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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Review - Bloodstained: Ritual of the Night


Faz quatros anos que o projeto “Igavania” foi anunciado e financiado no Kickstarter. Na época, os serviços de financiamento coletivo ainda pareciam ser a forma ideal de apoiar os criadores e o público ter exatamente o que quer. Koji Igarashi, conhecido como Iga, ex-produtor da série Castlevania, estava tentando trazer um sucessor espiritual da franquia nos moldes de Symphony of the Night.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

#123 - Castlevania: Symphony of the Night


Belo, Desgraça, Ken-Oh e Bulmo falam sobre o clássico que virou Castlevania de cabeça pra baixo, onde o Castelo Demoníaco do Dracula surge de novo, com uma arquitetura bem diferente, mais espaçoso, cheio de segredinhos e equipamentos, e nenhum Belmont está lá para impedir o Lorde das Trevas, então cabe ao filho do próprio vampirão impedir que o mal vença.

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quinta-feira, 30 de maio de 2019

sexta-feira, 29 de março de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 2


Dota 2
Começando com o assunto que ninguém mais se importa, mas como eu acompanhei e esse é meu diário, vou falar. Já cansei de comentar aqui o quanto eu acho o cenário competitivo de Dota legal de acompanhar e, no final de semana passado, teve o terceiro grande campeonato da temporada, com vitória de um time chinês. Tinha um time brasileiro que até jogou relativamente bem, mas pegou umas pedreiras e foi eliminado cedo.

Castlevania Bloodstained: Curse of the Moon
Sinceramente, o único Castlevania que joguei foi o original de NES e Bloodstained me lembrou MUITO dele. O Guarda Belo falou até que parece mais com o 3, mas não posso opinar sobre isso. Bloodstained é um jogo de ação e plataforma 2D que você consegue alternar entre 4 personagens que são bastante diferentes e funcionam com suas 'vidas' dentro de uma fase. Se todos morrerem, você volta do começo. O level design é excelente, com várias ramificações em cada fase. Um jogo bastante bom, na minha opinião. Joguei no casual porque não tem knockback, uma coisa que praticamente quebra o primeiro Castlevania e eu não queria passar raiva.

Novos modelos de Switch 
Esse é um rumor que já circula faz bastante tempo, mas agora parece ter um fundo de verdade. Uma matéria do Wall Street Journal relatou que, na verdade, dois modelos novos estariam por vir, um mais simples para tomar o lugar do 3DS e um mais potente em questão de hardware. Essa questão de versões intermediárias de consoles não é nada novo e é muito provável que acontecesse uma hora ou outra. Se for verdade, deveremos ver algo sobre essas novas versões na E3 com um lançamento em novembro, antes da black friday (falou o Business Cat invocando a Mãe Diná). Confiram também o vídeo do Guarda Belo sobre o assunto.

Apple Arcade
Agora a moda é entrar no mercado de joguinhos. Não que a Apple já não estivesse, inclusive eles têm provavelmente a maior plataforma da atualidade, o celular. Mas com o Apple Arcade, eles vão oferecer um serviço por assinatura onde você vai poder jogar jogos mobile alternando entre iPhone, iPad, Mac e Apple TV. Tipo o Xbox Game Pass, mas para jogos de celular. Também não perderam a oportunidade de alfinetar a Google e dizer que os games poderão ser baixados para jogar offline também, ao invés de ser um serviço de streaming, porém os jogos aqui não são grandes produções, como a Google promete que será possível jogar com o Stadia. (Mais informações)

Salt and Sanctuary 
Comecei esse indie que é basicamente, como todos dizem, um Dark Souls 2D. Eu tenho alguns problemas com esse novo "gênero" que se criou, o tal do souls like, pois para mim algo tão punitivo raramente é divertido. Salt and Sanctuary porém também está incluído na categoria plataforma de ação, que me é muito mais atrativa, e estou gostando bastante do jogo. Ele tem vários elementos bem profundos que é difícil de entender o que algumas coisas fazem logo de cara, porém a jogabilidade é boa o suficiente para em dar vontade de seguir em frente. Ele também parece ter uma distância entre save points honesta, o que ajuda bastante, mas falta um mapa para a exploração ser mais eficiente.

Fim
Por hoje é só. Estou gostando do ritmo desses posts e acho que é uma boa maneira de abordar alguns assuntos de uma maneira rápida e direta. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem. Só pra finalizar, já que eu sou o único no Locadora que gosta de Borderlands, fiquem com o trailer de anúncio de Borderlands 3, que tá bastante maneiro pra quem já curte, mas não fez nada para chamar a atenção de quem já não gostava.


quinta-feira, 21 de março de 2019

Castlevania: Symphony of the night, ou quarteto para o fim dos tempos


Escrito por Salomão

 

Metroidvanias são jogos extremamente charmosos, de arquitetura complexa e de estrutura que lembra os melhores contos de Borges. Certamente a respeito do meu pecado de nunca ter jogado Castlevania: Symphony of the Night muito tenho que falar para poder justificar a recente extinção do meu pecado – que jogo fabuloso – com certeza um dos dez maiores que eu já joguei, e primeiramente tenho que contextualizar duas coisas:

1- Já tinha jogado na minha (não tão distante) infância Lament of Innocence, um jogo muito interessante, logo não foi minha primeira incursão na franquia.

2- A jogatina foi feita pelo PS4 através da excelente (e caça-níquel) coletânea Requiem.

Seguindo o raciocínio eu sou como uma debutante musical escutando A arte da fuga pela primeira vez, como uma criança em choque vendo fogo pelas ruas, tudo, tudo, apenas percebo como sou juvenil se tratando de games. A primeira memória ao entrar no castelo normal e ser roubado pela Morte foi Dark Souls, o jogo da From retornou ao meu imaginário nos momentos frequentes em que navegamos digressivamente pelos cenários góticos, em que Alucard se mistura à noite (como Éluard), que destruímos monstros bisonhos (com um belo design) e ganhamos itens interessantes nos cantos mais obscuros. 

É uma aula de como fazer um mapa inteligente: não há o vazio de jogos como as até hoje frequentes cópias de GTA III, é tudo muito bem posicionado, útil, corta toda a inutilidade possível, isso que é o mais interessante. Como em uma liturgia de cristal, a jogabilidade chama a atenção pela eficiência: magias, armas, um micro-RPG básico de ação. A qualidade e a diversidade da fauna e geografia de Symphony of the Night lembra-me o Quarteto para o fim dos tempos de Olivier Messiaen, mídias inesgotáveis, até hoje – mais de vinte anos depois – ainda é um jogo impressionante, influente e poderoso. Não é como eu ou você, que daqui a algum tempo seremos ainda ilustres desconhecidos, é um exemplo de projeto que transcende o teste da eternidade, isso sim é a definição de um clássico. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Review - Castlevania Rondo of Blood e Dracula X Chronicles


Com tanta empresa deixando de lançar jogos apenas pro SNES no meio da vida do console, a Konami resolve olhar pro PC-Engine CD e lançar seu próximo Castlevania. Infelizmente, a falta de sucesso do console fora do Japão fez com que Rondo of Blood não saísse de lá.

Hoje, devido a emulação fácil de PC-Engine e com direito a patch em inglês, além do remake de PSP com o jogo original e o Castlevania Requiem, temos acesso a um, se não o melhor, Castlevania clássico, antes da era Metroidvania.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Podcast Locadora 96 - Castlevania (NES)


Nesse episódio Bulma, Desgraça, Ken-Oh e Business Cat pegam seus chicotes, botam suas tanguinhas e vão em direção ao castelo diabólico do Dracula, prontos para falarem da primeira aventura da família Belmont nos videogames. Fazemos uma análise do Castlevania do Nintendinho e veremos se ele ainda é um jogo incrível como na sua época, e se sua dificuldade pode ser considerada justa.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Podcast Locadora 94 - Jogos de Terror


Hoje o Locadora aborda os confins mais obscuros da psiquê humana, fazendo um dos atos mais horrorizantes do homem moderno, UM REMAKE! Mas não se preocupe que esse podcast tá bem melhor que o antigo.

Nesse episódio, em clima de Halloween, Belo, Bulma e Desgraça falam de alguns jogos de terror, indo de jogos com apenas temática de horror, até jogos verdadeiramente horripilantes, e também uns que só eram assustadores na nossa mente infantil.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Podcast Locadora 92 - Soundtracks 5

 

Hora de dar um pause e apreciar as mais belas serenatas, os mais inesquecíveis boleros, as mais fantásticas composições de nossos queridos joguinhos. Business Cat, Desgraça e Bulmo fazem esse pequeno (para nossos padrões) podcast onde escolhem 6 faixas de mais alto garbo e elegância que vão tocar o seu coração!

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Pollyanna: animação feita por fãs de Earthbound (com spoilers)
Canal da Donna Burke

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Abreu Project

Escrito por Surfista Aluminado

 

E ae, locadores! Tudo firmeza? Espero que sim. Aqui é o seu amigo Surfista Aluminado novamente. Como não censuraram meu último post neste garboso e cheiroso blog, eu resolvi sem a pressão de ninguém (leu isso né senhor Guarda “cadê meus outros 2 posts, Surfista” Belo) fazer um post curtinho de indicações.

Indispensável pra quem curte vídeo jogos e boa musica, Abreu Project, segundo a pagina de facebook deles, é uma banda instrumental fundada em 2006 e idealizada pelo multi-instrumentista Leandro Abrel. Abaixo segue um top 5, que se não te convencerem a seguir agora o canal da banda no You Tube, ou o Spotify dela, nada mais poderá ser feito com relação ao seu mal gosto musical.

Vale muito a pena deixar as musicas tocando enquanto você joga qualquer que seja o game.

Aquatic Ambience – Donkey Kong Country

Wild Scene – Chrono Trigger

Green Hill Zone – Sonic the Hedgehog

The Forest Of Monsters - Super Castlevania IV

Metal Man Stage - Mega Man 2

E é isso ai amigos, espero que vocês curtam a indicação, caso vocês já conheçam a banda, mandem ai nos comentários quais musicas vocês mais curtiram. Ah! Segue ai o Spotify pra quem quiser mais praticidade pra ouvir as musicas. Inté!