segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 46



Os favoritos do ano
No espírito do fim de ano, resolvi fazer um top 10 aqui de preferidos de 2021. Infelizmente o espírito do fim de ano também emana uma preguiça bem grande, então não vou escrever mais sobre cada um deles. Deixe seu top 10 aí nos comentários abaixo para compararmos!

3- Bowser's Fury


Decepções do ano:

Complementos:
- BackTracking #5 que falamos dos lançamentos da primeira parte do ano.
- BackTracking #9 que vem aí para falar dos jogos favoritos da segunda parte do ano e também sobre indicados ao Troféu Locadora. (link ainda inativo no momento deste post, obviamente)
- Troféu Locadora 2021 que também vem aí logo no início de janeiro! (link ainda inativo no momento deste post, obviamente)

The Gunk
Este é um jogo que eu já vinha aguardando faz um tempo e fico triste em dizer que o jogo não é pra mim, apesar de estar longe de ser um jogo ruim. Ele foca muito em exploração e environmental puzzles, o que é ok, mas acabou faltando algum atrativo a mais para me manter fisgado. Fora isso também dá de dizer que é um jogo bastante bonito! Recomendo bastante para quem curte jogos tranquilos™. 

Fim
Por hoje e por este ano é só. É capaz de eu tirar algumas semanas de folga do diário de joguinhos, mas espero ter a força de vontade para voltar para esta atividade que gosto bastante, mesmo tendo um público mínimo (ou nenhum). Se não for incômodo pedir, comenta aí em baixo se você leu até aqui, só mandando um oi, pra eu contar nos dedos quantas pessoas leem este meu singelo diário. Eu agradeceria bastante! Deixe aí em baixo também comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer no ano que vem.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 45


Halo Infinite
Este ano foi, efetivamente, meu primeiro contato mais profundo com a franquia Halo. Após não ter terminado o primeiro game da franquia ali pro meio do ano, comecei Infinite com empolgação moderada, mas fico feliz em dizer que o jogo me pegou. Sou bastante ruim em FPS, então joguei no easy só pra acompanhar a história, que tem uma trama suficientemente envolvente para me segurar ali. Apesar de muito ser comentado sobre mundo aberto no game, achei algo bem pontual e que não me obrigou a explorar diversos pontos de interesse para prosseguir no jogo, algo que muitas vezes me frustra. Enfim, mesmo não estando entre meus favoritos do ano, curti bastante a experiência

Fim
Por hoje é só. O próximo diário de joguinhos terá o intuito de divulgar meus favoritos de 2021 Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 44


Inscryption
Infelizmente este jogo tentou ser umas 4 coisas ao mesmo tempo e acabou não sendo muito bem sucedido em nenhuma delas, na minha opinião. Além das três etapas que o game apresenta ao longo da campanha, ainda tem uma espécie de história do mundo real em live action no esquema found footage que eu, particularmente, achei bastante desnecessário. Triste, pois a jogabilidade em si das partidas de estratégia com cartas é até bem bacana. Esse jogo poderia ter sido melhor se tivesse mais foco.

Death's Door
Death's Door, por outro lado, tenta ser uma coisa só e tem um sucesso muito grande nisso. Com uma historinha simples, mas bacana e uma jogabilidade de combate excelente, este com certeza entra no meu top 5 jogos do ano. A única reclamação que eu tive no começo era a de que as mortes eram punidas de forma ruim, na minha opinião, apenas voltando várias telas sem nenhum motivo aparente, mas este demérito é bastante diminuído por um level design bastante bom. Joguem Death's Door!

Fim
Por hoje é só. Acabei pulando uma semana e nem percebi, então fica aqui o relato das duas últimas. Agora estou de férias e vou ver se consigo jogar tudo que eu quero ainda antes do fim do ano: Halo Infinite, Shovel Knight Pocket Dungeon e The Gunk! Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Review - Splinter Cell: Chaos Theory

Antes de jogar Splinter Cell, sempre ouvi falar bem de Chaos Theory, provavelmente é o que eu estava mais esperando de jogar da série. Considerado o melhor da franquia, ou até um dos melhores jogos de Stealth de todos os tempos, o que são condecorações grandiosas, mas longe de serem inverdades.

Lançado em 2005, foi o primeiro ponto de mudança da série, já que evoluiu da Unreal Engine 2 para a 2.5, o que não pode parecer grande coisa, mas ele tem uma cara mais modernosa comparado aos anteriores. Assim como todos os outros jogos da série, foi lançado e relançado para uma porrada de consoles, incluindo para 3DS, e eu joguei a versão de PC, aparentemente, a melhor. Também tem um modo multiplayer com missões exclusivas com outros "Splinter Cells", que infelizmente não pude jogar.

sábado, 4 de dezembro de 2021

Review - Resident Evil: Bem Vindo a Raccoon City


Durante mais de uma década os fãs de Resident Evil foram aterrorizados com os filmes live-action da franquia estrelados por Milla Jovovich que rendeu momentos trágicos como uma troca de socos contra o Nemesis, um Chris Redfield prisioneiro e o Doutor Isaacs convencendo executivos da Umbrella que o fim do mundo seria bom para as ações da empresa que no momento estavam em queda(pois é). O que nos leva a conclusão óbvia que esses filmes eram tudo menos Resident Evil.

E após tudo isso o reboot cinematográfico da franquia chega aos cinemas e conta a história de Claire Redfield(Kaya Scoodelario) seu irmão Chris(Robbie Amell), Leon Kennedy(Avan Jogia), Jill Valentine( Hanna John-Kammer) e Albert Wesker(Tom Hopper) que tentam sair da cidade de Raccon City antes que ela exploda e vão ter que lidar com as ameaças biológicas e os mistérios e conspirações que rondam a cidade.

Com a missão de tentar fazer um filme que seguisse mais a linha dos dois primeiros jogos o diretor  Johannes Roberts(Medo Profundo) que também assina o roteiro já começa com uma boa decisão de tornar os acontecimentos dos dois primeiros jogos em simultâneo e sendo bem honesto, os primeiros jogos não tem material o suficiente pra sustentar um longa metragem, porém a boa ideia não se traduz em uma boa execução já que o filme é corrido demais, e o arco do Leon é bem errático, quando ele começa a se adaptar a situação caótica o filme acaba, a Lisa Trevor que é a única criatura bem feita do filme é totalmente jogada no enredo e o roteiro falha miseravelmente em explorar a figura trágica que conhecemos no Resident Evil Remake(2002) chegando ao cumulo de ter uma patética cena de luta entre ela e um Licker em CGI que parece ter sido feito em 1998.

Homenagem ao poder de processamento de CG's do Primeiro Playstation? Pode ser.

A direção de Roberts tem momentos inspirados como alguns longos takes com alta profundidade de campo como a introdução à delegacia onde ela parece ser construída a mão sendo uma perfeita tradução do que vemos nos jogos mesmo que só apareça poucas partes dela e a cidade com uma constante chuva e névoa fazem o visual do filme ser interessante e a inspiração em John Carpenter é evidente pena que essa inspiração seja limitada apenas ao visual e alguns conceitos narrativos como a delegacia sendo abandonada e a passagem de tempo marcada na tela, mas essas cenas mais ambiciosas são poucas e a maior parte do tempo é abaixo do medíocre, a insistência em martelar referência dos anos 90 é irritante(o filme já começa com um letreiro indicando que é 1998, acho que isso já basta) e as cenas de ação são pavorosas, os cortes caóticos junto com a péssima fotografia que é muito escura e as cores mais fortes aparecem estouradas na tela torna tudo incompreensível, a cena de um ataque zumbi ao Chris feitas com flashes de luz na tela é o resumo perfeito do que é o caos técnico desse filme. O que poderia ser divertido de assistir que seria ver os zumbis sendo massacrados acaba sendo ruim seja pelas já mencionadas péssimas cenas de ação ou pela maquiagem amadora das criaturas. Resident Evil errar nos zumbis é preocupante mas ao menos o gore é bem feito.


Gastaram metade do orçamento nela.

Demonstrando uma insegurança monstruosa, Roberts não escolhe o tom da narrativa e não sabe se tenta fazer algo mais sério ou cair de cara na trasheira e o filme fica intercalando entre esses dois momentos acaba falhando em ambos, a cena de um homem pegando fogo correndo pra delegacia arranca risadas constrangidas do público e a tentativa de fazer drama é patética pela péssima performance da maioria dos atores e pelo texto pobre.

Roberts falha ainda mais tentando fazer terror e se limita a jumps scares baratos e a mixagem de som é péssima, ora soando baixo demais e ora alta demais, mas um fator excelente aqui é a trilha sonora original que parece ter sido extraída diretamente de filmes de terror dos anos 80 com uso de sintetizadores e pianos tudo bem orquestrado mas o uso de músicas pop é péssimo e totalmente irritante.

As atuações no geral foram ruins, a Claire tem um visual OK e tem um arco narrativo razoavelmente bem definido(o único) apesar da atriz parecer desinteressada em tentar arrancar algo dessa situação, o Chris tem o melhor visual e não é totalmente desvirtuado dos videogames, o que compromete é a performance péssima do Robbie Amell mas surpreendentemente ele não é o pior ator do filme(que elenco hein!) e quem consegue superar ele nessa dura tarefa é o Tom Hooper que parece sofrer de uma grave paralisia facial e o Wesker ser transformado em um mero capanga foi uma decisão inexplicável. 

A Jill é a personagem que mais foi desvirtuada dos jogos, nenhum resquício do que ela é nos games aparece, nesse filme ela parece uma Michelle Rodriguez genérica se limitando a fazer piadas(ruins) durante o longa e existe uma tentativa de fazer um triângulo amoroso entra ela, Wesker e Chris que é tão mal desenvolvido que parece ser parte das cenas deletadas que o diretor esqueceu no corte final.

Como a Jill ficou ruim...

Avan Jogia faz um trabalho bem competente não caindo na armadilha em transformar o personagem em um alívio cômico e consegue dar aquela ternura que vemos do Leon nos jogos o problema então se limita ao roteiro que faz o Leon ser apenas um incompetente a maior parte do tempo e o arco dele é praticamente inexistente tendo apenas um começo como um policial novato em seu primeiro dia de trabalho tendo que lidar com a catástrofe da cidade mas não tem desenvolvimento nem conclusão, quando ele começa a se adaptar a situação o filme termina abruptamente mas a performance de Jogia é a única que me faz querer ver ele de volta no papel.

Conseguiu encarnar perfeitamente o Leon do segundo jogo, pena que o roteiro não ajudou.

Além de Jogia outro que merece destaque é o Donal Logue como Brian Irons, interpretando o chefe de polícia de uma forma histriônica, ver ele xingando seus subordinados são as únicas coisas humorísticas do roteiro que funciona bem, infelizmente seu background sinistro dos jogos não tem vez aqui.

Resident Evil: Bem Vindo a Raccoon é um filme profundamente problemático mesmo que consiga executar bem alguns conceitos visuais da série e ter algumas cenas interessantes mas falha em fazer uma narrativa que seja minimamente bem estruturada e a fidelidade prometida se limita apena a história geral e parcialmente a ambientação não se estendendo aos personagens e suas personalidades e arcos narrativos. 

5/10

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 43


Marvel's Guardians of the Galaxy
Fazia tempo que um jogo não marcava tantos acertos na minha lista de preferências. História excelente com narrativa dinâmica, sem side quests, combate divertido e variado o suficiente e trilha sonora fantástica são alguns dos elementos que fizeram este game ser o meu favorito do ano (até o momento). Apesar de similaridades com o filme do MCU, o game é diferente o suficiente para que a construção dos personagens e do time seja interessante, aproveitando também que a mídia vídeo game dá mais tempo para a história e vai muito além do que poderia ter sido abordado em um filme de 2h. Tudo isso é bem amarrado com o carisma dos personagens e cenas com emoção muito bem direcionadas que fazem o jogador realmente se conectar com o game. Infelizmente encontrei uma quantidade não insignificante de problemas técnicos, mas isso fica longe de desmerecer qualquer mérito do jogo. Se quiser saber mais o Findman fez uma review do jogo aqui.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Review - Marvel's Guardians of the Galaxy

Escrito pelo Findman

   Depois da tragédia que foi Vingadores, a Square Enix alguns meses depois anunciou um novo jogo da Marvel, dessa vez os Guardiões da Galáxia sendo desenvolvido pela Eidos-Montréal, a mesma equipe responsável pelos últimos jogos da franquia Deux Ex. Um desafio grande para o estúdio por lidar com uma propriedade nova para eles e completamente diferente.


terça-feira, 23 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 42


Loop Hero
Separei alguns jogos da lista de indicados pra The Game Awards pra correr atrás ainda esse ano e o primeiro é Loop Hero. Ele tem uma mistura de fantasia com uso de cartas que me agrada bastante e progredi até certo ponto com bastante gosto, porém acho que depois de um tempo a progressão começa a ser bastante lenta e o loop de jogabilidade passa a ser repetitivo em excesso. Não que não fosse repetitivo desde o início, mas, mesmo sendo um roguelike, o game te apresenta coisas novas o suficiente no começo e esse fluxo de novidades que deixam o jogo mais interessante e o personagem mais forte diminui bastante após algumas horas de jogo. É um game bacana, mas pra mim poderia ser um pouco mais balanceado neste quesito.

Psychonauts 2
Confesso que não gostei do primeiro game desta franquia e o que havia visto inicialmente do segundo não tinha me chamado muita atenção, mas resolvi jogar por conta do clamor que recebeu. De início achei que minhas pré-conclusões estavam certas e quase larguei este game, mas fico contente que não fiz isso. O jogo é bastante bom e, acho, se supera na direção, conseguindo implementar mecânicas e situações bastante únicas em cada menta que o personagem principal visita, fazendo com que o game nunca fique estagnado. O negócio é que, pra mim, ainda é um mundo bastante sem carisma. Por mais que a história seja OK, não consigo me conectar com os personagens, deixando Psychonauts 2 um pouco abaixo da lista de favoritos deste ano. Ainda assim eu recomendo pra quem quer que olhe e se interesse minimamente. 

Bolão da TGA
O bolão ainda está ativo! Vote em quem você acha que vai vencer neste link aqui.

Fim
Por hoje é só. Sigo minha jornada pelos games indicados na TGA que eu pulei com o Guardiões da Galáxia. Falo dele na semana que vem. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 41


Forza Horizon 5
Semana passada não escrevi o diário por dois motivos: Forza Horizon 5 saiu no dia que eu geralmente escrevo e eu fiquei jogando Forza Horizon 5 quase o dia todo. Este é um baita joguinho de corrida que oferece uma infinidade de objetivos pra fazer em um mapa enorme.  Pra quem gosta de corrida é um prato cheio, pois a jogabilidade é fenomenal. Infelizmente a parte de desafios semanais ainda parece estar um pouco quebrada, mas acredito que vá ser um jogo que eu vou deixar instalado por bastante tempo.

Halo Infinite Multiplayer
Lançado meio de surpresa no evento de aniversário de 20 anos do Xbox, a parte do multiplayer do novo Halo, que é de graça para todo mundo, traz basicamente o que tinha sido mostrado no teste aberto de rede que teve no mês passado. É um multiplayer divertido, principalmente o Big Team Battle, mas FPS multiplayer não é muito a minha praia. Devo jogar um pouco enquanto aguardo a campanha, que estou um pouco mais empolgado.

The Game Awards
Saíram hoje os indicados da premiação do Geoff Keighley. Os nomeados a melhor jogo foram: Deathloop, It Takes Two, Metroid Dread, Psychonauts 2, Ratchet & Clank: Rift Apart e Resident Evil 7. Deathloop, o jogo da Microsoft Game Studios que é, até o momento, exclusivo do PS5, foi o mais indicado dentre as categorias principais, simbolizando um certo equilíbrio entre as grandes empresas da indústria neste ano. Infelizmente THE FORGOTTEN CITY FOI COMPLETAMENTE ROUBADO, mas vida que segue. 

Aproveite que você está aqui e vota lá no nosso bolão!

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 40


Horizon Chase Turbo - Senna Forever
DLC do melhor joguinho de corrida dos últimos tempos, os carros de fórmula 1 chegam a Horizon Chase. Apesar de que o estilo de corrida continua o mesmo, achei apenas que o senso de progressão é muito mais raso nesta DLC. É muito bacana acompanhar a trajetória do Senna, com o jogo alinhando a sequencia de corridas de cada ano e tudo mais, mas mesmo assim elas parecem senti que faltava uma coisinha pra elevar o nível do jogo. Não sei o que é, admito. Talvez apenas uma vontade maior. O Guarda Belo fez um vídeo sobre essa DLC lá no canal novo dele, confere lá.

Age of Empires IV
Jogando um pouco de Age of Empires IV eu não senti nada de diferente em relação aos anteriores. Isso é bom pra quem gosta da franquia, deixa a série mais estável, mas também eu não me lembro tanto dos jogos pra citar as minúcias que esta nova versão traz. Vi que tem um modo de campanha, que te leva a batalhas e situações específicas da história do mundo, inclusive com vídeo documental narrando e introduzindo tal fato. Bem bacana para quem gosta. Vou jogar mais um pouco do game, provavelmente, mas Age of Empires sempre foi a franquia que eu gosto, mas de longe. Jogo um pouco, mas nunca me aprofundei.

The Fogotten City
Este se tornou um dos meus favoritos do ano, com certeza. O jogador chega nesta cidade esquecida para descobrir que existe algo chamado Regra de Ouro, que pune toda a população caso um cidadão cometa qualquer pecado. O seu objetivo é descobrir qual dos cidadãos está mais suscetível a quebrar a regra para então impedir que aconteça, já que você está preso em um loop temporal que reinicia cada vez que alguém peca. Esta mistura de dia da marmota com Majora's Mask é muito bem amarrada pelo mistério por trás de tudo, a maneira que a história é contada e o ritmo da narrativa. Essas duas últimas linhas resumem 80% das minhas preferências em jogos, então não tinha como eu não gostar de The Forgotten City.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.