quarta-feira, 17 de julho de 2019

#126 - Beat 'em Up


Quebre lixeiras, coma uns frangão, pegue o mais letal cano da construção ao lado de sua casa e prepare-se pra esmurrar os mais diversos capangas pelas ruas da cidade, espaço, florestas e outros ambientes, pois hoje, Desgraça, Belo e Bulmo, vão falar de jogo de briga de rua, ou no termos errados, Beat 'em Up. Discutindo essa febre dos fliperamas dos anos 90, bem como sua decadência e a evolução, abordando clássicos e alguns mais desconhecidos desses jogos de treta cooperativa.

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Arte do Die Hard/Dynamite Deka

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terça-feira, 16 de julho de 2019

Adventure Express


O Adult Swim se tornou uma das empresas de entretenimento mais influentes por causa do sucesso de suas séries voltadas ao público adulto. Sabiamente eles também adentraram o mercado de games mobile e lançam conteúdos muito interessantes. Alguns fazem sucesso imediato, outros demoram a emplacar, mas continuam sendo muito bons. Adventure Express se enquadra na segunda categoria.


Lançado lá pra 2014 e disponível para Android e iOS, em Adventure Express você encarna no papel de um herói, num mundo mítico com forte inspiração medieval e nórdica, enfrentando diversos tipos de monstros, enquanto desbloqueia novas fases.

Nada de novo no front, o diferencial é na jogabilidade desse game. Claramente inspirado em Candy Crush, ao adentrar uma batalha, você irá se ver com um painel de blocos coloridos, onde você deve trocar as peças, combinando 3 do mesmo tipo para quebrar os blocos, liberando assim mais blocos, mais combinações e mais destruições. Tudo isso é convertido em pontos que serão infligidos no seu adversário.

Além disso, você ainda tem os golpes especiais. O jogo se resume a 6 tipos de peças, cada uma de um elemento e ao combinar uma quantidade suficiente de peças, você desbloqueia um golpe especial, que é mais forte que o seu golpe normal e pode causar muito dano, caso o golpe seja do elemento que leva vantagem sobre o elemento do seu inimigo.

O visual do jogo é muito agradável. Todo desenhado, ele contém animações meio travadoras, é verdade, mas o visual lembra algo entre Hora de Aventura e revista Recreio. É muito bonito e característico. Altamente cartunesco.

Fora isso, temos ainda a música, para melhorar ainda mais a ambientação. O game contém diversos efeitos sonoros bucólicos quando você está fora do jogo, como som de vento e pássaros chilreando, aumentando a sensação de que estamos num mundo feudal. No entanto, na hora da batalha, encontramos um rock pesado com influência de instrumentos medievais, que passa uma sensação de estarmos ouvindo uma banda de folk metal ou algo do tipo. São apenas 2 músicas diferentes tocando, mas são bem boas!

Pelo fato de ser um jogo antigo (sua última atualização foi de 2015), ele não contém os abusos típicos da indústria de games mobile atual, como sistema de energia para jogar partidas, microtransações abusivas, nem exigência de internet. Fora isso, o jogo ainda é leve, funcionando suavemente em praticamente qualquer celular atual. A falta de atualizações não prejudica em nada, já que o game é meio extenso e do jeito que está, pode lhe proporcionar diversas horas de jogo. 

Dessa forma, mesmo sendo um jogo antigo, Adventure Express é um excelente jogo para você, que procura diversão, aventura e simplicidade no celular.


sexta-feira, 12 de julho de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 17


Nintendo Switch Lite
A grande novidade da semana é esse modelo econômico do Switch. Na mesma onda de quando saiu o 2DS, um 3DS sem 3D, agora temos o Switch Lite, um Switch que não troca, ou seja, só é possível jogar ele em modo portátil. Pessoalmente eu acho isso uma jogada boa e totalmente esperada, já que com o Switch do jeito que é já tem muita gente que só joga ele em modo portátil de qualquer foram, então oferecer uma alternativa mais barata (custa 100 dólares a menos) para quem ainda não tem um console comprar um, só trará benefícios para a empresa.

Pokémon
Em novo vídeo das versões Sword e Shield, descobrimos a existência do Gigantimaxing que, além de deixar os pokémon gigantes como o Dynamaxing, também dá uma nova forma para eles, só não sei dizer que outro impacto isso terá nas batalhas. Outra coisa que parece estar indicada nesse vídeo é um photo mode, que sempre é bacana de ver nos games, e mais uma polêmica para a conta dessa nova geração, ginásios exclusivos de cada versão. Por mais que não seja algo tão impactante, achei uma decisão um pouco estranha. Os pokémon sempre foram para incentivar a troca, mas uma exclusividade de ginásio não faz sentido nenhum, pelo menos a princípio.

Comentando também um pouco sobre a falta da National Dex, é um pouco chato porque isso era uma característica bem forte da franquia, mas não acho que seja o fim do mundo e até consigo ver alguns pontos positivos. O problema todo é que isso, somado a várias outras coisas menores que o pessoal já reclamava há algum tempo, como animações fracas e melhorias gráficas mínimas, acabaram por fazer a comunidade entrar em um estado de quase fúria. Isso, claro, deve influenciar pouco na renda do jogo de modo geral, mas acho que a Game Freak realmente precisa mostrar serviço na geração seguinte, já que nessa já não tem muito o que fazer

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

#125 - Colcha de Retalhos


Não gravamos um programa novo, então o editor pegou os restos de podcasts antigos e fez um programinha especial pra ter algo nessa semana. Além de lermos um e-mail (sim, um só, seus canalhas), temos papo sobre o Ultimato, da BGS 2018, daquela HQ desgracenta da Marvel, mais conversa sobre Castlevania, das aulas sobre poderes de Naruto e outros animes, e outras paradas.

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Esses

Stand desenhado pelo Bulmo:

terça-feira, 9 de julho de 2019

Review - Super Mario Maker 2

 

   Pensando sobre o que escrever nessa review, cheguei a conclusão que ela não precisa nem ser tão extensa e detalhada, porque Super Mario Maker 2 é exatamente o que alguém esperaria que ele fosse, uma plataforma para jogar infinitas fases de Super Mario. Mas, de qualquer forma, vamos abordar alguns pontos.

Orbia


Se você procura um jogo relaxante, praticamente infinito e que não tem muitos objetivos competitivos, então você está no lugar certo.

Orbia é um jogo casual da JOX Development, disponível de graça para Android e iOS, onde você controla uma espécie de robô em mundos espaciais bizarros, com o objetivo de avançar dentro dessas áreas, indo de um ponto a outro, tendo que evitar se chocar com criaturas maléficas estranhas.

 
A jogabilidade é simples, como a maioria dos jogos casuais de smartphone é. Ao dar um toque na tela, seu personagem se movimenta em linha reta de uma “casa” a outra no mapa. A cada fase você começa em um checkpoint e a partir dele, consegue visualizar outra “casa”, para onde você deve ir. Após alcançar um determinado número de “casas”, você alcança outro check point, concluindo uma fase e assim sucessivamente por centenas de fases ao longo de seus diversos mundos.

São 4 mundos, cada um com mais de 400 fases. Além dos cenários serem diferentes, seus adversários também são diferentes, mudando de comportamento a cada fase, complicando a sua fase e exigindo que você tenha sagacidade para saber desviar deles.

Apesar de casual, é um jogo que testa os seus reflexos. O visual, como já é de se esperar, é minimalista, seguindo uma estética um pouco mais sombria, dando ao jogo um ar misterioso e assustador. Claro que isso é apenas uma leve impressão, o jogo em si sem enredo, textos ou qualquer outra forma de guiar uma narrativa, te deixa às cegas para criar o que você quiser com ele.

Você acha que seu personagem principal é um robô? Ok. Acha que ele é um astronauta perdido? Ok também. Acha que é um ser misterioso intergaláctico, buscando vingança? Ok, igualmente. Aqui, sua criatividade pode aflorar, mas o objeto principal é testar a sua destreza.

Orbia é um jogo relaxante, simples e criativo. Como jogo casual, se sai muito bem.


sexta-feira, 5 de julho de 2019

Diário dos joguinhos do Business Cat 16


Super Mario Maker 2
Falando rapidamente, pois vou tentar escrever uma review mais detalhada semana que vem, Super Mario Maker 2 é exatamente aquilo que alguém poderia imaginar: fases infinitas com a jogabilidade que todo mundo conhece. Fechei todas as fases que vem "de fábrica" já e só elas já explanam bem o potencial que esse jogo tem. É um game excelente.

Adore
Umas semanas atrás eu publiquei uma entrevista com a galera do Gravity Heroes. Além deles, eu também entrei em contato com outros desenvolvedores indies brasileiros que conheci na BGS. O Thiago Carneiro, da Cadabra Games, respondeu algumas questões sobre Adore, jogo que venceu o prêmio de melhor jogo brasileiro no BIG Festival, que aconteceu no mês passado.

Adore é um jogo "tipo Diablo" a primeira vista, mas bastante diferente e único. Você pode ler mais sobre o jogo na Revista Locadora #3

Por inexperiência minha, acabei fazendo poucas perguntas e de maneira simples, então não vou colar as perguntas e respostas, mas segue um pouco do que foi abordado:
- Desde a versão da BGS, que eu joguei, ainda foram adicionados um sistema de combos e afinidades. Me interessou principalmente essa questão de afinidades, já que você consegue domar até quatro criaturas e ter uma diferença de poder entre as combinações dá uma profundidade maior ao game.
- Outros personagens jogáveis serão acrescentados no jogo.
- Atualmente existem oito criaturas prontas em Adore, com mais duas quase prontas, porém a equipe da Cadabra Games ainda não decidiu quantas terão na versão final.
- O planejamento é de lançar o game em early access na steam ainda esse ano, mas ainda não existe uma data definida para o lançamento da versão final.

Fim
Por hoje é só. Deixe aí em baixo comentários sobre os assuntos acima ou sugestões do que eu poderia fazer na semana que vem.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

#124 - Jojo's Bizarre Adventure: Heritage for the Future


No episódio de hoje, os valentes cruzados Bulmo, Ken-Oh e Desgraça despertam seus encostos poderosos e entram nessa bizarra batalha de Jojo: Heritage for the Future. Discutimos como essa união entre Hirohiko Araki e Capcom gerou um dos mais incríveis jogos de luta dos anos 90, falamos do peculiar modo história da versão de PS1 e o estado atual de Jojogos, bem como os jogos de anime em geral.

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Links:
Ken-Oh jogando Jojo

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Versões chiptunes de Stand Proud e Sono Chi No Kioku do canal Emily Music

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Flappy Royale


Lembra do Flappy Bird? O joguinho que colocava um pássaro ridículo num mundo de Super Mario, pulando de maneira bagunçada, tornando a jogatina extremamente difícil e que inspirou o incrível Flappy Pimba agora ganhou uma versão que acompanha a maior tendência dos games atual: os battle royales.


Os battle royales são jogos de ação em tempo real onde os jogadores lutam numa área até que só sobra um e este jogo aplica essa modalidade de jogo ao Flappy Bird. Você controla um pássaro ridículo, saindo de um ônibus (igual Fortnite), num cenário de Super Mario, contra outros 99 jogadores, que batalham entre si para ver quem consegue chegar mais longe naquele cenário e ser o último a morrer.

É simples e fascinante, como a maioria dos jogos mobile por aí, com o diferencial de que esse jogo também está disponível para navegador (e, na verdade, funciona bem melhor no navegador), além de dispositivos iOS e Android.

Ainda está na sua versão beta, mas o jogo já permite customizar seu pássaro, mudando o corpo e permitindo a adição de até três adereços em seu personagem, além de permitir a inserção de seu nome, mas que não aparece enquanto você joga. Imagino que ele deva aparecer ao final da jogatina, quando você ganha, ficando registrado num ranking, mas não cheguei tão longe.

Por ser uma versão beta, ele também apresenta algumas faltas, como o modo espectador. Ao morrer, você só pode iniciar outra partida, não tem como acompanhar quem ainda está no jogo e também não há muita interação com os outros jogadores (seria interessante a adição de um chat em separado, onde você pudesse conversar com jogadores entre uma partida e outra). 

Ainda assim, Flappy Royale já é um jogo incrível, simples, mas que vicia.