintendo para quem nunca leu os textos originais que estão disponíveis em japonês, como é o meu caso. São vários trechos curtos que abordam desde a sua infância, quando programava em uma calculadora, até pontos de vista do desenvolvimento do Wii e do Nintendo DS. O que mais me chamou atenção na leitura foi a ênfase que o Iwata tinha em fazer os outros felizes, tendo isso como guia para sua vida e sua profissão. Infelizmente o livro não está disponível em português, mas recomendo bastante a leitura para quem sabe inglês ou japonês.
Pokémon Unite
Boa noite, eu sou o Business Cat e eu sou um viciado. Estou há 2 horas sem jogar e está cada vez mais difícil ficar longe. Estou no trabalho e penso em Pokémon Unite do nada. Estou comendo e Pokémon Unite vem na cabeça. Preciso ir dormir e repito inúmeras vezes o mantra "só mais uma partida". Estou aqui, mas para ser sincero eu não quero ajuda. Eu quero Pokémon Unite.
Brincadeiras a parte, este jogo combinou duas coisas que eu sou extremamente ligado: Pokémon e Moba. Desde o seu anúncio eu já estava empolgado, mesmo quando, se lembrarem bem, a repercussão foi negativa "porque não era remake de Sinoh é só mais um joguinho de celular spin-off que ninguém liga". Assim como Pokémon é um "RPG de entrada", Pokémon Unite é uma boa entrada para o mundo dos Mobas, pois a jogabilidade é bastante facilitada pela falta da compra de itens dentro do jogo. Eles são substituídos por itens equipáveis antes de cada partida, o que dá uma profundidade OK, mas não é a mesma coisa que Dota 2, por exemplo. É um game bastante divertido de qualquer forma, com um loop de jogabilidade viciante e com o bônus da IP gigante que é Pokémon.
Fim
Por hoje é só. Vou ali jogar Pokémon Unite, mas deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.
Desde a E3 de 2019, quando tornou-se pública a informação de que a oitava geração da linha principal de Pokémon (Sword/Shield) não teria todos os monstros disponíveis, vê-se muita reclamação de fãs sobre o rumo que a Pokémon Company dá à sua mina de ouro. Mas há espaço pra uma discussão saudável aí, que dá razão da mesma forma que vê exagero, como quase qualquer coisa na internet.
Há algum tempo estamos vivendo em um mundo onde o entretenimento é alimentado por empolgação. A dita mídia especializada lança artigos sobre qualquer suposto rumor como se fosse a próxima grande coisa e o seu público entra na onda. Isso faz com que essas pessoas empolgadas "espalhem a palavra" e empolguem outras pessoas, criando uma corrente de esperanças vazias que só podem ser saciadas se o objeto de sua imaginação for efetivamente e completamente trazido a vida.
Após tantos podcasts, o Locadora decidiu se reinventar e lançar Podcast em código Morse, então tá aí o novo caminho para o sucesso, ou muito pelo contrário. Business Cat, Desgraça, Ken-Oh e Bulmo decidem falar das mais longuíssimas e famosas franquias dos games, analisando elementos do o que que fazem elas estarem vivas até hoje, as melhores formas de evolução e expansão das séries pelos jogos, também como as piores, quais as franquias que continuam entregando alguma novidade e sem perder seu espírito, assim como aquelas que não saem do lugar e continuam vendendo pra caralho.
Então põe o fone aí e bora escutar, pois tá ficando difícil gravar isso, hein. E digam o que acharam de não ter mais música de fundo junto do papo, isso se alguém ler está desgraça, mas qualquer feedback é bem-vindo.
Finalmente estamos aqui com a parte final dos melhores jogos de 2019, e a parte 4 dos melhores da década, talvez? Enfim, Business Cat, Desgraça e Ken-Oh falam dos destaques do período do fim de maio até dezembro, tem Samurai Shodown, River City Girls, Pokémon, Judgement, Bloodstained, Astral Chain, Link's Awakening, Luigi's Mansion e muitos mais, e mesmo assim, faltou coisa.
Chegou aquela hora do ano que ninguém se importa, mas a gente se diverte, o Troféu Locadora! 2019 foi um ano fraco para o mundo dos vídeo games, mas ainda rendeu alguns jogos de alta qualidade. Claro que também temos que nos lembrar daquilo que foi uma merda não foi tão bem recebido, como sempre fazemos. Vote abaixo e ajude-nos a escolher os merecedores da Fita de Ouro 2019
Finalmente saiu
King of Cards Kindom Hearts 3 Resident Evil 2 Devil May Cry 5 Bloodstained
Jogo tão merda que ninguém se lembra que saiu
Crackdown 3 The Division 2 Anthem Days Gone Left Alive
Jogo que indicaria pra um amigo só de sacanagem
Left Alive Jump Force Nintendo Labo Toy-Con 04: VR Kit Bubsy: Paws on Fire! Contra: Rogue Corps
Morte mais trágica
O sonho que o Stadia daria certo O tempo precioso de alguém que teve de montar um carro de lego em tamanho real Jogos bons dados pela Games With Gold A moral da Bioware 3DS
Melhor fase
Jena Anderson Final Form Boss Battle - Astral Chain Floor 8 Paranormal Productions - Luigi's Mansion 3 Delegacia - Resident Evil 2 Remake Ashina's Castle - Sekiro Nyakuza Metro - A Hat in Time DLC
Melhor convidado especial
Conan O'Brien (Death Stranding) Terry (Super Smash Bros. Ultimate) Terminator (Mortal Kombat 11) Banjo e Kazooie (Super Smash Bros. Ultimate) Keanu Reeves (E3)
Melhor Hideo Kojima
Kojigod Doutor em biomedicina Hideo Kojima cria bebê em útero artificial Kojima no Charlie Brown Kojima sexy de natal Kojimão boba
Não joguei, mas meu amigo jogou e falou que é bom
Metro Exodus Judgement Ace Combat 7 AI: The Somnium Files Power Rangers: Battle for the Grid
Prêmio Nappa de você não é tão bom assim
Death Stranding Star Wars:Jedi Fallen Order Pokemon: Sword and Shield Sekiro: Shadows Die Twice Resident Evil 2 Remake
Pior feito de uma empresa
Blizzard contra ativistas pró-Hong Kong Shenmue 3 tirando a disponibilidade do jogo na Steam Lançamento do Stadia Bethesda lançar o programa Fallout 1st em Fallout 76 Indicação do Jump Force como melhor jogo de luta de 2019
Jogo mais aguardado
Resident Evil 3 Remake Avengers Final Fantasy VII Remake Cyberpunk 2077 The Last of Us II
Vai dar merda
Dragon Ball Z: Kakarot Skull and Bones One-Punch Man: A Hero Nobody Knows Atari VCS Avengers
A grande novidade da semana é esse modelo econômico do Switch. Na mesma onda de quando saiu o 2DS, um 3DS sem 3D, agora temos o Switch Lite, um Switch que não troca, ou seja, só é possível jogar ele em modo portátil. Pessoalmente eu acho isso uma jogada boa e totalmente esperada, já que com o Switch do jeito que é já tem muita gente que só joga ele em modo portátil de qualquer foram, então oferecer uma alternativa mais barata (custa 100 dólares a menos) para quem ainda não tem um console comprar um, só trará benefícios para a empresa.
Pokémon
Em novo vídeo das versões Sword e Shield, descobrimos a existência do Gigantimaxing que, além de deixar os pokémon gigantes como o Dynamaxing, também dá uma nova forma para eles, só não sei dizer que outro impacto isso terá nas batalhas. Outra coisa que parece estar indicada nesse vídeo é um photo mode, que sempre é bacana de ver nos games, e mais uma polêmica para a conta dessa nova geração, ginásios exclusivos de cada versão. Por mais que não seja algo tão impactante, achei uma decisão um pouco estranha. Os pokémon sempre foram para incentivar a troca, mas uma exclusividade de ginásio não faz sentido nenhum, pelo menos a princípio.
Comentando também um pouco sobre a falta da National Dex, é um pouco chato porque isso era uma característica bem forte da franquia, mas não acho que seja o fim do mundo e até consigo ver alguns pontos positivos. O problema todo é que isso, somado a várias outras coisas menores que o pessoal já reclamava há algum tempo, como animações fracas e melhorias gráficas mínimas, acabaram por fazer a comunidade entrar em um estado de quase fúria. Isso, claro, deve influenciar pouco na renda do jogo de modo geral, mas acho que a Game Freak realmente precisa mostrar serviço na geração seguinte, já que nessa já não tem muito o que fazer
Fim
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Essa semana a Nintendo anunciou a data de lançamento de Dr. Mario World, a versão mobile da franquia dessa franquia de puzzle que nasceu lá no NES. Só recentemente tive a oportunidade de jogar o original e digamos que me viciei levemente. Ele é um jogo "no estilo Tetris", onde você tem que alinhar blocos que caem, mas nessa versão mobile algumas coisas estão estranhas. Algumas mecânicas ali estão bastante modificadas e simplificaram bastante o game, além das adaptações que sempre fazem em jogos de celular para poder arrecadar dinheiro (que, nesse caso, não me pareceram injustas a princípio). Dr. Mario World vai ser lançado para iOS e Android no início do mês que vem. Se quiserem mais informações, é só ver o site oficial.
Crypt of the Necrodancer
Por conta do lançamento de Cadence of Hyrule, o Crypt of the Necrodancerestava com uma promoção bem generosa, então aproveitei para comprar a versão de Switch. CotN é um game de ritmo que você só pode se movimentar ou atacar no ritmo da música de fundo (que é muito boa). Ele é bastante punitivo e pode demorar para pegar os padrões dos bichos e entender como reagir a cada um deles, mas, uma vez que um estágio "clica", você se sente um semi-deus prevendo tudo que vai acontecer e reagindo a tudo em tempo real. Na minha opinião é um jogo de nicho, porém é bastante bem feito e vale ao menos o teste.
Pokémon Platinum
Seguindo a minha jornada por todas as gerações de Pokémon, comecei essa semana a quarta. Eu nunca tinha jogado a Platinum especificamente, então resolvi testar sem saber muito o que ela tem de diferente. Eu tinha Diamond e Pearl como as versões que eu menos gostava, mas admito que, ao menos no começo, estou achando bem bacana. Muitas coisas tinham se embaralhado na minha cabeça e eu não achava que era dessa geração, então é possível que ela até suba algumas posições no meu ranking, ainda mais com a terceira geração tendo caído um pouco no meu conceito Porém ainda acho que a partir da quarta geração o design dos Pokémon, para o meu gosto pessoal, começou a piorar um pouco, principalmente os iniciais.
Fim
Por hoje é só. Também consegui contato com a galera da Studica Solution, desenvolvedora indie brasileira que está fazendo o jogo Gravity Heroes, se quiserem conferir a resposta para algumas perguntas que fiz para eles, confere aqui. Esse é um baita joguinho que vai ser lançado ainda esse ano. Deixe aí em baixo
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Esse é um joguinho bem simples de plataforma mais voltado para o estilo de Super Meatboy, onde você tem fases curtas, mas difíceis, mas com o adicional de que você também pode atirar com um arco. Muito do jogo gira em torno do tiro, já que o seu boneco fica em câmera lenta enquanto mira no ar e, inclusive, alcança alturas maiores de pulo enquanto mira.
Eu, porém, achei que a personagem se move rápido demais, as vezes, o que dificulta a precisão de alguns pulos, algo que é crucial em jogos de plataforma. Além disso, o level design por vezes não é tão polido, na minha opinião, fazendo a imprecisão de movimentação ainda mais agravante. O game tem um esquema interessante que você pode controlar o zoom da câmera, o que ajuda na hora de traçar as rotas que você precisa fazer e compensa um pouco dos problemas que eu senti no level design, porém, para mudar o zoom, o jogador é obrigado a ir até o menu. Se essa opção fosse mapeada para o scroll do mouse, seria muito melhor.
Ainda não fui até o final do jogo, mas estou tendo alternâncias entre frustração e empolgação com alguns segmentos, principalmente pois tive que descobrir algumas coisas na cagada para avançar (como a altura maior do pulo enquanto mira), mas não creio que eu consiga fazer uma review mais profunda de Artemis, pois ele é basicamente só isso, um jogo de plataforma desafiador (as vezes pelo motivo errado, infelizmente). Ainda assim vou continuar com ele mais um pouco e tentar zerar, acho que vale a pena, pelo preço que é, se você curte o gênero. Pra não dizer que eu não dei nota, acho que um 6/10 é válido.
PS: Eu recebi a chave do jogo do desenvolvedor, porém isso não é um post patrocinado
Dauntless
Em poucas palavras Dauntless é um Monster Hunter misturado com Fortnite.Ele pega a parte boa de Monster Hunter (pra mim), que é a batalha contra os monstros e manufatura de armas e armaduras que tem vantagens ou desvantagens em certas batalhas, e ambienta tudo em um mundo mais "cartunizado", no estilo de Fortnite, com passe de temporada e tudo. Jogamos um pouco em um grupo do Locadora (utilizando o cross-play) e gostei bastante da experiência. Fazia algum tempo que eu não via o tempo passar enquanto jogava e Dauntless me proporcionou isso com uma variedade aceitável de estilos de arma e monstros para caçar, tudo isso de graça e sem um sistema de pay to win. Pretendo voltar a jogar ele, porém tem um grande demérito, que me leva ao próximo ponto.
Epic Game Store
Que coisa ruim. Sinceramente, eu achava que era um exagero o pessoal pegando no pé dessa loja. Achava que era birra porque a Steam está muito bem estabelecida. Agora entendo o motivo de tanta agitação. A loja é muito limitada, confusa, tem poucas opções, não consigo nem customizar meu perfil direito, tivemos dificuldades até para adicionar amigos, problemas em que um aparecia offline para o outro, entre algumas outras coisas que tornam a Epic Game Store, no momento atual, um saco para mexer. É possível aturar, principalmente por conta da exclusividade (mesmo que temporária) de alguns jogos, mas ela tem muito para evoluir ainda até que se torne algo decente.
Pokémon Sword e Shield
Além da conferência da semana passada, já estava anunciado também esse direct pra falar especificamente da próxima geração da franquia principal, as versões Sword e Shield. Tivemos algumas novidades interessantes, como o modo Dynamax. As últimas 2 versões já tiveram algum tipo de "super coisa", as mega evoluções e os movimentos z, e agora é a vez dos Pokémon ficarem gigantes, mas só por três turnos e em batalhas específicas. Esse fenômeno, claro, vai deixar seu monstrinho bem mais forte e até ganhar alguns golpes especiais.
Outra novidade é o nunca antes feito em nenhum jogo do mundo, controle de câmera, mas só nas "áreas selvagens", que são entre as cidades. Deixando um pouco do sarro de lado, esse é o primeiro jogo da franquia principal que usa um controle com dois analógicos, então, por mais que seja uma coisa velha, teoricamente é a primeira vez que pode ser aplicada à Pokémon. Nessas áreas selvagens também será possível ver Pokémon selvagem andando por aí, como era nas versões Let's Go, e eles vão perseguir ou fugir de você, dependendo da natureza dele. Isso, porém, não nos livra totalmente das batalhas aleatórias, que ainda podem acontecer em gramas altas ou cavernas.
A minha adição preferida foram as Max Raid Battles, que basicamente é uma batalha em multiplayer de até quatro jogadores contra um Pokémon em forma Dynamax. O multiplayer pode ser local ou via wi-fi e traz uma nova forma de se conectar com amigos para a série, agora em um modo PvE.
Para finalizar os pontos que eu queria destacar, conhecemos os dois novos lendários, Zacian e Zamazenta, para as versões Sword e Shield, respectivamente. Na minha modesta opinião de merda, tenho achado que os últimos lendários tem coisas demais em seu design, enquanto eu preferiria um visual mais limpo. Zamazenta é uma boa representação do que eu quero dizer, tem uma coisa gigante na sua cara, além de detalhes de pelo nas costas que eu quase não conseguia dizer que estava olhando para um lobo. Eu estava pendendo mais para a versão Shield, porém não curti tanto o seu lendário designado, enquanto o Zacian me parece mais agradável. Vou esperar os tipos de cada um para decidir.
Stadia
Dentre anúncios de jogos e "ports" para a plataforma, a Google descreveu um pouco mais de como vai funcionar o Stadia. Uma conexão de 35mbps será o suficiente para as configurações máximas de 4K, 60fps e afins, enquanto a mínima recomendada é uma conexão de 10mbps, para uma qualidade de 720p e 60fps. A questão é: você só pode chegar aos 4K se pagar uma assinatura de 10 dólares por mês. Claro, isso significa que existe uma versão grátis que chega a 1080p, o que é bom, mas o que eu, ao menos, não esperava, é que o Stadia não é um serviço como o Xbox Game Pass, ou uma "Netflix de jogos", você vai ter que comprar os jogos de qualquer forma. A versão pro (a de 10 dólares) ainda disponibiliza alguns jogos de graça, porém não serão games tão atuais.
Isso, para mim, levou esse projeto de uma leve empolgação com uma tecnologia do futuro para uma torcida para que não funcione e isso não se torne comum daqui a alguns anos. Só por comparação, se não me engano, a PS+ está custando $70 anuais atualmente e a Xbox Live Gold, $60. Pagar esses serviços já é motivo de controvérsia para alguns e, com os $120 anuais do Stadia Pro para ainda depender de uma conexão estável e hardware que você não tem controle para jogar um jogo que você tem que comprar em preço cheio, não me parece algo que vá agradar tanta gente assim.
Fim
Por hoje é só. Talvez a semana que eu mais tenha escrito e ainda tem a E3 semana que vem. Provavelmente faremos uma cobertura mais completa aqui no blog sobre cada conferência, então só vá falar dos destaques pessoais na sexta feira que vem, mas ainda assim acredito que vá ser bastante coisa. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos
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Pokémon Press Conference
Essa semana a Pokémon Company resolveu fazer sua própria conferência, falando para os fãs ficarem de olho pois teria muitas novidades grandes. Bom, teve muitas novidades, mas não necessariamente grandes e praticamente tudo para celular. Vamos ponto a ponto:
-Pokémon Masters
Esse parece ser um mini game de batalhas tradicionais, como nas gerações principais da franquia, onde o jogador se junta a dois "mestres" estabelecidos nos jogos, como os líderes de ginásio e campeões da liga, para derrotar adversários. Não está claro ainda como se monta o time ou captura pokémon.
-Pokémon Sleep
Bom, não sei. Você dorme (?) e quando acorda, tem alguma coisa no aplicativo pra você fazer baseado no seu sono (???). Sinceramente, não sei, mas gerou o gadget com melhor nome do ano. POKÉMON GO PLUS +.
-Pokémon Home
Uma evolução do Pokémon Bank. É um serviço que vai permitir você transferir pokémon do celular (Pokémon GO), 3DS e Let's Go para a nova geração que será lançada esse ano. Pokémon Bank era pago, porém ainda não está claro como será oferecido esse novo serviço.
-Detetive Pikachu 2
O anúncio mais relevante da noite, pra mim, foi esse, um novo Detetive Pikachu para o Switch. Pra ser sincero, por conta da tradução, não consegui entender direito se necessariamente vai ser uma sequência ou o primeiro jogo com algo a mais, apenas foi comentado que teríamos um fim para o cliffhanger que foi deixado no game original.
Death Stranding
Fiquei, de certa maneira, surpreso por Death Stranding ganhar uma data de lançamento para ainda esse ano. Como ninguém conseguia entender nada dos teasers anteriores e não havíamos visto muita coisa de gameplay ainda (ou quase nada), a ideia que passava era que o jogo era uma distante realidade. Não que alguém tenha entendo alguma coisa, mesmo com 9 minutos de trailer, mas ao menos conseguimos ver algumas mecânicas, jogabilidade e que o game está muito bonito. O Kojima até compartilhou um textinho explicativo pra dar um contexto sobre a história e do que ela se trata. Esse jogo realmente está parecendo bacana, tomara que realmente seja.
Fim
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Depois de quatro meses, resolvi voltar a jogar um pouco de Splatoon 2 no final de semana passado para jogar a Splatfest e voltei a me impressionar com o quão divertido é esse jogo. Depois de atualizações o suficiente pra dobrar o conteúdo do jogo, praticamente, já fazem quase dois anos que temos esses eventos constantes que são as Splatfests também. Por mais que seja comum outros jogos e empresas suportarem um game por anos com atualizações e eventos também, é bastante atípico da Nintendo fazendo isso e fico contente que seja com um jogo tão bacana quanto Splatoon 2. É o jogo que eu mais joguei no Switch e provavelmente voltarei a jogar ele qualquer hora. Se tiverem a oportunidade e gostarem do gênero, não deixem de experimentar
Pokémon Rumble Rush
Esse é o novo joguinho de celular do Pokémon que saiu essa semana. Pra quem não conhece, a série Rumble já existe desde o Wii e é nada mais do que uma espécie de beat'em up com pokémon, porém com visão isométrica ao invés do clássico 2D do gênero. Mas não se empolguem, é um jogo bastante simples, principalmente essa versão de celular. Aqui você acompanha pokémons que andam sozinhos ao longo de um corredor, toca na tela para atacar e desliza o dedo para esquivar. A graça do jogo está mais no colecionismo, já que você tem a chance de capturar os pokémon que derrota. Também existe uma progressão, com chefões e tudo, mas, pelo menos no início, é tudo bastante fácil. Ainda assim vou continuar jogando, me parece um bom passa tempo e recomendo pra quem gosta da franquia.
Fim
Por hoje é só. Tenho estado bastante ocupado com A VIDA DE ADULTO, então o fluxo de coisas sobre vídeo game que eu consumo diminuiu consideravelmente. Ainda assim acho que vale a pena manter esses posts que ninguém lê mesmo porque ao menos eu continuo me preocupando minimamente com uma coisa que eu gosto bastante. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou
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Mais uma vez, o Locadora volta a falar da franquia dos monstrinhos de bolso, dessa vez sobre o recente filme baseado em Pokémon, e o jogo esquecido do 3DS. Business Cat, Belo e Sena discutem sobre esse filme família com mistérios, seres em CG e Ryan Reynolds, que apesar de tudo, ainda pode ser o melhor filme baseado em joguinhos! O que não é muito difícil...
Aviso: Deixamos uma discussão com spoilers pro fim do programa, mas antes disso temos uma pequena leitura de e-mail.
No programa de hoje, recebemos a Graciane (noiva do Guarda Belo) para sair um pouco do tema de joguinhos num papo que foi dos Panteras Negras até mangás, passando por séries e desenhos animados. Deixe ai nos comentários o que você lê ou assiste quando não está jogando.
Na minha saga de zerar todas as gerações de Pokémon antes do novo jogo ser lançado, comecei essa semana a Sapphire. Primeiro quero dizer que o botão de correr foi a melhor adição dessa versão, é algo que realmente ajuda muito e que é habilitado logo nos primeiros minutos. Achei o começo do jogo bem mais rápido do que as versões anteriores, o que é um bom avanço também e a evolução gráfica que o GBA trouxe fez bastante bem à franquia.
Quando zerar eu comento um pouco mais, mas por enquanto quero dizer que eu tendo a concordar com o comentário da famosa review da IGN que dizia "too much water", principalmente para a versão Sapphire. Se a grande maioria dos inimigos do jogo são do tipo água, isso torna, efetivamente, a escolha do inicial de fogo a pior. Mas, como eu disse, quando terminar o game eu falo sobre isso com um pouco mais de propriedade
Box Boy + Box Girl
Essa é uma franquia que começou no 3DS que, à primeira vista, não tem nada de mais. Nem à segunda vista, pra ser sincero, porém é um jogo que faz muito bem o papel de puzzle com plataforma, com quebra-cabeças nem sempre particularmente difíceis, porém bem pensados. Dividido em mundos onde cada um apresenta um novo desafio, Box Boy + Box Girl agora ainda introduz mais fases ainda em um modo multiplayer (que, infelizmente, é provável que eu nunca teste =\) e alguns outros desafios que agregam bastante ao valor do jogo. É um jogo barato e recomendo a todos os amantes de puzzle.
Detetive Pikachu
Saindo um pouco dos mundos dos joguinhos, fui assistir Detetive Pikachu e fazia tempo que eu não saía do cinema tão alegre. É um filme muito divertido com bons personagens, só não esperem nada muito profundo. Ainda assim eu adorei o filme. Ele tem muitas cenas legais que alegraram meu coração de fã da franquia. Aparecem até Squirtles bombeiros! Só que sem os óculos e jaquetas.
Fim
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Apenas complementando o que eu já havia falado na semana 1, eu zerei o jogo. Ter o que eu chamava na infância de "a segunda jornada", voltando a Kanto é algo maravilhoso, dando a possibilidade do jogador ver uma evolução real dentro daquele mundo. E a batalha final contra o Red é um toque de ouro nessa que é minha geração preferida da franquia e meu segundo jogo favorito da vida.
Borderlands Pre-Sequel
Empolgado com toda a conversa sobre Borderlands na semana passada, baixei novamente o Pre-Sequel, que é o único dos três já existentes (sem contar o da Tell Tale) que eu não havia zerado. A história da franquia sempre me pareceu uma zona, então não estou prestando muita atenção nisso, mas para mim o ponto forte sempre foram a jogabilidade e o senso de progressão, que continuam muito bons nesse jogo. Uma crítica, após jogar as horas iniciais, é que as batalhas contra chefes não parecem ter o mesmo impacto que eu me lembrava dos outros dois jogos, parecendo aqui bem mais genéricas.
Listagens da Best Buy
Vi no twitter do Wario64 que a Best Buy listou Persona 5, Metroid Prime Trilogy e A Link to the Past para o Switch. Persona e Metroid já estão com rumores rolando faz bastante tempo, seja por vontade, suposição ou alguma outra informação misteriosa, então até que seriam anúncios plausíveis em curto prazo.
O que me deixou encucado foi o Zelda, pois não acho que eles estariam fazendo dois reamkes da franquia simultaneamente (Link's Awakening foi anunciado no último direct) e nem que pudesse existir uma cópia física do jogo de SNES para o Switch e ser vendida pela Best Buy. Enfim, essas listagens não são confirmação nenhuma, mas ao menos podem servir de base para quando aparecer algum rumor mais bem fundamentado.
Mario, Zelda e Labo VR
Eu nunca fui fã de realidade virtual para jogos e não foi a Nintendo que me fez mudar de opinião. Esse novo kit do Labo pode parecer ou não interessante, dependendo de como realmente vai ser aplicado em seus jogos, mas segurar um suporte para o seu Switch em frente ao seu rosto não parece nada confortável nem para os olhos nem para os braços, porém pode funcionar para sessões curtas de jogatina de criança, público alvo do produto.
Apenas um complemento que, para mim, a melhor coisa do Nintendo Labo sempre foi o Toy Con Garage, que apresenta uma linguagem de programação simplificada para iniciantes e isso vai evoluir para uma programação de realidade virtual também, o que é bem bacana! (Mais informações)
Tanto Super Mario Odyssey e Breath of the Wild vão receber atualizações para suporte desse kit VR do Labo em duas abordagens diferentes: Mario com fases e desafios curtos e Zelda com literalmente o jogo todo em "VR" (trailer). Até entendo a abordagem do Mario, porém não sei o quão melhor (se for melhor) vai ser jogar Zelda com o Switch a 10cm dos seus olhos. Em ambos os casos você será apenas a câmera e o jogo vai continuar sendo em terceira pessoa, o que alguns podem argumentar contra, mas o jogo eleito como melhor da categoria VR do ano passado, ASTRO BOT Rescue Mission, também se utiliza de uma câmera de terceira pessoa.
Fim
Por hoje é só. Os parágrafos começaram a ficar grandes demais. A ideia era apenas um por tópico, mas as já vi que as vezes vou ser obrigado a dividí-los para melhor organização e compreensão. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.
Há algum tempo venho pensando no que eu poderia fazer aqui no blog para manter ele um pouco mais ativo além de eventuais reviews e o podcast semanal. Já tentamos algumas coisas diferentes, mas nenhuma foi muito para frente. Então resolvi fazer algo que exige muito menos esforço, falar em poucas linhas do que eu fiz e vi, relacionado à vídeo games, durante a semana.
Tetris 99
Agora já faz mais de um mês desde o lançamento e eu continuo a jogar quase diariamente. É um jogo incrivelmente simples e sem muitas opções de como jogá-lo, mas é o suficiente para ter várias horas de diversão descompromissada que pode ser consumida em tiros curtos. Infelizmente não consegui participar tão ativamente da competição que aconteceu alguns finais de semana atrás, mas acumulei um total de 25 vitórias em 452 partidas. E não pretendo parar tão cedo. (Review de Tetris 99)
Pokémon Silver
Na minha saga pessoal de rejogar todas as gerações de Pokémon antes do lançamento das versões Sword and Shield, comecei essa semana a versão Silver. Sempre digo que a segunda geração é a minha preferida por inúmeros motivos e muitas das melhorias de qualidade de vida feitas para essas versões já são perceptíveis logo de cara. Mesmo coisas pequenas como o tipo de cada ataque ser indicado na tela de luta e a adição da barra de experiência já fazem bastante diferença em um escopo geral. Além, é claro, da inclusão do melhor inicial de todos, o Totodile. (6,5 Novidades da segunda geração de Pokémon)
Steamworld Dig
Segundo jogo do universo de robôs da Image and Form, Steamworld Dig é um joguinho baseado no princípio simples de escavar, achar pedras preciosas e vendê-las para comprar aprimoramentos e poder cavar mais fundo. É um loop de jogabilidade sem muita profundidade (que ironia), mas que é incrivelmente satisfatório e bem executado. Além de ter servido como uma boa base para o excelente Steamworld Dig 2, esse jogo iniciou minha admiração por essa desenvolvedora independente.
Stadia
Então quer dizer que eu vou poder jogar uma porrada de jogos em qualquer dispositivo que tenha acesso ao Google Chrome, sem precisar de um console e ainda vou poder usar o controle que eu já tenho? Bom, sim, essa é a ideia da Google, mas o serviço de jogos por streaming ainda está para ser validado, pois nenhum projeto que tentou, foi bem sucedido. Eu acredito que se alguma empresa possa vir a conseguir oferecer um serviço decente, é a Google. Um requisito de internet de 25mbps para rodar jogos a 1080p e 60fps nem é tão fora da realidade e, se a minha conexão de 15mbps conseguir suportar 720p e 30fps já estaria feliz, mas a questão do input lag é a que mais preocupa. Mas vamos ver o que vem por aí, não dá para saber ainda. (Mais informações)
- Cuphead: Reafirmando cada vez mais a parceria da Nintendo com a Microsoft que, se não me engano, confirmou que será possível obter achievements da Xbox Live mesmo jogando no Switch.
- Cadence of Hyrule: Sequencia de Crypt of the Necrodancer totalmente baseada em Hyrule. É uma parceria bastante interessante, visto que esse é um jogo independente (segundo a ser lançado pela desenvolvedora) e com participação direta de uma das maiores franquias dos vídeo games. (Mais informações)
- Creature in the Well: Provavelmente o que mais me chamou atenção em toda a apresentação. Esse é um jogo de ação/aventura com mecânicas de pinball, dungeons cheias de quebra-cabeças e visual bastante inspirados em quadrinhos, como Hellboy, segundo o desenvolvedor. Está parecendo excelente. (10 minutos de gameplay com o desenvolvedor)
Fim
Por hoje é só. Vamos ver se esse vai ser também o último post desse tipo, mas vou tentar continuar. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem. Abraços