sexta-feira, 27 de julho de 2018

Complecionismo (existe essa palavra?)

   Principalmente depois da chegada de conquistas e troféus nos sistemas do Xbox e do Playstation, muita gente passou a adotar o hábito de fazer 100% de cada jogo, seja para ter um melhor aproveitamento do seu dinheiro, para acalmar o "TOC" ou simplesmente porque gostou bastante de algum jogo e quer jogá-lo o máximo que der. Mas o quão importante é isso? Ou ainda, quão importante é para um jogo ter uma grande quantidade de conteúdo além de sua parte principal?



quarta-feira, 25 de julho de 2018

Podcast Locadora #80 - O Que Estamos Jogando (Especial da Copa)


Desgraça, Business Cat e Guarda Belo estão de volta pra falar sobre o que estão jogando ultimamente, nesse episódio altamente nintendista, comentamos sobre a DLC de Mario + Rabbids, The World Ends With You e Metroid: Samus Returns. ALÉM DISSO, falamos um pouco sobre a Copa no início do programa, antes das finais, se quiser pular o papo vá para as 19:25, se você não leu o post, se ferrou, rapá.

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terça-feira, 24 de julho de 2018

Review - Ronin


Ronin é mais um daqueles milhares jogos atrelados à Devolver Digital, aquela distribuidora de jogos indies, e outros nem tão indies, que ficou popular por apoiar essa cena, tendo uma grande presença no atual mercado de jogos, até mesmo tento uma conferência na E3, que é mais pra fazer gracinha.

De qualquer forma, Ronin deve ficar perdido no meio do "catálogo" da distribuidora, e mais ainda, dentro de jogos indies, e MUITO MAIS, dentro da Steam, pode ser que você até tenha ele na sua conta e nem saiba, e acho que ele merece sua atenção, principalmente se foi atraído por ele devido suas similaridades à Gunpoint, outro jogo indie que está entre meus favoritos.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Senhor Presidente

Já pensou em ser presidente? Em colocar o Brasil nos eixos? Que suas ideias são as corretas e o resto do mundo está errado? Pois então, este é o jogo certo para você.

Senhor Presidente é um jogo brasileiro, disponível para Android e iOS, que te coloca no papel de presidente do país e seu desafio é durar os 4 anos de mandato e acredite, aqui é difícil pra caramba!


O jogo apresenta uma tela única, bem simples, com os únicos dos membros do governo, população, grupos sociais e exército, que mudam de cor conforme o seu grau de popularidade com eles. Abaixo desses ícones você tem ícones de diferentes áreas do país, como receita, poder, ética e decretos, cada um com ações diferentes que irão afetar diretamente as contas do país, que não podem chegar a zero, sua popularidade com os diferentes setores da sociedade e sua popularidade internacional. Além disso você tem um conselho, que só te dá notícias óbvias e os relatórios com um resumo da situação do país, que aqui é o Bananistão.

É um jogo estilo manager, mas é interessante, até educativo, para mostrar que numa República presidencialista é impossível agradar a todos, muito menos quando todos têm tantos poderes.

Infelizmente ainda não descobri uma forma de vencer esse jogo é acho que ele não foi programado para isso, mas vale a pena baixá-lo de qualquer forma.




sexta-feira, 20 de julho de 2018

Review - Captain Toad: Treasure Tracker [Switch]

   Captain Toad é um jogo que eu sabia que ia gostar desde a primeira coisa que li sobre ele. Todos temos algum tipo de jogo que se encaixa bem com os gostos pessoais e algo que mistura puzzle e plataforma está diretamente alinhado com a minha zona de conforto. Isso influenciou na minha avaliação do jogo? Talvez, mas não tenho dúvidas que ele seja um jogo muito bom de qualquer maneira.
 

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Non Stop Balls

O jogo de hoje é um game muito viciante, igual o Helix Jump.

Neste game, disponível para Android e iOS, você fica no comando de um canhão que dispara bolas incessantemente com o objetivo de destruir os blocos que caem na sua direção. Cada bloco tem uma numeração que indica quantas bolas de canhão você vai precisar para destruir o bloco.


Há dois modos de jogo, o infinito e os desafios. No modo infinito seu objetivo é computar o maior número de pontos. Nos desafios você tem uma serie de desafios para completar, como destruir um determinado número de blocos num determinado espaço de tempo. Esse segundo modo dá maior longevidade ao game.

Além disso temos ainda os powerups, que garantem maior número de bolas iniciais, mais força de tiro e maior velocidade de disparo.

O jogo é muito legal, apesar de contar com efeitos sonoros e visuais bem simples. Como ele tem uma grande possibilidade de diversificação, a jogatina pode durar semanas, até meses, o que é muito em questão de games mobile.

Um ponto negativo é a dificuldade do game, pois o game te deixa melhorar seu canhão, mas ao mesmo tempo torna os blocos mais difíceis de serem quebrados. Isso acaba enchendo um pouco, já que a progressão parece ser inútil.

Enfim, o game é um ótimo passatempo casual, que tem chances de ter uma grande longevidade nos celulares por aí.


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Podcast Locadora #79 - Yakuza Kiwami



Nesse episódio, reunimos os mais infames mafiosos da família Locadora: Ken-Oh, Bulma e Desgraça, para discutir Yakuza Kiwami, o remake do primeiro jogo da série Yakuza. Falamos sobre as origens da série, o desenvolvimento do primeiro jogo e discutimos sobre o remake.

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Make More

Conheci esse jogo no canal do Davy Jones e recomendo os vídeos de jogos de vício dele, porque ele sempre posta uns games muito divertidos para celular, todos casuais, mas que valem a pena.



O jogo da vez é "Make More", disponível para Android e iOS, em que você encarna um chefão de uma empresa e tem que fazer os seus funcionários trabalharem com toques na tela. Dessa forma você pode vender os objetos fabricados e ganhar dinheiro para melhorar a sua fábrica, contratar mais funcionários e até comprar novas fábricas.

É um típico jogo casual de celular. A maior parte do tempo você deixa o game inativo no celular, acumulando dinheiro até que consegue fazer melhorias significativas para a sua fábrica ou comprar uma nova fábrica.

O jogo é bem divertido, com gráficos estilosos, meio cartunescos e uma musica animada, divertida. Cada funcionário é diferente do outro e fazem referencias divertidas, como o Canarinho, vestido de verde e amarelo ou o Sven, com a cara pintada de branco e preto.

Some-se a isso uma série de itens extras que adiantam a jogatina, te fazendo ganhar rios de dinheiro (às vezes, literalmente). Isso custa dinheiro, mas o jogo é tão bom que você não precisa gastar um centavo com ele, basta ter paciência.

Enfim, o game é maneiro e vale a pena o download. Ao contrario de muitos outros, ele apresenta uma espécie de final, embora ele fique mais na cabeça de quem joga do que nas informações que o jogo te apresente.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Revisitando Super Mario Odyssey

   Um bom tempo depois de ter zerado e ter me dado por satisfeito com meu save de Super Mario Odyssey e suas 615 luas, resolvi voltar a jogar ele um pouco enquanto aguardo outros lançamentos. Eu não sou um cara de fazer 100% em todos os jogos, mesmo os que eu gosto bastante, e ter pego 3/4 das luas disponíveis (sem contar as que você pode comprar pra chegar em 999) fazendo todos os principais desafios me pareceu o suficiente.


   A questão que eu quero apontar aqui é como esse jogo é fácil e agradável de se jogar. Mesmo não tendo aberto ele por um bom tempo, dez segundos após eu recomeçar a jogar, já tinha me habituado aos controles novamente, conseguindo fazer qualquer manobra que um dia eu já soube fazer. Isso é uma coisa que eu já havia apontado quando escrevi minha review pra finada Revista Locadora número 1, Super Mario Odyssey é um jogo que nem sempre me enchia de felicidade ao pensar sobre ele, mas bastava começar a jogar que tudo fazia perfeito sentido.

   Quanto a pegar o restante das luas e moedas roxas que me faltavam, admito que estou usando a ajuda de amiibos, especificamente o do Bowser, que revela a localização no mapa de uma lua a cada vez que é utilizado (pode usar uma vez a cada cinco minutos). Como falei ali em cima, poucos jogos me empurram para uma vontade de completá-los totalmente pois acabo ficando frustrado com facilidade quando algo demora pra avançar, então a possibilidade de receber essas dicas é bem vinda.


   Acredito que minha opinião sobre Super Mario Odyssey se mantém, é um jogo fantástico apesar de não figurar no meu top 3 pessoal de jogos do Mario que eu joguei. Super Mario 64 ainda segue firme no topo, seguido por Super Mario World e Super Mario Galaxy. Odyssey ainda tem um potencial para receber DLCs com novos mundos ou até uma sequência de larga escala utilizando mecânicas semelhantes com alguns incrementos, assim como foi o Galaxy 2. Aguardo ansiosamente por qualquer novidade.

   PS: Vale ressaltar mais uma vez a trilha sonora excelente! Com destaques para o tema de Steam Gardens e Jump Up, Super Star!

Idle Apocalypse

Hoje mais um daqueles games estilo acumuladores, em que você desenvolve algo até não der mais, aí destrói tudo pra começar de novo mais forte.
 
Idle Apocalypse é um game para Android e iOS, de uma desenvolvedora que já fez outros games com "Idle" no título e nele seu objetivo é destruir o mundo. Você encarna numa figura encapuzada que está sendo perseguida por heróis no melhor estilo D&D, até que você se tranca numa torre e lá você começa o seu plano de destruição mundial.

Como você já deve imaginar, seu objetivo é desenvolver a torre de forma que consiga criar inimigos que não só destruam os heróis como destruam o mundo todo. A mecânica é simples, você começa criando goblins, que serão destruídos e com os restos dos goblins você pode desenvolver o segundo andar da sua torre, que irá liberar aranhas e com os restos das aranhas você desenvolve outro andar e assim por diante até você desenvolver feitiços, venenos e até um portal para outra dimensão.

Enfim, já estraguei um pouco da surpresa ao dizer que você vai ter que começar tudo de novo, mas a parte mais legal do game é tentar destruir o mundo e quando não dá certo você volta no tempo e tenta tudo de novo. Nesse momento, o game abre espaço para animações, num estilo 16 bits (se não me engano), um áudio mais elaborado é o seu celular até vibra. É a parte mais legal e bem elaborada do jogo.

Fora isso, não há mais muito o que falar. O game é divertido, mas enjoa, devido a lentidão da progressão e por não apresentar muita variedade.

De qualquer forma, serve como bom jogo casual, assim como a grande maioria dos games mobile por aí.


quarta-feira, 11 de julho de 2018

Review - Resident Evil: Code Veronica X


Como uma das novas franquias mais populares da "quinta geração" de consoles, era esperado que Resident Evil deveria sair para os "novos consoles", mesmo após o lançamento do Dreamcast, a série ainda teve presença no Playstation 1 graças a Resident Evil 3: Nemesis, que originalmente era um spin-off e acabou virando um título oficial.

O jogo que se tornou Code Veronica, já estava sendo desenvolvido antes do 3, começou com a ideia de um port de RE2 para o Saturn, como ia ser uma tarefa muito difícil, resolveram fazer algo maior para o próximo console da Sega. A ideia era que Code Veronica fosse um exclusivo do Dreamcast, mas um ano depois, o jogo recebeu algumas adições e foi lançado para o PS2 como Code Veronica X, mostrando que a Capcom já não era confiável com exclusividades.

Podcast Locadora #78 - Jogos que não terminamos

Nesse episódio, Ken-Oh, Desgraça, Bulma e Business Cat revelam suas FRAUDES em seu currículo gamer e discutem sobre jogos que não terminaram, seja por desinteresse, ódio, ou até aquele save que corrompeu quando você está na porta do chefe final.

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Fern Flower

Este é apenas mais um jogo casual para Android e iOS, com nada de novo, mas que serve bem para passar os momentos de tédio.


Baseando-se na mitologia báltica, o jogo te coloca no papel de Doe, um ser humanóide estranho que coleciona as fern flowers. No jogo, uma espécie de flor de lótus disponível ao longo do mapa. Seu objetivo é subir uma enorme estrutura com toques nos dois lados da tela de seu celular. Se você não tocar, o Doe cai e aí você tem que começar a escalada toda de novo. No começo, a estrutura parece uma árvore, mas vai se modificando e novas formas começam a surgir, formas que lembram estruturas metálicas, além de neve e ventos para atrapalharam sua caminhada sem fim.

Sem fim, pois o jogo realmente parece ser um desses games infinitos, cujo único objetivo é ganhar dinheiro dos usuários e distraí-los por um tempo. No segundo objetivo, Fern Flower se sai bem.

O game é simples, com gráficos bonitos, porém minimalistas, lembrando até o incrível Journey de PS3, que impressionou a todos em seu lançamento e teve n cópias em anos posteriores. Para completar a simplicidade temos efeitos sonoros quase inadiáveis.

Como todo jogo do tipo, Fern Flower não apresenta uma grande dificuldade e nem tem longevidade nos celulares, mas serve para distrair.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Sling Drift

Hoje a dica de mais um jogo infinito, desses que viciam e não te deixam desgrudar do celular por alguns dias.


O nome é "Sling Drift", de uma empresa que faz diversos jogos para mobile e esse esta disponível para Android e iOS. Nele, você controla um carro de corrida e deve fazer com que ele realize curvas. Se fizer um drift perfeito mais de 3 vezes, você entra num modo especial que te garante mais velocidade e precisão, além de outras vantagens.

O game foi montado naquela visão de cima, como os antigos jogos GTA, então acaba ganhando um ar de nostalgia. Seus controles são simples, apenas um toque na tela que fará o veículo se prender a um ponto do lado da pista e realizar a curva. Eu acha que tinha que tocar no ponto, mas é só tocar em qualquer lugar da tela que ele realiza a curva. Você deve ter destreza pra tocar a tela no momento certo, se não, não realiza a curva de maneira perfeita ou pior, pode acabar explodindo.

O jogo conta ainda com efeitos simples e uma música divertida, mas seus aspectos não chamam muito a atenção. Sua desenvolvedora se preocupa mais em lançar jogos e não desenvolvê-los até não der mais, então o jogo é bem simples, porém completo.

Um ponto negativo que chama a atenção é o excesso de propagandas. Às vezes, aparecem até duas propagandas uma após a outra, então isso enche muito o saco de quem joga.

Enfim, jogo casual simples, completo e divertido.


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Podcast Locadora #77 - Locadora Game Show


   Hoje temos um programa diferente, o Locadora Game Show! Guarda Belo e Bulmo se juntam para encarar Desgraça e Ken-Oh numa série de competições para decidir quem va levar o prêmio de um milhão de reais em barras de ouro.

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