terça-feira, 30 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 43


Marvel's Guardians of the Galaxy
Fazia tempo que um jogo não marcava tantos acertos na minha lista de preferências. História excelente com narrativa dinâmica, sem side quests, combate divertido e variado o suficiente e trilha sonora fantástica são alguns dos elementos que fizeram este game ser o meu favorito do ano (até o momento). Apesar de similaridades com o filme do MCU, o game é diferente o suficiente para que a construção dos personagens e do time seja interessante, aproveitando também que a mídia vídeo game dá mais tempo para a história e vai muito além do que poderia ter sido abordado em um filme de 2h. Tudo isso é bem amarrado com o carisma dos personagens e cenas com emoção muito bem direcionadas que fazem o jogador realmente se conectar com o game. Infelizmente encontrei uma quantidade não insignificante de problemas técnicos, mas isso fica longe de desmerecer qualquer mérito do jogo. Se quiser saber mais o Findman fez uma review do jogo aqui.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Review - Marvel's Guardians of the Galaxy

Escrito pelo Findman

   Depois da tragédia que foi Vingadores, a Square Enix alguns meses depois anunciou um novo jogo da Marvel, dessa vez os Guardiões da Galáxia sendo desenvolvido pela Eidos-Montréal, a mesma equipe responsável pelos últimos jogos da franquia Deux Ex. Um desafio grande para o estúdio por lidar com uma propriedade nova para eles e completamente diferente.


terça-feira, 23 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 42


Loop Hero
Separei alguns jogos da lista de indicados pra The Game Awards pra correr atrás ainda esse ano e o primeiro é Loop Hero. Ele tem uma mistura de fantasia com uso de cartas que me agrada bastante e progredi até certo ponto com bastante gosto, porém acho que depois de um tempo a progressão começa a ser bastante lenta e o loop de jogabilidade passa a ser repetitivo em excesso. Não que não fosse repetitivo desde o início, mas, mesmo sendo um roguelike, o game te apresenta coisas novas o suficiente no começo e esse fluxo de novidades que deixam o jogo mais interessante e o personagem mais forte diminui bastante após algumas horas de jogo. É um game bacana, mas pra mim poderia ser um pouco mais balanceado neste quesito.

Psychonauts 2
Confesso que não gostei do primeiro game desta franquia e o que havia visto inicialmente do segundo não tinha me chamado muita atenção, mas resolvi jogar por conta do clamor que recebeu. De início achei que minhas pré-conclusões estavam certas e quase larguei este game, mas fico contente que não fiz isso. O jogo é bastante bom e, acho, se supera na direção, conseguindo implementar mecânicas e situações bastante únicas em cada menta que o personagem principal visita, fazendo com que o game nunca fique estagnado. O negócio é que, pra mim, ainda é um mundo bastante sem carisma. Por mais que a história seja OK, não consigo me conectar com os personagens, deixando Psychonauts 2 um pouco abaixo da lista de favoritos deste ano. Ainda assim eu recomendo pra quem quer que olhe e se interesse minimamente. 

Bolão da TGA
O bolão ainda está ativo! Vote em quem você acha que vai vencer neste link aqui.

Fim
Por hoje é só. Sigo minha jornada pelos games indicados na TGA que eu pulei com o Guardiões da Galáxia. Falo dele na semana que vem. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 41


Forza Horizon 5
Semana passada não escrevi o diário por dois motivos: Forza Horizon 5 saiu no dia que eu geralmente escrevo e eu fiquei jogando Forza Horizon 5 quase o dia todo. Este é um baita joguinho de corrida que oferece uma infinidade de objetivos pra fazer em um mapa enorme.  Pra quem gosta de corrida é um prato cheio, pois a jogabilidade é fenomenal. Infelizmente a parte de desafios semanais ainda parece estar um pouco quebrada, mas acredito que vá ser um jogo que eu vou deixar instalado por bastante tempo.

Halo Infinite Multiplayer
Lançado meio de surpresa no evento de aniversário de 20 anos do Xbox, a parte do multiplayer do novo Halo, que é de graça para todo mundo, traz basicamente o que tinha sido mostrado no teste aberto de rede que teve no mês passado. É um multiplayer divertido, principalmente o Big Team Battle, mas FPS multiplayer não é muito a minha praia. Devo jogar um pouco enquanto aguardo a campanha, que estou um pouco mais empolgado.

The Game Awards
Saíram hoje os indicados da premiação do Geoff Keighley. Os nomeados a melhor jogo foram: Deathloop, It Takes Two, Metroid Dread, Psychonauts 2, Ratchet & Clank: Rift Apart e Resident Evil 7. Deathloop, o jogo da Microsoft Game Studios que é, até o momento, exclusivo do PS5, foi o mais indicado dentre as categorias principais, simbolizando um certo equilíbrio entre as grandes empresas da indústria neste ano. Infelizmente THE FORGOTTEN CITY FOI COMPLETAMENTE ROUBADO, mas vida que segue. 

Aproveite que você está aqui e vota lá no nosso bolão!

Fim
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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 40


Horizon Chase Turbo - Senna Forever
DLC do melhor joguinho de corrida dos últimos tempos, os carros de fórmula 1 chegam a Horizon Chase. Apesar de que o estilo de corrida continua o mesmo, achei apenas que o senso de progressão é muito mais raso nesta DLC. É muito bacana acompanhar a trajetória do Senna, com o jogo alinhando a sequencia de corridas de cada ano e tudo mais, mas mesmo assim elas parecem senti que faltava uma coisinha pra elevar o nível do jogo. Não sei o que é, admito. Talvez apenas uma vontade maior. O Guarda Belo fez um vídeo sobre essa DLC lá no canal novo dele, confere lá.

Age of Empires IV
Jogando um pouco de Age of Empires IV eu não senti nada de diferente em relação aos anteriores. Isso é bom pra quem gosta da franquia, deixa a série mais estável, mas também eu não me lembro tanto dos jogos pra citar as minúcias que esta nova versão traz. Vi que tem um modo de campanha, que te leva a batalhas e situações específicas da história do mundo, inclusive com vídeo documental narrando e introduzindo tal fato. Bem bacana para quem gosta. Vou jogar mais um pouco do game, provavelmente, mas Age of Empires sempre foi a franquia que eu gosto, mas de longe. Jogo um pouco, mas nunca me aprofundei.

The Fogotten City
Este se tornou um dos meus favoritos do ano, com certeza. O jogador chega nesta cidade esquecida para descobrir que existe algo chamado Regra de Ouro, que pune toda a população caso um cidadão cometa qualquer pecado. O seu objetivo é descobrir qual dos cidadãos está mais suscetível a quebrar a regra para então impedir que aconteça, já que você está preso em um loop temporal que reinicia cada vez que alguém peca. Esta mistura de dia da marmota com Majora's Mask é muito bem amarrada pelo mistério por trás de tudo, a maneira que a história é contada e o ritmo da narrativa. Essas duas últimas linhas resumem 80% das minhas preferências em jogos, então não tinha como eu não gostar de The Forgotten City.

Fim
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sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Review - Scott Pilgrim vs. The World: The Game

No meio “mítico” dos jogos digitais que entraram num limbo devido a direitos autorais, Scott Pilgrim foi um dos mais queridos, visto que era atrelado a uma franquia de tamanha popularidade no início da década de 2010. Agora com o relançamento de Scott Pilgrim vs The World The Game para todos consoles modernos, finalmente tiraram ele do limbo digital.

A série estava num boom enorme e, o quadrinho estava para acabar, um filme tava pra sair e tivemos um jogo, que assim como a obra original, era inspirado por diversos jogos, mas a escolha do gênero de beat ‘em up é bem certeira, já que combina com a proposta de Scott Pilgrim, além de puxar bastante da nostalgia da época.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Diário de joguinhos do Business Cat 39


Tribes of Midgard
Anunciado na E3 desse ano e lançado pouco tempo depois, esse é um joguinho que mistura survival com aqueles mods de Warcraft 3 que heróis tinham que defender uma construção central de horadas de inimigos. Tribes of Midgard tem alguns pontos positivos, mas no fim acabei um pouco decepcionado (joguei só partida solo. O jogo comporta multiplayer de até 8 jogadores) pois as partidas são bastante longas e o desafio não escala devidamente. É um game com bastante conteúdo e promessa de suporte contínuo. Vamos ver para onde vai daqui a algum tempo.

Pillars of Eternity
Esse CRPG de 2015 me atraiu a atenção por motivo nenhum um tempo atrás e, quando li na semana passada que Avowed vai se passar no mesmo universo, resolvi então testar. É um jogo um pouco estranho de se jogar no console, devo dizer, mas até achei interessante como foram implementados os vários elementos de um RPG de mesa ali. Infelizmente ele me perdeu quando percebi que estava achando parecido com Dragon Age, um game que tentei gostar mas não consegui. No fim eu não estava com vontade de dedicar o tempo devido que um jogo desse requer, infelizmente.

Back 4 Blood
"Sucessor espiritual" de Left 4 Dead, Back 4 Blood entrega praticamente a mesma fórmula, que ainda funciona muito bem quando jogado entre 4 amigos. A campanha é longa e tem uma variedade grande de armas e utensílios para se utilizar, além de um total de 8 personagens para escolher. Defender um bar de ondas de zumbis ao som de Black Betty só não foi o auge do meu domingo porque eu comi panquecas feitas pelo meu amor na janta. Recomendo ambos (Back 4 Blood e Panquecas).

Celeste
Celeste foi um dos meus grandes destaques pessoais de 2018. Um joguinho de plataforma bastante desafiador e que a dificuldade inclusive participa da narrativa, de certa forma. Um dos poucos jogos que fui realmente atrás de fazer todos os desafios, que são, de fato, bastante desafiadores. Além da DLC. Também vale destacar a fantástica trilha sonora. Tudo nesse jogo me enche de alegria. Enfim, só revisitei ele um pouco porque está saindo do Game Pass agora no dia 31 de outubro. Se você está lendo isso em tempo, recomendo fortemente que jogue Celeste.

Fim
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terça-feira, 19 de outubro de 2021

Diário de Joguinhos do Business Cat 38



The International
Semana passada não teve diário de joguinhos e o motivo foi o The International, campeonato de Dota 2, que me fez respirar apenas dota por uma semana. Mais uma vez a grandeza e importância do evento não decepcionaram e a qualidade do dota apresentado foi excepcional, com um time de azarões russos e ucranianos vencendo os favoritos chineses na final e levando 18,208,300 de dólares para casa. A semana do The International é sempre a minha favorita do ano, ao lado da semana da E3, então pra mim foi um prato cheio de alegria e empolgação durante 10 dias.

Metroid Dread
Também tenho jogado um pouco do novo Metroid (review do Desgraça aqui) e estou achando bastante bom. Gosto bastante da agilidade com que a Samus se movimenta e também do level design, que quase te permite "ir reto" em direção ao objetivo final. Claro que isso não é o mais aconselhável a se fazer em Metroid, mas fiquei positivamente surpreso com o que senti em relação a isso enquanto jogo. Outro ponto positivo são as batalhas com chefes, apresentando um bom equilíbrio entre dificuldade e aprendizado. Até o momento não encontrei nenhuma tão difícil, mas ouvi dizer que a última é bastante complicada. Vamos ver quando eu chegar lá

NSO Expansion Pack
Puta que pariu, hein? Eu estava empolgado para jogar Mario Kart 64 de novo, mas não vai rolar. O Expansion Pack do Nintendo Switch Online aumenta o preço do plano de R$100 para R$263, é muita grana. "AAAH, MAS TEM TAMBÉM A DLC DO ANIMAL CROSSING, DAÍ O PREÇO COMPENSA". Sim, verdade, mas eu não jogo Animal Crossing e nem tenho o jogo. E daí, como fico? Se essa tendência de disponibilizar as DLCs de jogos junto no expansion pack continuar, tudo bem, daí quando sair conteúdo extra de um jogo que eu tenho e gosto, eu atualizo o plano, mas duvido que eles vão botar acesso a duas DLCs sem aumentar o preço.

Sora no Smash
Acabei de testar o boneco e, devo dizer, achei ele um dos mais simples em questão de jogabilidade em relação aos adicionados depois do lançamento. Não que isso seja um demérito, até prefiro que seja assim, já que sou um jogador bem casual de Smash. Gostei principalmente do especial neutro, que alterna entre os elementos, e que o segundo pulo dele vai bem alto, mas não tenho muito mais a falar sobre o Sora porque nunca joguei Kingdom Hearts. Mas fico feliz por quem estava aguardando ele ansiosamente.

Fim
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sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Review - Metroid Dread

Enquanto Prime 4 ainda está no forno, fomos agraciados com boas novas na E3 deste ano com Metroid 5, seguindo a tradição da série de mostrar título numerado pra depois vir com um nome verdadeiro, que foi revelado como Metroid Dread. Um nome que vem com muita história, um pequeno “tease” em Prime 3 e, recentemente, confirmado como um projeto cancelado na era do DS.

Agora ressurgindo no Nintendo Switch e desenvolvido pela Mercurysteam, que já teve sua experiência com a série em Samus Returns para o 3DS (review aqui). Mesmo não sendo a desenvolvedora com o melhor histórico, a aliança com a Nintendo se provou boa através do já mencionado remake de Metroid II. Após lidarem com as limitações do 3DS, eles teriam chance reviver Metroid em toda sua glória para console. 

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Review - Uncharted 3: Drake's Deception

Por fim, o fim da trilogia Uncharted. Como já dito no review de Among Thieves, a franquia estava na boca do povo e um terceiro título era inevitável. Se UC2 foi uma tremenda evolução do primeiro, é claro que UC3 ia ser mais incrível ainda… Deixando a babaquice de lado, quem lembra do hype absurdo para Uncharted 3, deve lembrar que a recepção foi positiva, só que não tanto quanto esperavam. 

Notas 8 devem significar algo muito bom, ao menos na minha perspectiva, o problema é que essa linha de pensamento não é universal, longe disso, aparentemente, vendo como essa métrica de avaliação não é exatamente adequada, porém é aceita pelo público geral. Dito isto, até uma nota 8 para Uncharted 3: Drake’s Deception é deveras contestável.