Em meio a um ano com tantos lançamentos bombásticos, muita coisa vai passar despercebida, e esse foi meu caso com Paranormasight, uma visual novel adventure de terror desenvolvida pela Square Enix. Eles costumam lançar alguns títulos menores na surdina há alguns anos, uns recebem destaque, nem que seja um trailer numa Nintendo Direct, o que esse jogo foi, mas apenas numa Direct japonesa.
Paranormasight foi lançado em março para Switch, PC e celulares, é um jogo que toma em cerca de umas 10 horas para terminar. Não é lá um título de maior orçamento, o que é padrão do gênero, que costuma ter jogos mais “humildes”. Ele é co-desenvolvido pela Xeen Inc., uma pequena empresa que trabalha em ports e ajuda em desenvolvimentos de jogos maiores.
Não há nenhum nome muito grande nos créditos, mas reconheci o estilo de arte dos personagens, esse sendo o de Gen Kobayashi, que também trabalhou em ambos The World Ends With You. O roteirista e diretor principal é Takanari Ishiyama, sendo seu primeiro jogo sendo lançado fora do Japão. Mesmo com essas limitações orçamentárias, é um jogo bem “vistoso”.
sexta-feira, 25 de agosto de 2023
Review - Paranormasight: The Seven Misteries of Honjo
quinta-feira, 8 de junho de 2023
Reboot do Diário de joguinhos
O LocadoraTV tinha uma série excelente onde o Business Cat listava alguns jogos que ele estava jogando, então resolvi trazer isso de volta com alguns lançamentos ou jogos mais antigos.
Amnesia: The Bunker: Certamente o primeiro Amnesia(2010) foi o jogo de terror mais influente da década passada, basta ver quantos jogos no mesmo estilo foram feitos depois dele, as sequências foram decentes e traziam mais aprimoramento técnicos e a mesma competência em criar atmosferas tensas mas a fórmula foi esgotando com o tempo, então The Bunker mudou alguns aspectos, agora com elementos de Immersive Sim e um sistema de combate com armas de fogo. As balas são bem escassas(muito mesmo, ao ponto de você se sentir culpado quando atira) e a ambientação é bem escura e claustrofóbica apesar de se passar em um ambiente aberto para exploração(se passa em um Bunker, afinal) e a história é intrigante. Sem dúvida foi um bom esforço pra reformular a franquia sem deixar de ser fiel a suas raízes. E está disponível no Gamepass. Vale a pena. 8/10
Gears of War 4: Gosto muito da trilogia Gears of War, os jogos eram bem divertidos, tinham ótimos personagens e eram muito bem escritos, serrar inimigos é uma das coisas mais prazerosas que existia no mundo dos videogames então não sei exatamente o motivo de eu ter ignorado o quarto jogo(o Judgement foi fraco e desnecessário) e vi que cometi um erro. O jogo é ótimo. Parte de uma premissa interessante: Após o fim dos Locusts, Lambent e Imulsion, o planeta de Sera começou a sofrer com enormes tempestades devidos a mudanças climáticas que isso causou e poucos humanos vivem agora e todos estão vivendo em um cenário praticamente pós-apocalítico e a COG foi reformada e agora é um governo tirânico. Uma pena que isso não é aprofundado durante a trama mas a boa notícia é que os novos personagens são muito bons, JD esbanja carisma e seus companheiros são um bom suporte(Kat vai ganhando destaque durante a trama) e o Marcus Phoenix dispensa comentários mas confesso que gostaria de ver mais interação entre os personagens, o jogo durante sua parte final fica um pouco cansativo mas o capítulo 5 do game é realmente memorável e quebra a monotonia que estava se instalando de maneira espetacular. Tecnicamente o jogo é bem competente também e serrar os inimigos e tomar banho de sangue continua glorioso. Um sólido nota 8/10. E comecei a jogar o 5 e escrevo sobre na semana que vem.
I Did not Buy This Ticket: Eu confesso que não sou chegado a visual novels mas sempre fico ligado no cenário de jogos de horror(meu gênero favorito tanto nos jogos quanto no cinema) e achei essa VN de um estúdio chamado Time Galleon Games que é encabeçado pelo brasileiro Tiago Rech. Basicamente o jogo é sobre uma Carpideira(pessoas contratadas para ficarem de luto em funerais alheios) enquanto ela viaja de funeral a funeral. A arte é bem boa e com designs macabros e o texto é soberbamente bem escrito. O jogo é curto e apresenta 5 finais diferentes. Custa módicos 20 reais na Steam e é uma grande dica pra quem curte uma boa história. 9/10
The Lord of The Rings™: Gollum: Primeiro tenho que me explicar o motivo de eu ter jogado(e terminado) esse jogo. Eu tenho uma mórbida atração por produções desastrosas, não me perguntem o motivo pois nem mesmo eu sei e de quebra sou fã de Senhor dos Anéis. Bem, pra começar, esse jogo do Gollum é algo que ninguém pediu mas ele chegou mesmo assim. E o jogo é um desastre, tem problemas graves de performance, os gráficos são do meio de geração do PS3 e a história é risível com momentos constrangedores. A gameplay é muito irritantes pois é um jogo de plataforma bem ruim com comandos péssimos que se confundem sempre(e acabam resultando em Game Over com frequência) Gollum vai além das inúmeras falhas técnicas pois é um jogo conceitualmente terrível. 2/10
Bom, é isso. Essa coluna vai aparecer aqui as vezes e a próxima vez será na semana que vem com alguns outros jogos que joguei ou estou jogando no momento.
quarta-feira, 7 de julho de 2021
Review - Silver Case
A primeira vez que joguei The Silver Case foi um pouco depois do lançamento, foi um título muito esperado entre fãs de Suda51. Na época, 2016, não era tão familiarizado com suas obras, mas já adorava Killer7 e fiquei perdidasso jogando uma hora de Flower, Sun and Rain. Acabei largando o jogo devido algumas estranhices com o esquema de controle, você não podia nem usar o wasd para andar, e não estava com muita vontade de acompanhar tanto texto, o que leva a 2021, onde finalmente dediquei meu tempo para terminá-lo.
Originalmente lançado em 1999 para PS1, Silver Case é o primeiro jogo da Grasshopper Manufacture, sendo um tanto quanto básico, já que é uma visual novel/adventure, porém com uma junção de diversas coisas que poderia ser visto como ambiciosa, principalmente para um jogo de um estúdio pequeno. O visual é apresentado por janelinhas em um fundo de cenário de uma cor com diversos elementos como linhas, números, e textos, e mostrando imagens, vídeos e textos em janelas. Os ambientes de jogo são 3D, explorados em uma perspectiva de primeira pessoa e os gráficos são bem simplórios, lembrando JRPGS onde você navega em labirintos, como os primeiros Shin Megami Tensei. Não é um jogo que impressione pela alta qualidade técnica e polimento, o que o torna atrativo é a estética e suas ideias peculiares e criativas.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Review - Danganronpa V3: Killing Harmony
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Danganronpa - O Jogo da Matança Escolar Psychopop
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| Disclaimer: o post não tem spoilers, ou evita não ter. |
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
(ATUALIZADO) NINE NINE NINE! Zero Escape será lançado para PSVita e PS4 E STEAM
ATUALIZAÇÃO
VAI TER PRA STEAM TAMBÉM
FODA-SE TUDO!!





