terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Fishing Food


Esse é um jogo bem divertido, que alia dois modos de jogos bem diferentes dentro de um só game, com um estilo bem único dentro do universo mobile.


Fishing Food conta a história de um gato que sai para pescar e logo que chega já captura um hambúrguer. Além de pescar um hambúrguer, o hambúrguer fala e se alimenta de outros hambúrgueres e quanto mais ele se alimentar, mais dinheiro dará ao gato e assim o gato pode melhorar o seu equipamento. 

A jogabilidade é bem simples, você toca na tela e o gato joga a linha na água, você pode arrastar o dedo de um lado para o outro para capturar mais comidas, enquanto a linha sobe, mas não é necessário, a capacidade máxima é facilmente atingida. Conforme você junta mais e mais dinheiro, você pode melhorar a capacidade da sua varinha, aumentando o número de pescados que ela consegue aguentar por vez ou a profundidade a que ela pode chegar no rio.

Essa é a primeira parte do jogo, que ainda contém uma espécie de iddle game dentro. Quando você já não conseguir melhorar sua varinha, chegará a hora em que você poderá desbloquear ilhas, onde você pode criar as suas comidas. Abre-se então uma área em que você desbloqueia terrenos e deixa as comidas lá crescendo e se alimentando, enquanto você junta experiência para desbloquear mais terrenos, mais comidas até poder desbloquear uma nova ilha.


Fishing Food são dois jogos pelo preço de um.

Mas preço ele não tem. O jogo vive apenas de microtransações, pois não contém propaganda alguma e não é um pay-to-win. Claro, comprando itens você consegue facilitar a sua vida, mas não é necessário, até porque os itens a serem comprados (mais capacidade de pescados e um portal que te leva para mais baixo no rio) podem ser conseguidos de graça através do desbloqueio de baús e diariamente, uma vez ao dia.

O gráfico é o ponto que mais chama a atenção de início, pois segue um estilo cartunesco, que apesar de simples, disfarça bem as limitações gráficas dos produtores do jogo. É possível que os personagens tem poucos movimentos, mas ao mesmo tempo o estilo cartunesco é tão bonito, colorido e alegre que o jogador não se incomoda.

A música também é animada, reforçando a atmosfera leve e pacífica do game, que pode angariar horas de divertimento casual para qualquer mobile gamer que procura uma janela de relaxamento no meio da atmosfera obscura de nosso país.

Se você gosta de uma pescaria relaxante, mas não tem a oportunidade de estar à beira de um rio todos os dias, Fishing Food pode ser o jogo para você.


quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Review - Clock Tower 3


Entusiastas de jogos de terror já devem ter ouvido falar de Clock Tower, muito provável que tenha sido do primeiro jogo, que é um dos poucos do gênero para Super Nintendo, e nunca foi lançado oficialmente fora do Japão, conseguindo um destaque devido a tradução feita por fã que se encontra aí pela internet. A série acabou parando nas mãos da Sunsoft, após a desenvolvedora original, Human Entertainment, falir, que se juntou a Capcom para lançar o Clock Tower 3, curiosamente, é o quarto título da série, mas como o primeiro não foi lançado aqui, dá pra entender o título.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Fun Race 3D


Esse é mais um daqueles jogos que você decide instalar por causa de tantas propagandas em que ele aparece enquanto você joga outros games mobile. A diferença é que esse aqui eu instalei por raiva do cara que o jogava na propaganda, que era, comprovadamente, muito ruim.


Fun Race 3D é basicamente uma olímpiada do Faustão em formato de game mobile. Você passa por diferentes provas que envolvem escalada, corrida, desviar de obstáculos e afins num cenário de disputa online. Há várias fases para serem completadas no jogo, cada uma com diferentes obstáculos e todas elas divididas em, basicamente, 3 checkpoints.

Não sei se os seus rivais são bots, é possível que seja, pois o jogo não te deixa muito tempo esperando uma partida começar. Ainda assim, eles representam uma certa dificuldade, pois a dificuldade das fases não é grande, só exige mesmo uma noção detalhada de tempo para que você não seja atingido pelos obstáculos da fase. Sendo assim, mesmo os bots conseguem completar as fases de maneira rápida.

Aliás, a propaganda mostrada em todos os games mobile por aí mostra um boneco vermelho com dificuldade de passar por um corredor curvo, desviando de uma hélice. É só entrar no caminho logo após a passagem da hélice na sua frente, mas o cara que montou a propagando insistia em tentar entrar na frente da hélice e ser mais rápido que ela. Ilógico...

A jogabilidade é simples. Apesar de existirem várias provas diferentes, você só tem que tocar e segurar a tela pra fazer o seu personagem realizar os movimentos necessários. O segredo está em parar e se colocar em movimento no momento certo.

Os gráficos são simples, um 3D básico, sem sombras ou qualquer tipo de detalhe que sobrecarrega o celular, mas pode representar um empecilho para dispositivos android mais antigos. Há uma boa opção de personalização, o que garante uma boa longevidade ao game, se você é desses que gostam de colecionar mudanças estéticas. É também o que garante a utilidade das moedas do game.

Infelizmente, Fun Race 3D não escapa da chaga da maioria dos games mobile do momento que são as propagandas. Assim como tantos outros, ele contém propagandas ao término de cada fase, além das já típicas, porém profundamente irritantes, propagandas no canto superior da tela. É um mal que, infelizmente, temos que aturar.

Dessa forma, Fun Race 3D se apresenta como uma alternativa interessante para suprir o seu desejo latente de querer participar de uma olímpiada do Faustão.


segunda-feira, 25 de novembro de 2019

#136 - Jogos da Década de 2010 Pt. 1


Podcast Locadora mais uma vez aqui, e mais uma vez atrasado, vem falar dessa década que tá quase acabando, ou será que não? Já que dizem que acaba em 2020. De qualquer forma, reunimos Belo, Business Cat, Bulmo e Desgraça para falar dos jogos mais marcantes da década de 2010, indo dos jogos que ainda são populares hoje em dia, quanto aqueles que tem um lugarzinho especial em nossos corações. E é claro que não podíamos deixar de falar das merdas que deviam ser esquecidas no tempo, mas fazemos questão de lembrar.

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Bolão The Game Awards

Do I Have a Right?


Já se pegou perguntando se devia ter feito direito? Não? Pois eu já e esse jogo é a possibilidade perfeita para você exercitar o seu lado advogado.


Em Do I Have a Right? o jogador encarna no papel de um advogado que está abrindo uma nova agência de advocacia. Portanto, você deve contratar advogados com diferentes expertises para trabalharem contigo e resolver os diferentes casos que aparecem para você, numa partida de quantidade de turnos pré-determinados, com o objetivo de saber quantos pontos você marcou ao final.

A mecânica é simples e funciona da seguinte forma: um cliente chega, você clica nele para movimentar-se até ele e ouvir a sua história. Se achar que algum dos seus advogados poderá defender ele, baseando-se na especialização de cada um deles, então você deve encaminhar o seu cliente até o seu sócio, clicando em cima do advogado. Se o advogado realmente souber lidar com o tipo de caso dado, você ganha a causa, fatura uma grana e pode melhorar o seu escritório, comprando móveis novos e contratando novos sócios.

O jogo é educativo, com o objetivo de fazer você entender, ainda que de maneira simples, as leis dos EUA. Sim, dos EUA, pois o jogo veio de lá e não tem uma versão com a carta magna do Brasil. Se tivesse o jogo seria uma piada e cada causa seria anulada pelo STF mesmo, então é melhor assim.


De qualquer forma, é um jogo legal, informativo e pode nos aproximar dos problemas, cada vez mais técnicos, que surgem nos EUA, especialmente com relação a administração Trump.

Além disso, é um game bonito. O gráfico é em 3D, mas com um ponto de vista fixo e você visualiza o cenário como uma caixa, lembrando o The Sims das antigas. A música de fundo é agradável e divertida, fazendo da jogatina uma tarefa leve e casual. Infelizmente, é um game pesado e exige um pouco mais do que o normal do celular, podendo esquentá-lo ou ainda dando uns lags, mas vale a pena, ainda assim. Outro detalhe importante é que não tem anúncios! \o/

Do I Have a Right? é a prova de que jogos educativos podem ser muito divertidos, aliando casualidade com beleza e simplicidade. É um jogo honesto, que pode proporcionar muitas horas de jogatina amistosa.