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terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 44


Inscryption
Infelizmente este jogo tentou ser umas 4 coisas ao mesmo tempo e acabou não sendo muito bem sucedido em nenhuma delas, na minha opinião. Além das três etapas que o game apresenta ao longo da campanha, ainda tem uma espécie de história do mundo real em live action no esquema found footage que eu, particularmente, achei bastante desnecessário. Triste, pois a jogabilidade em si das partidas de estratégia com cartas é até bem bacana. Esse jogo poderia ter sido melhor se tivesse mais foco.

Death's Door
Death's Door, por outro lado, tenta ser uma coisa só e tem um sucesso muito grande nisso. Com uma historinha simples, mas bacana e uma jogabilidade de combate excelente, este com certeza entra no meu top 5 jogos do ano. A única reclamação que eu tive no começo era a de que as mortes eram punidas de forma ruim, na minha opinião, apenas voltando várias telas sem nenhum motivo aparente, mas este demérito é bastante diminuído por um level design bastante bom. Joguem Death's Door!

Fim
Por hoje é só. Acabei pulando uma semana e nem percebi, então fica aqui o relato das duas últimas. Agora estou de férias e vou ver se consigo jogar tudo que eu quero ainda antes do fim do ano: Halo Infinite, Shovel Knight Pocket Dungeon e The Gunk! Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 42


Loop Hero
Separei alguns jogos da lista de indicados pra The Game Awards pra correr atrás ainda esse ano e o primeiro é Loop Hero. Ele tem uma mistura de fantasia com uso de cartas que me agrada bastante e progredi até certo ponto com bastante gosto, porém acho que depois de um tempo a progressão começa a ser bastante lenta e o loop de jogabilidade passa a ser repetitivo em excesso. Não que não fosse repetitivo desde o início, mas, mesmo sendo um roguelike, o game te apresenta coisas novas o suficiente no começo e esse fluxo de novidades que deixam o jogo mais interessante e o personagem mais forte diminui bastante após algumas horas de jogo. É um game bacana, mas pra mim poderia ser um pouco mais balanceado neste quesito.

Psychonauts 2
Confesso que não gostei do primeiro game desta franquia e o que havia visto inicialmente do segundo não tinha me chamado muita atenção, mas resolvi jogar por conta do clamor que recebeu. De início achei que minhas pré-conclusões estavam certas e quase larguei este game, mas fico contente que não fiz isso. O jogo é bastante bom e, acho, se supera na direção, conseguindo implementar mecânicas e situações bastante únicas em cada menta que o personagem principal visita, fazendo com que o game nunca fique estagnado. O negócio é que, pra mim, ainda é um mundo bastante sem carisma. Por mais que a história seja OK, não consigo me conectar com os personagens, deixando Psychonauts 2 um pouco abaixo da lista de favoritos deste ano. Ainda assim eu recomendo pra quem quer que olhe e se interesse minimamente. 

Bolão da TGA
O bolão ainda está ativo! Vote em quem você acha que vai vencer neste link aqui.

Fim
Por hoje é só. Sigo minha jornada pelos games indicados na TGA que eu pulei com o Guardiões da Galáxia. Falo dele na semana que vem. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 40


Horizon Chase Turbo - Senna Forever
DLC do melhor joguinho de corrida dos últimos tempos, os carros de fórmula 1 chegam a Horizon Chase. Apesar de que o estilo de corrida continua o mesmo, achei apenas que o senso de progressão é muito mais raso nesta DLC. É muito bacana acompanhar a trajetória do Senna, com o jogo alinhando a sequencia de corridas de cada ano e tudo mais, mas mesmo assim elas parecem senti que faltava uma coisinha pra elevar o nível do jogo. Não sei o que é, admito. Talvez apenas uma vontade maior. O Guarda Belo fez um vídeo sobre essa DLC lá no canal novo dele, confere lá.

Age of Empires IV
Jogando um pouco de Age of Empires IV eu não senti nada de diferente em relação aos anteriores. Isso é bom pra quem gosta da franquia, deixa a série mais estável, mas também eu não me lembro tanto dos jogos pra citar as minúcias que esta nova versão traz. Vi que tem um modo de campanha, que te leva a batalhas e situações específicas da história do mundo, inclusive com vídeo documental narrando e introduzindo tal fato. Bem bacana para quem gosta. Vou jogar mais um pouco do game, provavelmente, mas Age of Empires sempre foi a franquia que eu gosto, mas de longe. Jogo um pouco, mas nunca me aprofundei.

The Fogotten City
Este se tornou um dos meus favoritos do ano, com certeza. O jogador chega nesta cidade esquecida para descobrir que existe algo chamado Regra de Ouro, que pune toda a população caso um cidadão cometa qualquer pecado. O seu objetivo é descobrir qual dos cidadãos está mais suscetível a quebrar a regra para então impedir que aconteça, já que você está preso em um loop temporal que reinicia cada vez que alguém peca. Esta mistura de dia da marmota com Majora's Mask é muito bem amarrada pelo mistério por trás de tudo, a maneira que a história é contada e o ritmo da narrativa. Essas duas últimas linhas resumem 80% das minhas preferências em jogos, então não tinha como eu não gostar de The Forgotten City.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 39


Tribes of Midgard
Anunciado na E3 desse ano e lançado pouco tempo depois, esse é um joguinho que mistura survival com aqueles mods de Warcraft 3 que heróis tinham que defender uma construção central de horadas de inimigos. Tribes of Midgard tem alguns pontos positivos, mas no fim acabei um pouco decepcionado (joguei só partida solo. O jogo comporta multiplayer de até 8 jogadores) pois as partidas são bastante longas e o desafio não escala devidamente. É um game com bastante conteúdo e promessa de suporte contínuo. Vamos ver para onde vai daqui a algum tempo.

Pillars of Eternity
Esse CRPG de 2015 me atraiu a atenção por motivo nenhum um tempo atrás e, quando li na semana passada que Avowed vai se passar no mesmo universo, resolvi então testar. É um jogo um pouco estranho de se jogar no console, devo dizer, mas até achei interessante como foram implementados os vários elementos de um RPG de mesa ali. Infelizmente ele me perdeu quando percebi que estava achando parecido com Dragon Age, um game que tentei gostar mas não consegui. No fim eu não estava com vontade de dedicar o tempo devido que um jogo desse requer, infelizmente.

Back 4 Blood
"Sucessor espiritual" de Left 4 Dead, Back 4 Blood entrega praticamente a mesma fórmula, que ainda funciona muito bem quando jogado entre 4 amigos. A campanha é longa e tem uma variedade grande de armas e utensílios para se utilizar, além de um total de 8 personagens para escolher. Defender um bar de ondas de zumbis ao som de Black Betty só não foi o auge do meu domingo porque eu comi panquecas feitas pelo meu amor na janta. Recomendo ambos (Back 4 Blood e Panquecas).

Celeste
Celeste foi um dos meus grandes destaques pessoais de 2018. Um joguinho de plataforma bastante desafiador e que a dificuldade inclusive participa da narrativa, de certa forma. Um dos poucos jogos que fui realmente atrás de fazer todos os desafios, que são, de fato, bastante desafiadores. Além da DLC. Também vale destacar a fantástica trilha sonora. Tudo nesse jogo me enche de alegria. Enfim, só revisitei ele um pouco porque está saindo do Game Pass agora no dia 31 de outubro. Se você está lendo isso em tempo, recomendo fortemente que jogue Celeste.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 36


Sable
Sable, pra mim, é possivelmente a maior decepção do ano, o que me deixa muito triste em dizer. Eu venho acompanhando o progresso do game desde a E3 de 2018, quando apareceu por uns 5 segundos em meio a uma montagem na conferência da Xbox. O estilo de arte chamou bastante atenção e, ao menos nessa parte, o jogo entrega. Os cenários estáticos são realmente lindos, mas os atrativos do game para mim pararam por aí.

Dois motivos me fizeram perder a motivação de jogar Sable. O primeiro é a performance, com quedas de frame constantes. A parte mais interessante do jogo é viajar até os pontos de interesse cruzando o lindo cenário com a sua moto, mas é justamente nesta parte que o jogo mais falha em manter a estabilidade. Felizmente um patch pode resolver isso futuramente.

O segundo ponto é o fato de Sable ser, basicamente, um aglomerado de side quests. O jogo prioriza sempre a exploração, e trabalha profundamente a construção do folclore de cada tribo por meio de textos e conversas. No meio disso tudo, o jogador recebe várias missões para fazer que, ao completar algumas específicas, recebe insígnias que depois podem ser trocadas por máscaras. O objetivo do jogo é colecionar estas máscaras e isso simboliza o rito de passagem da personagem que dá nome ao jogo. É um conceito interessante, mas que passa longe de funcionar para mim especificamente, alguém que raramente faz side quests em qualquer jogo.

Enfim, espero que, após as correções de performance, muitos de vocês consigam aproveitar o jogo tanto quanto eu gostaria de ter aproveitado.

Unmetal
Falei alguns diários atrás deste joguinho do criador de Unepic que parodia jogos de stealth, principalmente Metal Gear. Nós conseguimos uma chave para fazer review antes do lançamento e o Desgraça gostou bastante. Dei boas risadas com o texto dele e, só conversando sobre o jogo (e tendo jogado a preview), já sei que vou me agradar. Infelizmente o preço está um pouco salgado, mas devo comprar quando conseguir.

Aniversário do Locadora
Dia 13 de setembro é aniversário do LocadoraTV e, pelo segundo ano consecutivo, esquecemos da data. O blog ainda está vivo principalmente pelos textos, o que é uma surpresa pra mim, devo dizer, mas uma boa surpresa. Triste apenas pelo fato de que a mídia escrita que tenha mais de 280 caracteres seja tão menos consumida do que outras, mas continua sendo a minha foram preferida de comentar sobre o que gosto. Fiz também uma threadzinha no Twitter para falar um pouco mais sobre o que significa para mim este momento do Locadora.

Fim
Por hoje é só. Na primeira vez que lancei o diário de joguinhos ele durou 18 edições. Hoje é a 18ª desta "nova temporada" e continuo com gás para escrever. Obrigado pelo apoio, Ken-Oh, mesmo que você esteja lendo isso atrasado. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Review - UnMetal


*Cópia de review para Steam fornecida pela @planofattackbiz

Já visto pelo nome, UnMetal é inspirado em Metal Gear, principalmente os primeiros Metal Gear do MSX e Ghost Babel, trazendo a fórmula stealth-2D com câmera de cima, uma parte pouco explorada do gênero. O jogo foi desenvolvido pela mesma equipe de UnEpic, que eu não joguei mas ouvi elogios em relação às suas mecânicas e jeito bem humorado. É um humor bem bobinho e satírico, lembrando filmes parodiando gêneros como Corra que a Polícia Vem Aí, só que é um jogo brincando com o gênero stealth e diversos elementos de cultura pop.

UnMetal mostra Jesse Fox sendo capturado pelo governo dos EUA, sendo interrogado e contando a história do jogo em si, onde o protagonista foi capturado por um crime que não cometeu, conseguindo escapar da prisão e se metendo no meio de um projeto ultrassecreto de um exército clandestino. Visto a premissa pode até parecer mais sóbria, não se engane, o jogo é todo engraçadinho.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 26


Journey
Este já é praticamente um clássico. Se me lembro bem, foi o primeiro ou um dos primeiros jogos a saírem direto e apenas para a PSN e finalmente peguei ele para jogar. Apesar de saber muito pouco sobre o game, eu estava ciente do grande diferencial dele, que é o fato de os companheiros que se encontra pelo caminho serem pessoas e não NPCs. Se isso tirou ou não a graça do jogo eu não sei dizer. Ainda gostei bastante dele, mas talvez o fato de Journey ser botado em um pedestal tenha desfavorecido a minha experiência. Não que eu esteja dizendo que ele não mereça, mas o histórico cria expectativas que, as vezes, são difíceis de serem superadas.

The Solitaire Conspiracy
Sim, Solitaire de Paciência mesmo, mas com um twist. Em meio a uma historinha de espionagem, o jogador deve controlar equipes em missões que são representadas pela mecânica do clássico jogo de cartas. Ao longo da trama, mais equipes são disponibilizadas e elas funcionam como os naipes, sendo que cada equipe tem uma habilidade especial que pode ajudar ou atrapalhar cada jogada da partida. Bem simples e rápido e uma modificação bem interessante de um jogo que quase todo mundo que teve algum Windows antes do vista já deve ter jogado alguma vez na vida.

Despot's Game
Uma mistura de auto battlers com roguelike. Compre unidades, gaste para evoluí-las para as classes de escolha e mantenha energia alta para avançar ao longo do calabouço onde foram todos jogados. O que eu joguei deste game foi uma demo que está disponível na steam e devo dizer que o aspecto estratégico dos auto battlers combinou com a aleatoriedade dos roguelikes, para o meu gosto. A quem interessar possa, escrevi uma preview mais detalhada sobre ele.

Dota Underlords
Outro dia fui matar tempo e abri novamente o Dota Underlords, o auto battler da Valve. Este é um joguinho que eu dediquei uma boa quantidade de tempo já, mas na grande maioria das vezes em partidas com bot. Descobri essa semana que minha pontuação no rankeado de um dos modos era zero e tentei ver quanto eu conseguia subir. O problema do Underlords é, e talvez por isso o jogo esteja em processo de falecimento, que a vitória é extremamente dependente da sorte de aparecer os bonecos certos na loja para serem comprados. Eu até subi alguma pontuação, mas não consegui ir tão longe não e desconfio também que o match making não me botava com outros jogadores de rank 0, mas enfim, foi uma experiência curiosa. Apesar dos pesares, recomendo o Underlords para quem se interessa pelo gênero.

The Legend of Zelda: Skyward Sword HD
O lançamento desta semana foi o Skyward Sword HD, jogo que não consegui jogar na época do Wii pois eu não tinha o Wii Motion +. Joguei pouco até agora, estou me encaminhando para a segunda dungeon apenas, mas acho que já consigo fazer alguns comentários. A ambientação, direção de arte, música e história são aspectos bastante acima da média, o que é comum da série, mas confesso que a maior reclamação geral deste game também é a minha: o combate é pouco preciso, mesmo usando apenas o pro controller, o que deixa a experiência as vezes um pouco frustrante. Com certeza vou continuar jogando, estou curioso com o que tem por vir, uma pena mesmo este jogo estar tão ligado à época dos controles de movimento.

Tom Clancy's XDefiant
Fresquinho do forno, a Ubisoft anunciou oficialmente hoje um novo jogo da série (?) Tom Clancy, o XDefiant, que mistura FPS com poderes, no estilo de hero shooter, em um ambiente que parece feito por velhos que querem parecer jovens. Infelizmente achei bastante genérico a primeira vista, mas o game ainda está longe do lançamento. Abriram inscrições para um beta aberto que começa logo, tomara que faça bem ao game.

Steam Deck
Todos estavam esperando o Switch Pro, mas receberam só o modelo OLED. A Valve veio no embalo e anunciou o Steam Deck, que, de semelhante com o Switch, só tem a aparência mesmo, pois este é um computador portátil. Rodando o Steam OS, o novo produto da Valve oferece uma alternativa portátil para a galera da PC Master Race.

Resumindo rapidamente o que eu achei do produto: é grande e pesado. Comparando com o Nintendo Switch, ele tem 6,5 cm a mais de largura e pesa por volta de 300g a mais. Parece pouco, mas para a escala que são, é algo significativo. Mas não são só reclamações, acho realmente interessante a ideia e fico curioso com a funcionalidade dos trackpads que foram incluídos. As impressões iniciais de quem pode testar foram até positivas.

Serão ofertados três modelos, que basicamente só têm a memória de diferente, com preço inicial de 400 dólares na versão de 64 GB (que, sinceramente, acho pouquíssimo considerando que jogos de PC geralmente são pesados) e máximo de 650 dólares na versão de 512 GB com algumas coisinhas adicionais. Todas as versões podem ter a memória expandida via cartão SD. O consumidor pode se cadastrar para comprar o Steam Deck neste link.

A única coisa que me deixa encucado nesta história toda é que esta máquina, por ser portátil e até, pelo que vi, com preço acessível pela composição de hardware que tem, ainda não vai rodar coisas novas na configuração ultra, como geralmente gostam os jogadores de PC, que são o público alvo do Steam Deck. Acho que vai ter uma saída boa inicialmente, mas se nada novo aparecer para expandir a oferta desta categoria de computadores, algo que a própria Valve falou que será possível e provável tenho medo que logo as vendas comecem a reduzir.

Fim
Por hoje é só. Este deve ter sido o diário de joguinhos com mais tópicos que eu já fiz. A jogatina rendeu nas férias e apareceram alguns assuntos interessantes de comentar também. Não sei quanto vai me durar este fluxo de entretenimento, mas vamos levando enquanto dá. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.


sexta-feira, 16 de julho de 2021

Preview - Despot's Game

   Existiam muitos mods no Warcraft III, sendo o mais famoso deles o DotA, que acabou por sair do braço de seu "jogo mãe" com o Dota 2. Existem também vários mods dentro do próprio Dota 2 e, em 2019, um deles ganhou destaque o suficiente para seguir um caminho independente também, era o Dota Auto Chess e ali foi a gênese de um novo gênero de jogo, os auto battlers. Assim como o Dota, que gerou vários outros mobas, o Auto Chess também criou uma tendência que Despot's Game abraça e põe dentro de uma estrutura roguelike, levando o gênero de batalha automática do multi-player para o single-player.


segunda-feira, 28 de junho de 2021

Preview - They Always Run

    No meio da chatice que é, muitas vezes, assistir o PC Gaming Show da E3, sempre encontro alguns jogos que me chamam atenção perdidos no meio da apresentação. O desse ano foi They Always Run e fiquei feliz de ver uma demo dele na Steam para testar este game de ação em que os alvos do caçador, você adivinhou, eles sempre correm.


sexta-feira, 24 de julho de 2020

Mais informações sobre The Gunk

   Uma das novidades que apareceram ontem no Xbox Games Showcase foi o próximo game da Image & Form, The Gunk. Saindo do Steamworld já estabelecido em outros cinco jogos, o time da Suécia finalmente vai se aventurar em um mundo 3D e decidiu buscar o o console mais potente possível para tal.


   Em uma citação do comunicado de imprensa, Brjann Sigurgeirsson, CEO da Thunderful diz: "Em pouco tempo dentro do processo de desenvolvimento ficou óbvio que The Gunk exigiria bastante do hardware. Nós sempre demos jeito de manter nossos jogos simples, mas The Gunk é cheio de conteúdo prontos para explodir espetacularmente. Nós tivemos que fazer uma escolha: ou nos acalmaríamos consideravelmente ou falaríamos com os caras com o hardware mais potente. Decidimos ir falar com os caras com hardware mais potente".

   The Gunk estrela uma dupla de exploradoras espaciais tentando ganhar dinheiro entrando em um planeta intocado e transbordando vida. Elas buscam acumular plantas alienígenas e outros recursos valiosos. Entretanto, ao descobrir segredos de civilizações destruídas, elas devem salvar o planeta da maldição de uma lama parasita (the gunk) enquanto desesperadamente tentam não serem pegas em uma espiral de desconfiança.

   No planeta você encontrará inimigos aterrorizantes e puzzles desafiadores na sua busca por desvendar os mistérios deste lugar desconhecido no processo para salvá-lo do parasita. O uso de uma luva tecnológica parece ser a mecânica principal do jogo. Com ela você poderá absorver a lama que impregna o terreno, manipulando o ambiente para achar recursos e usá-los para obter vantagens.

   O game está marcado para ser lançado em setembro de 2021 com o preço de $30 e será exclusivo de Xbox e PC, além da disponibilidade no Game Pass. Para mais informações fique ligado na página oficial de The Gunk. Confira o trailer de anúncio abaixo.


quinta-feira, 9 de julho de 2020

1993 Shenandoah - Um novo jogo vindo do passado

   1993 Shenandoah é um shoot'em up de navezinhas que teve a sua produção iniciada em 1992, porém foi interrompida por conta de uma separação da equipe. Pulando para 2015, Krister Karlsson reuniu um time para acabar o seu jogo mantendo os gráficos, sons e efeitos do desenvolvimento original para o Amiga.

   O game tem uma campanha single player, mas o jogador pode se juntar a outros 3 amigos em multiplayer local na jornada para salvar a galáxia. 1993 Shenandoah foi lançado hoje para o Nintendo Switch, um console que comporta muito bem este tipo de jogo e também possui uma grande facilidade de jogar em multiplayer local. Se não foi no Amiga, o Switch é uma bela casa para este joguinho.


segunda-feira, 29 de junho de 2020

Review - Keen


   Desde a primeira vez que vi Keen eu só consigo associar este jogo ao ginásio de gelo da segunda geração de Pokémon. Isto porque ele usa a mecânica simples de andar, a cada input de direção, em linha reta até encontrar uma barreira. Essa é a base de Keen, que cria puzzles a partir disso com a adição de um combate tático muito bem calibrado.
*A chave do jogo foi cedida ao Locadora pela desenvolvedora Cat Nigiri.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Review - Klaus [Switch]


   Lançado inicialmente em 2016 para o PS4 e em 2019 para o PC, Klaus chega agora ao Nintendo Switch. Sem muitas novidades em relação às outras versões, o jogo ainda é um indie bem bacana para quem gosta de narrativas intrigantes.
*A chave do jogo foi cedida ao Locadora pela desenvolvedora La Cosa Entertainment.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Review - Helltaker


Nas minhas frequentes horas passadas vendo minha timeline no Twitter, me deparo com diversas fan-arts de garotas demoníacas e screenshots engraçadinhas de um jogo que surgiu do nada. Rapidamente descubro que se trata de Helltaker, um jogo de puzzle com waifus recém lançado na Steam, e de graça, logo já baixei e fui jogar pra ver qual é.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

#127 - Modinhas


O papo de hoje é sobre as têndencias dos jogos, aqueles padrõeszinhos que entram na indústria, fazem sucesso, muitos tentam seguir e poucos fazem bem. Quick time events, controles de movimento, jogos indies, fps militares e muito mais serão debatidos nesse episódio com a ilustre presença de Belo, Sommelier de Tudo, Ken-Oh e Desgraça.

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Ouça esse episódio no YouTube:

domingo, 21 de julho de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 18


Switch com processador melhor
Vários rumores falavam de um "Switch Pro", além da versão Lite, mas tudo o que teremos será uma revisão da versão atual com um processador de melhor desempenho, fazendo a bateria aguentar entre 4,5 e 9h, em comparação com a atual faixa de 2,5 a 6h. Eu, particularmente, nunca tive problema de duração de bateria com o modelo atual, mas ainda assim considero essa uma mudança bem vinda. O modelo vai chegar no mercado agora em agosto, então, se você pretende comprar um Nintendo Switch, aguarde um pouco e será recompensado

Super Mario in the Business World
A única coisa que tenho jogado, além de Dota, é Super Mario Maker. Continuo achando que o criador de fases é a melhor coisa do jogo, como você pode ler na minha review, e isso me incentivou a criar minha própria mini campanha. Confesso que não fico 100% feliz com todas as fases que faço, mas algumas saem bem bacanas, como essa que vou colocar abaixo. Se você tem o jogo também, deixe um comentário aí para trocarmos IDs de fases. Eu aqui escrevendo isso como se alguém fosse ler heheheheh.


Splatocalypse
Nesse final de semana aconteceu o último grande evento de Splatoon 2. Depois de dois anos de suporte com eventos e atualizações constantes, O JOGO VAI MORRER. Brincadeira, na verdade vai continuar firme e forte, inclusive com a atualização 5.0 que deve acontecer nos próximos dias, permitindo a possibilidade de fazer sua própria Splatfest em lobby privado, com todos os mapas especiais criados ao longo desses dois anos disponíveis, assim como as versões noturnas de todas as fases. Infelizmente não tenho mais jogado tanto Splatoon, mas é um jogo que subiu rapidamente no meu ranking pessoal de joguinhos e é, provavelmente, o meu título preferido do Switch até o momento. É um jogo que ainda vale apena comprar, mesmo sem a previsão de futuros eventos, pois ainda é possível de perder centenas de horas com o conteúdo padrão do game.

Esquadrão 51
Continuando a sequência de contatos que eu fiz com desenvolvedores indies brasileiros que eu conheci na BGS, o pessoal da Loomiarts respondeu umas perguntas sobre o game deles, Esquadrão 51, que é um shoot'em up de navezinha ambientado nas propagandas da década de 50. Temos um preview desse jogo na Revista Locadora #3 também. Segue o trailer e a entrevista, para quem se interessar.


- Me falaram que o jogo deveria ser lançado na primeira metade de 2019, porém não consegui achar nenhuma atualização sobre isso desde então. Como está andando o desenvolvimento de Esquadrão 51?

A ideia de lançar no começo de 2019 já foi descartada há algum tempo. Ainda existe a chance de sair no final do ano, mas ainda indefinido. Vamos tentar definir uma data assim que possível, mas ainda estamos definindo algumas coisas importantes, incluindo busca por orçamento pra finalizar o projeto e parcerias para distribuição.


- Quais mudanças vocês acham que foram mais significativas na reta final de desenvolvimento?
Não saberia responder, tecnicamente o planejamento do jogo tem se mantido o mesmo há tempos. Talvez o ponto mais importante é que, em determinada etapa, começamos a contar que iríamos finalizar (principalmente a questão da arte final) com ajuda de investimentos, enquanto agora estamos mais inclinados e tentando adaptar o projeto à ideia que ele vai continuar sendo desenvolvido mais com recursos próprios.


- Existe algum planejamento para conteúdo além dos 4 aviões e 6 fases que já foram anunciadas?
Não, a ideia é lançar com essas características. Única coisa que não mostramos em relação ao conteúdo é a opção de desbloquear (com pontuação obtida nas fases) novos armamentos especiais, como bombas, mísseis etc.


- A decisão de fazer uma narrativa em FMV é bastante única e interessante. Isso causou alguma dificuldade maior na confecção do jogo?
Com certeza, essa foi a parte mais cara e que mais envolveu pessoas até agora. Tínhamos pessoas da área envolvidas no projeto desde o início, então pelo menos experiência não faltou.

Fim
Por hoje é só. Se você leu isso, ou ao menos alguma coisa desse texto, deixe seu sinal de vida aí nos comentários. Tenho cogitado a utilidade dessas postagens serem feitas, já que me parece que eu escrevo só para mim mesmo e para o Ken-Oh, então talvez eu passe a fazer isso de outra forma, mas os textos para o blog são algo que eu gosto de fazer e não queria simplesmente abandonar. Deixe também aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 16


Super Mario Maker 2
Falando rapidamente, pois vou tentar escrever uma review mais detalhada semana que vem, Super Mario Maker 2 é exatamente aquilo que alguém poderia imaginar: fases infinitas com a jogabilidade que todo mundo conhece. Fechei todas as fases que vem "de fábrica" já e só elas já explanam bem o potencial que esse jogo tem. É um game excelente.

Adore
Umas semanas atrás eu publiquei uma entrevista com a galera do Gravity Heroes. Além deles, eu também entrei em contato com outros desenvolvedores indies brasileiros que conheci na BGS. O Thiago Carneiro, da Cadabra Games, respondeu algumas questões sobre Adore, jogo que venceu o prêmio de melhor jogo brasileiro no BIG Festival, que aconteceu no mês passado.

Adore é um jogo "tipo Diablo" a primeira vista, mas bastante diferente e único. Você pode ler mais sobre o jogo na Revista Locadora #3

Por inexperiência minha, acabei fazendo poucas perguntas e de maneira simples, então não vou colar as perguntas e respostas, mas segue um pouco do que foi abordado:
- Desde a versão da BGS, que eu joguei, ainda foram adicionados um sistema de combos e afinidades. Me interessou principalmente essa questão de afinidades, já que você consegue domar até quatro criaturas e ter uma diferença de poder entre as combinações dá uma profundidade maior ao game.
- Outros personagens jogáveis serão acrescentados no jogo.
- Atualmente existem oito criaturas prontas em Adore, com mais duas quase prontas, porém a equipe da Cadabra Games ainda não decidiu quantas terão na versão final.
- O planejamento é de lançar o game em early access na steam ainda esse ano, mas ainda não existe uma data definida para o lançamento da versão final.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Gravity Heroes

Gravity Heroes é um jogo que conheci na BGS do ano passado, desenvolvido por uma empresa brasileira e com uma jogabilidade muito bacana. Na Revista Locadora #3 você pode conferir o preview escrito pelo Guarda Belo sobre o jogo, que foi um dos destaques da feira. Eu estava interessado em acompanhar o progresso de alguns jogos que conferimos lá e a galera da Studica Solution, mais especificamente o Hugo Campos, fez a gentileza de responder algumas perguntas sobre o game.


sexta-feira, 7 de junho de 2019

Review - Shakedown: Hawaii

Ken-Oh se aventurou nas ruas dessa espécie de "retro GTA" pra atirar em inimigos, dirigir carros e bater em civis.


sexta-feira, 3 de maio de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 7


Steamworld Quest: Hand of Gilgamech
Mais uma vez a Image and Form leva o universo Steamworld a um novo gênero, dessa vez para um RPG. Depois de Steamworld Dig 1 e 2 e Steamwolrd Heist (e alguns jogos mais desconhecidos), Steamworld Quest consegue manter o nível de excelência que colocou essa desenvolvedora entre os meus estúdios preferidos atualmente. 

Esse jogo leva robôs a uma ambientação de fantasia medieval, o que é bastante inusitado, mas ao mesmo tempo constrói todo um mundinho onde isso parece possível. Sua mecânica de batalha se diferencia da maioria dos outros RPGs de batalha por turno misturando um fator de construção de baralho para cada personagem. Isso é muito bacana porque possibilita que os jogadores superem um chefe difícil apenas pensando em um baralho melhor para seus personagens ao invés de apenas por grind de nível. Uma observação, não é necessário se assustar com "um baralho para cada personagem", pois cada um só pode ter 8 cartas disponíveis por vez.

Não querendo me estender muito, pois talvez ainda faça uma review, mas gostaria de por fim comentar sobre a dificuldade. O Guarda Belo jogou no nível normal e falou que era bastante fácil, algo que eu já havia lido em outros lugares, então comecei meu jogo no difícil. Isso me parece ter sido a decisão acertada, pois não senti monotonia nas batalhas em nenhum momento ainda e tive que fazer um pouco de grind antes de alguns chefões, que aparentemente já são difíceis mesmo no nível normal, então fica a dica para quem quiser testar esse jogo, que eu recomendo bastante, assim como toda a série Steamworld.

Fim
Por hoje é só. Mais uma semana fraca, mas tenho jogado bastante Steamworld Quest e aproveitei para falar um pouco mais profundamente sobre ele. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.