Loop Hero
Separei alguns jogos da lista de indicados pra The Game Awards pra correr atrás ainda esse ano e o primeiro é Loop Hero. Ele tem uma mistura de fantasia com uso de cartas que me agrada bastante e progredi até certo ponto com bastante gosto, porém acho que depois de um tempo a progressão começa a ser bastante lenta e o loop de jogabilidade passa a ser repetitivo em excesso. Não que não fosse repetitivo desde o início, mas, mesmo sendo um roguelike, o game te apresenta coisas novas o suficiente no começo e esse fluxo de novidades que deixam o jogo mais interessante e o personagem mais forte diminui bastante após algumas horas de jogo. É um game bacana, mas pra mim poderia ser um pouco mais balanceado neste quesito.
Psychonauts 2
Confesso que não gostei do primeiro game desta franquia e o que havia visto inicialmente do segundo não tinha me chamado muita atenção, mas resolvi jogar por conta do clamor que recebeu. De início achei que minhas pré-conclusões estavam certas e quase larguei este game, mas fico contente que não fiz isso. O jogo é bastante bom e, acho, se supera na direção, conseguindo implementar mecânicas e situações bastante únicas em cada menta que o personagem principal visita, fazendo com que o game nunca fique estagnado. O negócio é que, pra mim, ainda é um mundo bastante sem carisma. Por mais que a história seja OK, não consigo me conectar com os personagens, deixando Psychonauts 2 um pouco abaixo da lista de favoritos deste ano. Ainda assim eu recomendo pra quem quer que olhe e se interesse minimamente.
Bolão da TGA
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Fim
Por hoje é só. Sigo minha jornada pelos games indicados na TGA que eu pulei com o Guardiões da Galáxia. Falo dele na semana que vem. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.






