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segunda-feira, 16 de maio de 2022

Review: Trauma Center: Under The Knife

Em tempos onde a Atlus tentava fazer algo diferente de apenas derivados Shin Megami Tensei e Persona, tivemos Trauma Center: Under the Knife para o DS em 2006. Um jogo de médico, mais especificamente, um cirurgião, adequado visto que ser um cirurgião através da telinha de toque e a stylus é uma ideia perfeita. 

Seguindo outros títulos da época, o jogo veio localizado totalmente e alterando a localidade e nomes dos personagens, que obviamente são japoneses. Não sei se houveram mudanças mais bruscas nesse processo, mas acredito que já teria encontrado algo na internet caso houvesse, provavelmente com algum chato chorando por mudanças mínimas.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

The World Ends With You - Urbanizando o JRPG

O DS foi a casa de muitas ideias, principalmente no Japão. Posso até dizer que foi o último console mais experimental de verdade, claro que a Nintendo trouxe coisas como o WiiU e Switch, mas nenhum deles recebe jogos focados no console, até mesmo o 3DS não foi tão ousado. Provavelmente, as pessoas e estúdios já estavam sem saco de tentar lidar com gimmicks, tentar tirar uma ideia do fundo da mente pra usar de duas telas e uma touchscreen.

Assim como o Wii, os recursos do console acabam sendo uma faca de dois gumes, tendo algum uso bom e criativo, e uma porrada de coisa desnecessária. Consigo lembrar de algumas jóias do portátil como Hotel Dusk, Ace Attorney, Ghost Trick, LoZ Phantom Hourglass, Time Hollow e 9 Hours 9 People 9 Doors. Que utilizam ambas as telas e controle de toque muito bem, às vezes, até o microfone. Mas sempre tem o mais ousado que tentou fazer um pouco de tudo, e falarei não apenas dele como sua sequência, que, surpreendentemente, trouxe muitas das qualidades de um jogo portátil para a nova geração.

Lançado no Japão em 2007, The World Ends With You é um Action RPG que utilizava praticamente tudo do pequeno console, é possivelmente o jogo mais DS já concebido. Utilizando a tela de toque para controlar o personagem principal, Neku, enquanto a tela de cima mostrava sua parceira, Shiki, que era controlada automaticamente, ou usando os botões. O sistema dos Pins, por algum motivo, traduzidos como bótons aqui no Brasil (o que é estranho, mas melhor que chamar de “broche”), utilizam diversos jeitos de usar a stylus para atacar os adversários, ou outras funções do DS, como gritar no microfone.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Review - Metroid Prime Pinball

por Belo


   "Na medida certa para que gosta de pinball e ainda faz jus ao nome Metroid".

   Estava procurando games casuais para colocar no meu DS para passar tempo porém a maioria deles, na minha opinião, são fracos, seja por não saberem (ou forçarem) utilizar as duas telas ou por ter uma qualidade ruim. Pois bem, 'Metroid Prime Pinball' consegue fugir dessas duas regras e entregar uma boa experiência para quem procura um game para passar o tempo e também para os fãs de Metroid.

   O que o ocorre é que a empresa que criou esse game (Fuse Games) soube colocar o mundo de Samus Aran no console de bolso com uma qualidade impecável, tanto na jogabilidade que é muito precisa na hora de acertar as bolas com o flipper, na ambientação pois as fases se passam nos lugares da história de 'Metroid Prime' (Game Cube) e especialmente na trilha sonora que é uma das melhores dos jogos de Metroid.


   Esse game é uma das melhores experiências que eu tive com a série da heroína pois meus últimos encontros com Samus não foram tão bons (O último jogo da série prime, 'Metroid Prime 3: Corruption' e o amado e odiado 'Metroid: Other M'). Se você assim como eu tem um DS e ainda não jogou esse game com certeza está perdendo um dos clássicos do 2º console mais vendido de todos os tempos.

Nota: 7.5