sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Review - Dead Space


Em 2008, quando a EA tinha alguma moral e a l Games estava viva, tivemos o surgimento de uma nova IP que traria uma experiência de "horror sci-fi" digna, pegando influência de filmes do gênero e jogos de survival horror, tivemos Dead Space, que apesar de ter muitas inspirações, trouxe algo novo para o gênero.

Já sabemos o destino da série hoje em dia, Dead Space 3 não agradou muito e a Visceral foi extinguida em 2016, então lembrarei desse clássico enquanto choro a morte da série e amaldiçoo a EA por serem um bando de sanguessugas.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Review - Tetris 99

   No Nintendo Direct desta quarta feira, 13/02, dentre vários anúncios de jogos novos e trailers de outros já aguardados a algum tempo, Tetris 99 apareceu do nada como um game exclusivo para assinantes do programa online do Nintendo Switch.. Muitos aguardavam os jogos de SNES virem para o console e, apesar de se decepcionarem nesse ponto, peço a vocês que não ignorem essa ideia inusitada de um battle royale de Tetris.

 


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

#107 - O Que Estamos Jogando e E-mails


Estamos mais uma vez aqui com um 'O Que Estamos Jogando' pra falar o que exatamente diz o título. Bulmo, Desgraça e Business Cat falam do ritmo das mais caóticas e agressivas batalhas de Wargroove, das lentas e tensas partidas de Rainbow Six Siege, e também a revisita à delegacia mais assustadora de Raccoon City no remake de Resident Evil 2. E, por increça que parível, temos leitura de e-mails e comentários também.

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Revista Locadora #3 com preview de RE2
Review de RE2 escrito pelo Bulmo
Podcast de Smash
Podcast de Mortal Kombat
Podcast do filmes: SF vs MK
Fase criada pelo Cat em Wargroove

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Review - Resident Evil 2 Remake



Em 21 de Janeiro de 1998 chegava às prateleiras Resident Evil 2, a queridinha sequencia do popular survival horror de Shinji Mikami. Quem tinha um PlayStation curtiu o jogo que trazia os novos protagonistas, Leon e Claire, enfrentando os zumbis e armas biológicas que, dessa vez, estavam por toda a cidade de Raccoon City. O primeiro jogo da série foi refeito e lançado em 2002 exclusivamente para o Gamecube trazendo gráficos belíssimos, novas mecânicas e cenários fazendo dele um ótimo remake que poderia ser continuado com Resident Evil 2 e 3, mas esses ficaram de fora da brincadeira. Por muito tempo os fãs estavam loucos para revisitar a delegacia, as ruas, as passagens subterrâneas e laboratórios abandonados de Raccoon City com um visual melhorado. Então, em 2015, a Capcom anuncia o que estávamos esperando durante todo esse tempo: o remake oficial de Resident Evil 2.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Hill Climb Racing 2


Hill Climb Racing foi um dos primeiros jogos que resenhei aqui no Locadora TV, no longínquo ano de 2016! E eis que quase 3 anos depois, encontro seu sucessor na PlayStore, o Hill Climb Racing 2.

O jogo novo segue a premissa do primeiro, mas com diversas mudanças. Nesse jogo você começa controlando o mesmo carinha do primeiro jogo, mas numa corrida contra outros adversários baseados em jogadores reais que fizeram login no game. Você corre contra o “fantasma” de outros jogadores em corridas ranqueadas, que lhe permitem desbloquear novos carros e novos itens para te ajudar a alcançar altas velocidades.

 
Para os entusiastas desse game tão divertido, o antigo modo de jogo ainda existe, que é a corrida infinita por diferentes cenários. Cada cenário pode ser comprado com a moeda de jogo, que pode ser adquirida tanto nas corridas quanto por microtransações. 

Infelizmente, o sistema de ranqueamento do jogo não é muito bom. Ele te dá poucos pontos por vitórias e você acaba tendo que repetir as corridas várias e várias vezes tornando o processo tedioso. O game também pode bugar e você perde pontos de ranqueamento, aí é pior ainda. Enfim, a jogatina foi gravemente prejudicada com o sistema de ranqueamento.

Os gráficos são os mesmos, praticamente. Há algumas mudanças na tela, como, por exemplo, há o mostrado de RPM, junto do de combustível, mas continua seguindo o estilo cartunesco do primeiro game. Fora que há a possibilidade de mudar o seu personagem com as diferentes opções de customização do jogo.

Enfim, Hill Climb Racing 2 é uma continuação decente. Seu sistema de ranqueamento é miserável, mas a modalidade de corrida infinita continua a agradar, servindo de digna continuação a um excelente jogo de corrida para mobile.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

#106 - Mortal Kombat


CHOOSE YOUR DESTINY! Hoje, os defensores da Terra: Belo, Desgraça e Ken-Oh; se juntam para entrar nesse embate sangrento entre ninjas, robôs, atores e monstros de stop-motion, é hora do MORTAL KOMBAT. Falaremos da origem da série até a geração PS1, abordando a história da franquia e o impacto dela no mundo todo, assim como o início da decadência da série de jogos de luta mais violenta de todos os tempos.

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Review – Fist of the North Star: Lost Paradise

 
 Escrito por Ken-Oh

Hokuto no Ken é um dos mangás mais prestigiados no Japão. Com a primeira aparição em 1983 na revista Weekly Shonen Jump, o mangá roteirizado por Buroson e desenhado por Tetsu Hara apresenta um mundo pós-apocalíptico arrasado pela guerra onde somos apresentado a Kenshiro, herdeiro da arte assassina conhecida como Hokuto Shinken, uma técnica com mais de 1800 anos de história e que consiste em acertar os pontos vitais de seus oponentes faze-los explodir. Após ter sua noiva sequestrada, Kenshiro sai em uma jornada para encontrá-la enquanto arrasa os inimigos no caminho. Com uma mistura de Mad Max e Kung Fu e direito a muitas referências cinematográfica, a obra fez grande sucesso no Japão, sendo cultuada até hoje.

Logicamente com o sucesso vários produtos da serie surgiriam e isso significa que jogos de vídeo games estão inclusos. Hokuto no Ken teve uma lista imensa de jogos, mas de uns tempos pra cá eles estavam bem escassos. Até que em 2017 a Ryu Ga Gotoku Team, a equipe responsável pela serie Yakuza, anunciou o jogo Hokuto Ga Gotoku, conhecido aqui no ocidente como Fist of the North Star: Lost Paradise. Como fã de Hokuto no Ken e Yakuza fiquei extremamente surpreso e feliz com a notícia e logicamente que não pude perde a oportunidade de jogar.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Um problema do jornalismo de games atual


A Girl Adrift


Este jogo disponível apenas para Android (CHUPA IPHONE!!!) se vende como um RPG de pesca num mundo aberto. Jogos de pesca existem aos montes e, na minha opinião, são mais chatos que pescaria, porque na pesca, de verdade, você fica lá com o pessoal, bebendo, conversando, calmamente,  sem euforia, sem conversa fiada. É uma prática verdadeiramente filosófica. Jogos raramente conseguem ser uma prática filosófica, jogos de pesca menos ainda. Sabendo dessa dificuldade, os produtores de “A Girl Adrift” resolveram pular essa parte e partir para a aventura, encaixando diversos elementos de RPG a jogatina, o que torna essa game mobile um dos jogos mais divertidos que entrei em contato nos últimos tempos.

 
Em “A Girl Adrift” você encarna uma menina, literalmente, à deriva no oceano do extremo oriente. Sem história, sem roupas, munida apenas de uma vara de pesca de bambu e um pedaço de madeira boiante, você é colocado para pescar peixes e cumprir objetivos para um garoto numa cidade alagada. Aos poucos, você aprende que o mundo inteiro foi alagado, as cidades, capitais do mundo, são apenas pequenas localidades onde você recebe missões e pode comprar itens para melhorar o seu barco, equipamento e mudar sua aparência.

A cada peixe que você captura, ganha itens, que valem como uma moeda de troca nesse mundo distópico, além de ganhar experiência que te ajudam a avançar de nível. Conforme você avança de nível, novos itens, habilidades e cidades são desbloqueados e são tantas variáveis que é difícil se concentrar nos mais importantes, então vamos por ordem de descoberta.

Primeiro temos a vara de pesca e o barco, itens essenciais que irão mudar a facilidade com a qual você pesca e a velocidade com a qual você navega pelo mapa. Além da moeda de troca simples, uma espécie de concha, que você obtém através da pesca e paraquedas que aparecem na tela durante a jogatina, outras moedas irão aparecer, pérolas, escudos e ouro. As conchas servem para melhorar os seus itens de pesca, as pérolas servem para comprar itens que mudam sua aparência (roupas,  cabelos e afins, que servem para facilitar sua vida de pescaria), escudos melhoram suas habilidades, enquanto que o ouro serve para melhorar locais específicos no mapa, que te dão vantagens como facilidade de captura, mais nível com cada pesca e recompensas maiores.


Além disso temos os NPC’s, também diferentes, mudando de acordo com a localidade, por exemplo, no extremo oriente temos um garoto de cabelos escuros e pele clara, na Oceania, um canguru e por aí vai. Eles te passam missões, que vão desde capturar um número específico de um determinado peixe, até enfrentar chefões.

Os chefões, peixes específicos de cada localidade, que são piadas mesmo, como peixe-bota em Hong Kong. Eles não exigem muito no começo, mas conforme você avança para o oeste, eles se tornam fortes demais e aí você tem que ficar navegando pelo mapa para poder evoluir de nível.

Como deu pra perceber, é um jogo com todas as características de um RPG e, de fato, se você gosto desse tipo de jogo, tem tudo para gostar dele, mas além disso, há um ponto que chama a atenção: o mundo aberto. Não é como se fosse um 3D onde você vai para onde quiser, mas é um mundo enorme, em que as viagens tomam tempo e para facilitar a sua vida temos todos os upgrades de velocidade, mas conforme você avança e encara chefes mais fortes, terá que ficar algum tempo em viagens longas, mas nada enfadonho.

Como eu já disse, “A Girl Adrift” foi um dos jogos mais legais que tive o prazer de jogar esse ano e cumpre tudo que promete, além de oferecer muito a mais.